MV Agusta Brutale 1000RR
#1

E é de Itália que vem outra bombástica e poderosa moto, para concorrer no segmento das naked streetfighter potentíssimas, aonde se incluem as recém anunciadas Duc SFV4, Kawa ZH2 e KTM SD1290.

Pelos números, é de deixar logo "água na boca"... baba

_________________________________________

MV Agusta Brutale 1000 RR 2020


Um ano depois da Brutale 1000 Serie Oro, a MV Agusta volta a apostar na potência com a nova Brutale 1000RR, sendo a sua aposta para o muito competitivo segmento naked no ano de 2020. Este modelo não tem alguns dos componentes mais exclusivos da Serie Oro, mas não deixa de ter especificações notáveis.

A potência anunciada é de 208cv, debitada às 13.000 rotações por minuto do motor de quatro cilindros com 998 centímetros cúbicos de cilindrada. O binário, esse, atinge os 116,5 Nm às 11.000 rotações por minuto, sendo a velocidade máxima reivindicada superior a 300km/h.

O propulsor inclui ignição integrada e o sistema de injeção MVICS (Motor & Vehicle Integrated Control System). Este tem oito injetores (quatro inferiores da Mikuni e quatro superiores da Magnetti Marelli). A unidade de controlo do motor é uma Eldor EM2.10, ao passo que o acelerador é ride by wire da Mikuni. Este sistema ride by wire é multi mapaeamento. O controlo de binário tem quatro mapeamentos, ao passo que o controlo de tração é ajustável em oito níveis ou, simplesmente, desativado. O condutor dispõe ainda de controlo anti-wheelie (levantamento da roda dianteira) com plataforma inercial – a IMU, que também intervém no controlo de tração. Quanto à transmissão, a embraiagem é húmida multidisco com dispositivo de limitação de binário e bomba radial Brembo. A caixa é de seis velocidades, existindo assistência eletrónica de mudanças Up & Down MV EAS 2.1.

Em termos de chassis, o quadro da nova MV Agusta Brutale 1000RR é uma unidade CrMO do tipo treliça em aço tubular. As suspensões possuem forquilhas dianteiras invertidas hidráulicas Öhlins Nix EC totalmente ajustáveis com compressão e ressalto controlados eletronicamente, enquanto a pré-carga da mola é controlada manualmente. O braço oscilante é em liga de alumínio, sendo a suspensão traseira completada por um amortecedor Öhlins EC TTX completamente ajustável. Tal como as forquilhas, é controlado eletronicamente em compressão e ressalto, e neste caso também em pré-carga da mola.

No que toca aos travões, à frente há um disco duplo flutuante em aço e uma pinça radial Brembo Stylema com quatro pistões. Na traseira, é empregado um disco de aço único com bomba de travão Brembo PS13 e pinça Brembo com dois pistões. A travagem é auxuliada pelo ABS Bosch 9 Plus com Race Mode e RLM (mitigação do levantamento da roda traseira).

Grande parte da carenagem usa fibra de carbono, tal como aconteceu com a Serie Oro, mas as rodas deixam de ter esse material: são em alumínio forjado. Há também partes em material termoplástico. Em todo o caso, o peso anunciado não é elevado, ficando-se pelos 186kg. Asas aerodinâmicas ao lado dos radiadores melhoram a carga aerodinâmica e acrescentam carga à dianteira, o que resulta na mitigação do levantamento da roda frontal a alta velocidade.

Em termos de cores há duas opções. Uma conjuga o vermelho, o cinzento e o carbono mate – Ago Red, Dark Metallic Matt Grey e Matt Carbon. Outra junta cinzento, amarelo e carbono mate – Metallic Avio Grey, Fluo Yellow, Dark Metallic Matt Grey, Matt Carbon.


[Imagem: M58A6975@-min_MV-Agusta-Brutale-1000RR.jpg]

[Imagem: M58A6787@-min_MV-Agusta-Brutale-1000RR.jpg]
[Imagem: M58A5914@-min_MV-Agusta-Brutale-1000RR.jpg]

» Model 2020 series declined from the exclusive edition Oro Series 2019
» 4 cylinders in line of 998 cm3
» Maximum power: 208 hp. at 13,000 turns
» Max torque: 116.5 Nm at 11,000 rpm
» Vmax announced: 300 km / h
» Aerodynamic supports
» Old 4 cylinder base completely overhauled
» Arrow Exhaust System Valve, 4-1-4
» New EM2.0 electronic management unit specially dedicated to the 4-cylinder platform
» Ride By wire, 4 modes of conduct
» Inertial unit: TC (8 levels + OFF), anti-wheelie, AR wheel lift control,
» Starting simulator
» Quickshifter
» frame mix: steel and platinum tubes in aluminum = tradition MV + aluminum single-sided
» Öhlins Nix EC fork, electronic hydraulic adjustment, manual preload
» Öhlins TTX shock absorber, electronic hydraulic adjustment, manual preload
» The Öhlins steering damper is also electronically managed
» Same braking as the Oro: Brembo Stylema monobloc radial callipers, 320 mm discs
» ABS Bosch 9 Plus with Race Mode
» LED lights, daytime running lights and cornering lights
» Forged aluminum wheels (carbon fiber rims on Serie Oro)
» Steel screwdriver (titanium on Oro Series)
» 186 kg dry
» 5 'TFT display, connected
» Speed ​​regulator


https://pt.motorcyclesports.net/noticias...de-emocao/

[Imagem: zX4Kq81.png]

Responder
#2

Se a outra precisa de ter asas para se manter no chão, esta sem asas....voa mais alto lol

a Agusta tem uma beleza propria no desenho dos colectores etc, acho-a demasiado compacta, visualmente muito motor num bocadinho só...e o farol um pouco a puxar o clássico, mas continua uma mota bastante apelativa no seu design.
Responder
#3

Sapiens com aquela intervenção cmtv e depois com aquele apagar de post à areias.

Nice bike, provávelmente será a mais cara de todo o segmento como sempre assim como a menos vendida.
Responder
#4

Aquele farol é feio como o crl, tirando isso era mota engracada para ir ao pão!
Responder
#5

Já podemos falar de motas? lol

CBF600SA
______________________

[Imagem: hmcSPs3.jpg]
Responder
#6

Responder
#7

Só é pena custar 20k...
Responder
#8

A sfv4 vais custar 19900 a base e 22900 a S, a superduke nova 18700, a zh2 19000, parece-me um preço ajustado à concorrência no mercado hypeenaked.
Responder
#9

Não estou a dizer que não vale os 20k... falta é os 20k deste lado cry
Responder
#10

Somos 2, infelizmente, cry
Responder




Utilizadores a ver este tópico: 1 Visitante(s)