Revisão dos valores de Portagens para Motociclos
#1

Boas!
Encontre uma referencia a esta petição publica noutro forum.
Petição publica para revisão das taxas de portagem

A descrição está lá, visa reduzir os encargos para certo tipo de veículos (incluído as motas) e uma revisão da classificação.

Não acredito muito que vá fazer grande diferença, mas não custa muito perder dois minutos e assinar.

Se concordarem ponham lá o nome blink

P.S.
É necessário confirmar a assinatura, clicando no link que receberão no e-mail.

Blog com fotos de passeios de mota em: http://naosougajodefazerblogs.blogspot.pt/
Cumprimentos "V"!
--Cláudio A. B. Silva--
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#2

Eu queria era uma revisão dos IUC´s

[Imagem: SM4eYt9.png]
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#3

(03-10-2015 às 15:08)nelsonajm Escreveu:  Eu queria era uma revisão dos IUC´s


Essa é outra! Aquele escalão já não é actualizado há imenso tempo (excepto actualização de aumentos de preço).

Além de tudo posterior a 96 pagar o mesmo, acho que o actual escalão de cilindradas não é o mais adequado. Se o imposto realmente tivesse algo a ver com emissões esse devia ser o factor mais importante. Aquilo devia se basear nas emissões e/ou na potencia.
Para ser na cilindrada havia de existir pelo menos mais uma ou duas divisões (tipo 700-1000cc e 1000-1200 e resto), porque as medias cilindradas no mercado estão a subir de cc´s e há por aí muita mota na casa dos 800 que não devia pagar o escalão máximo.

Blog com fotos de passeios de mota em: http://naosougajodefazerblogs.blogspot.pt/
Cumprimentos "V"!
--Cláudio A. B. Silva--
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#4

Por acaso tinha ideia de já ter assinado esta petição. Também já assinei.

As minhas máquinas (e ex):
Kawasaki Versys 1000 / KTM 1290 Super Duke GT
Yamaha FZS 600 Fazer

[Imagem: censorship2.jpg]

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#5

Assinado!

Honda CX 400 '83 Eurosport
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#6

É um facto que as taxas de portagem para motociclos continuam desde há décadas, extremamente injustas e negativamente discriminatórias.

Pagar o equivalente a classe 1 e ter apenas desconto de 30%, desde que se seja aderente à Via verde (e não é em todas as portagens), é lesivo do ponto de vista económico e de utilização de quem se desloca em veículos de duas rodas, seja pelo nº de eixos, nº de rodados, peso, desgaste, nº de passageiros, etc....

O facto é que a classificação das diferentes classes de portagem é indiferente à categoria dos veículos constante do Código da Estrada, e cinge-se por parâmetros descabidos e pouco coerentes, como a altura na vertical medida à vertical no 1º eixo e o nº de eixos.

Hoje é notícia no Jornal de Negócios. Parece que finalmente existe vontade política para mexer no assunto.
Será que é desta que a coisa pode tomar outro rumo, e finalmente as motos terem uma redução do valor das portagens justa e em conformidade com o tipo de veículo e respectivas características ?
Esperemos que não se fiquem apenas pela vontade.

Aguardemos!
______________________________________________

Partidos a favor de reduzir portagens para motas

O Bloco de Esquerda vai propor a criação de uma classe 5 de portagens para veículos de duas rodas, para que paguem apenas 50% da classe 1. Os restantes partidos estão disponíveis para uma alteração.


[Imagem: img_817x460%242017_09_20_13_19_59_317488.jpg]

Maria João Babo mbabo@negocios.pt
20 de setembro de 2017 às 13:21


O Bloco de Esquerda vai propor que a Assembleia da República recomende ao Governo a criação de uma classe específica de portagens para veículos de duas rodas, que seja metade da taxa paga pela classe 1, anunciou esta quarta-feira Heitor de Sousa, no debate de uma petição entregue no Parlamento sobre a reclassificação de veículos em portagens.

O deputado bloquista, relator nesta iniciativa na comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, salientou que "todas as entidades e partidos políticos se mostraram favoráveis para a criação de classe específica para veículos motorizados de duas rodas", razão pela qual o Bloco apresentará um projecto de resolução. Em seu entender, deve ser criada "uma nova classe de veículos, classe 5 , cujo valor seria 50% do valor da classe 1".

No debate da petição apresentada por seis mil pessoas, Heitor de Sousa salientou que o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), que criou um grupo de trabalho sobre esta matéria, devia ter entregue um relatório sobre esta matéria na Assembleia da República no primeiro trimestre de 2017, o que não aconteceu.

Do lado do PS, o deputado Fernando Jesus elogiou a oportunidade da apresentação da petição e destacou que a disponibilidade do Governo para trabalhar na revisão da legislação, com a criação do grupo de trabalho, prova que está interessado em melhorar o sistema de portagens.

Paulo Rios, do PSD, sublinhou que a petição subscrita por um número significativo de cidadãos "deve merecer a nossa reflexão", criticando, por outro lado, a falta de respostas do Governo à comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas.

Sobre a reclassificação de veículos nas portagens, a comissão pediu informação aos Ministérios da Economia e do Planeamento e das Infraestruturas , ao IMT, à Via Verde e à Associação Portuguesa das Sociedades Concessionárias de Auto-Estradas ou Pontes com Portagens, tendo apenas recebido respostas destes últimos.

Para o deputado social-democrata, "a pretensão contida na petição aparenta ter medidas que introduzam mais justiça à cobrança de portagens".

Bruno Dias, do PCP, realçou as situações também referidas na petição que considera estar "a penalizar um número vastíssimo de cidadãos e empresas", exemplificando o caso das motas que apenas têm direito a uma redução de 30% nas taxas de portagem se tiverem Via Verde e de veículos ligeiros que pagam tanto como autocarros de 17 lugares.

"No PCP estamos disponíveis para discussão e responder às situações apontadas na petição", sublinhou Bruno Dias.

Hélder Amaral, do CDS-PP, afirmou-se, por seu lado, a favor do sistema "utilizador-poluidor-pagador" nas auto-estradas, mas sem "ser injusto".

"O sistema actual não pode ser tão complexo que um veículo ligeiro pela sua volumetria pague tanto como autocarro de 17 lugares, e um motociclo pague tanto como um veículo com mais impacto na via", afirmou.

"Acho razoável que pelo menos nos motociclos seja possível tomar uma decisão de alterar e reduzir as taxas pagas", disse ainda Hélder Amaral, considerando que desta forma a possível pôr estes veículos a utilizar mais as auto-estradas, "ganhando fluidez e segurança".


FONTE
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#7

Espero que finalmente vá para a frente pois é realmente muito injusto na minha visão o que acontece hoje em dia.
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#8

Deviam de haver eleições todos os anos.
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#9

(20-09-2017 às 21:11)Rod Escreveu:  Deviam de haver eleições todos os anos.

Não saiamos da falência...

As minhas máquinas (e ex):
Kawasaki Versys 1000 / KTM 1290 Super Duke GT
Yamaha FZS 600 Fazer

[Imagem: censorship2.jpg]

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#10

(Modo Zé Povinho ON)
Se não se faz nada, é porque não se faz nada..... se se faz alguma coisa, é sempre por causa das eleições!!!!

(Modo Zé Povinho OFF)

Pior que já está, ou seja, as motos na generalidade (sem VV) serem equiparadas à classe 1.... também duvido que piore. Por isso, tudo o que vier para beneficiar, é ganho.... e como diria o Marco, "Do mal, o menos"!!! smile
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