08-02-2021 às 13:28
(08-02-2021 às 13:15)Almareado Escreveu:(07-02-2021 às 23:58)carlos-kb Escreveu:Citar:Configurada na segunda geração da Hayabusa, continua a apostar no 4 cilindros em linha de 1340 cc, com refrigeração líquida e aspirada, (...)
O motor da Hayabusa 2021 foi completamente revisto: tem cames de admissão e escape com perfis modificados, os pistões mudam de forma e perdem alguns gramas, a câmara de combustão Twin Swirl foi aprimorada e oferece melhor combustão e as bielas estão agora mais rígidas e leves .
O resultado destas alterações é uma potência final de 190 cv às 9.700 rpm. e um binário máximo de 150 Nm às 7.000 rpm., valores que, no papel, estão ligeiramente abaixo dos oferecidos pela geração anterior, que entregou 143,8 kW / 197 cv às 9.500 rpm. e ofereceu um binário de 155 Nm. às 7.200 rpm..
E ainda assim, segundo as informações da marca, terá consumos superiores à geração anterior.
A bem da verdade, a diferença de potência e binário é quase ínfima e num tag raramente utilizável, pelo que acredito que sensorialmente, será quase imperceptível ao comum mortal. Mas para todos os efeitos, não deixa de ser um downgrade.
A questão é que a recordista de todos os números (em tempos), nem sequer já rivaliza com qualquer SBK das principais marcas, quando qualquer uma delas reclama potências bem superiores e menos um 1/5 do peso.
Nesta ordem de ideias, chamar-lhe de "hayabusa" (falcão peregrino), só mesmo por mero historicismo.


![[Imagem: d7HHuPa.gif]](https://i.imgur.com/d7HHuPa.gif)