[Mota seguinte] BMW K1200 S VS HONDA VFR 1200
#11

Olha... nem mais a calhar...

A K é isso tudo que dizes, já andei algumas vezes e concordo, agora a VFR para mim é uma incógnita... já que só a vi em "papel" ainda não vi nenhuma ao vivo.... mas estranhei dizeres que a qualidade deixa a desejar...

Oxidação? numa moto recente? quantos quilómetros essa unidade tinha... mas assim em algum parafusito ou notava-se uma degradação generalizada?

Não percebi o que queres dizer com os plásticos... referes-te a folgas nos encaixes ou deformações do molde, ou o próprio material...

As antigas VFR750 mexiam-se muito bem... e gosto tanto delas que cada vez que trocava de moto ela vinha sempre para cima da mesa... a VFR tem uns 170cv, consegue-se fazer arranques à "capirossi" ou é tudo suave... muito provavelmente da gestão electrónica do motor... digo eu... tem algum tipo de escolha para os comportamentos de resposta do motor?

[Imagem: SM4eYt9.png]
Responder
#12

(22-10-2015 às 17:51)carlos-kb Escreveu:  Rod.... e o que achaste da suspensão duolever (hossack) - paralever II, na K? Como se comportava em termos de travagem ou nas irregularidades de piso?

Na VFR, quando dizes que é um pãozinho meio-sal, quer dizer o quê? Que falta o típico "pontapé nas costas"?

Achei interessante, ao principio notasse que é algo diferente, o afundar etc...andei no modo normal e confort, faltou o sport, o normal, para o dia a dia é o ideal, o confort talvez com pendura se note mais a sua necessidade.

Por pãozinho meio-sal, quero dizer que falta o empurrão, talvez porque que estou habituado à Rum.
Responder
#13

Lone.... óbvio que não se espera de uma VFR o comportamento de uma R1 ou de uma HP4.... por diversos factores. Mas o facto de haver tanta gente a dizer a dizer que o que decepciona e mesmo o motor, é que me deixa (algo) apreensivo. Como sabes, gosto da VFR1200, mas era moto que nunca compraria sem tirar a fundo todas estas dúvidas... e ter opinião "by myself".

Agradeço a disponibilidade.... e se até lá, não conseguir TD pelas vias oficiais.... aceitarei de bom grado!

Quanto à qualidade de construção (ou falta dela), é que foi surpresa. Ou a Honda já não é o que era?

[Imagem: zX4Kq81.png]

Responder
#14

(22-10-2015 às 17:53)Rod Escreveu:  Eu não disse que era amorfa, pensei que fosse mais espevita, obviamente que numa dúzia de quilómetros não posso tecer outro tipo de comentários, o motor não se negou a nada, mas......

Mas não tem aquela subida desemfriada de rotações própria de um 4 em linha!

Dorothy em 3 e 4 joga-te para trás como se de um turbo se tratasse.
Quando metes 5 vais a 200!

Um 4 em linha gritava, o V4 ronronea e são essas as sensações que nos fazem pensar que algo lhe falta ao motor.

Eu como tenho um 4 em linha que foi referência no mercado posso fazer essa comparativa e claro, dá muito mais pica acelarar na Maria só de ouvir os assobios de admissão mesmo debaixo dos teus queixos!
Mas em termos practicos a Dorothy acelera melhor, põe mais potencia na roda e galga terreno mais rapido!

I just don't run with the crowd!

www.loneriderendlessroad.com
Responder
#15

(22-10-2015 às 17:55)nelsonajm Escreveu:  Olha... nem mais a calhar...

A K é isso tudo que dizes, já andei algumas vezes e concordo, agora a VFR para mim é uma incógnita... já que só a vi em "papel" ainda não vi nenhuma ao vivo.... mas estranhei dizeres que a qualidade deixa a desejar...

Oxidação? numa moto recente? quantos quilómetros essa unidade tinha... mas assim em algum parafusito ou notava-se uma degradação generalizada?

Não percebi o que queres dizer com os plásticos... referes-te a folgas nos encaixes ou deformações do molde, ou o próprio material...

As antigas VFR750 mexiam-se muito bem... e gosto tanto delas que cada vez que trocava de moto ela vinha sempre para cima da mesa... a VFR tem uns 170cv, consegue-se fazer arranques à "capirossi" ou é tudo suave... muito provavelmente da gestão electrónica do motor... digo eu... tem algum tipo de escolha para os comportamentos de resposta do motor?

Sim, oxidação em alguns parafusos, em alguns componentes, algo comum à mota toda. Eram mesmo algumas folgas que faziam com que os plásticos vibrem e rocem uns nos outros, perdendo o envernizado e a tinta, mesmo ao toque não me pareceram muito bons.
Não fiz arranques à MotoGP, mas não tem o disparo que estava à espera, é muito linear, tudo muito user friendly.
Responder
#16

(22-10-2015 às 17:55)nelsonajm Escreveu:  Olha... nem mais a calhar...

A K é isso tudo que dizes, já andei algumas vezes e concordo, agora a VFR para mim é uma incógnita... já que só a vi em "papel" ainda não vi nenhuma ao vivo.... mas estranhei dizeres que a qualidade deixa a desejar...

Oxidação? numa moto recente? quantos quilómetros essa unidade tinha... mas assim em algum parafusito ou notava-se uma degradação generalizada?

Não percebi o que queres dizer com os plásticos... referes-te a folgas nos encaixes ou deformações do molde, ou o próprio material...

As antigas VFR750 mexiam-se muito bem... e gosto tanto delas que cada vez que trocava de moto ela vinha sempre para cima da mesa... a VFR tem uns 170cv, consegue-se fazer arranques à "capirossi" ou é tudo suave... muito provavelmente da gestão electrónica do motor... digo eu... tem algum tipo de escolha para os comportamentos de resposta do motor?

Nelson.
A VFR foi a primeira mota da saga de carenagens de varias camadas (com o objectivo de orientar o calor do motor para o chão). Existem um serie de encaixes rapidos que são todos em plasticos utilizáveis (usar e deitar fora). Se nao existe um cuidado em repor esses utilizáveis as carenagens ganham vibrações parasitas. Coisas muito comuns nos carros, ppr exemplo, mas desta feita com consequências nefastas para a pintura da mota.
A pintura não é das melhores, isso é mais que sabido.
Mas o que mais me chateou foi o assento. Ainda bem que estava na garantia!

I just don't run with the crowd!

www.loneriderendlessroad.com
Responder
#17

(22-10-2015 às 18:00)carlos-kb Escreveu:  Quanto à qualidade de construção (ou falta dela), é que foi surpresa. Ou a Honda já não é o que era?

Não sei se é assim tão linear e transversal a outros modelos, mas defraudou as minhas expectativas.

A mota tem quatro anos e 31.000Kms.
Responder
#18

Uma coisa é certa.... já por diversas vezes me sentei na VFR1200F, e achei que em termos de ergonomia, está "au point".... pelo menos para o meu 1.75m! Chego sem dificuldade ao chão, o assento, por comparação com a minha ST, parece-me um nadinha mais baixo.

Gostei também da posição dos avanços sobre a mesa de direcção (que parece não descarregar muito sobre os pulsos) e altura dos punhos

Claro que não saí do sítio, ou seja, não pude sentir também a sua manobralidade, apesar do intimidante peso declarado de 270 kgs.

Continuo a achar uma pena já não haver unidades para TD! Uma moto de 16 mil euros (nova ou 17 mil, c/ DCT) não se compra sem experimentar.

[Imagem: zX4Kq81.png]

Responder
#19

(22-10-2015 às 18:01)LoneRider Escreveu:  
(22-10-2015 às 17:53)Rod Escreveu:  Eu não disse que era amorfa, pensei que fosse mais espevita, obviamente que numa dúzia de quilómetros não posso tecer outro tipo de comentários, o motor não se negou a nada, mas......

Mas não tem aquela subida desemfriada de rotações própria de um 4 em linha!

Dorothy em 3 e 4 joga-te para trás como se de um turbo se tratasse.
Quando metes 5 vais a 200!

Um 4 em linha gritava, o V4 ronronea e são essas as sensações que nos fazem pensar que algo lhe falta ao motor.

Eu como tenho um 4 em linha que foi referência no mercado posso fazer essa comparativa e claro, dá muito mais pica acelarar na Maria só de ouvir os assobios de admissão mesmo debaixo dos teus queixos!
Mas em termos practicos a Dorothy acelera melhor, põe mais potencia na roda e galga terreno mais rapido!

Sei que são motos e motores incomparáveis (a Rum em segunda marca bem mais que 150), mas senti mesmo falta do empurrão nas costas...e a K nesse sentido é mais semelhante.

Agora se alguém me pedir opinião, digo, sem problemas, não é má até é boa, mas esperaria mais, não do motor, mas de qualidade.
Responder
#20

(22-10-2015 às 18:15)carlos-kb Escreveu:  Uma coisa é certa.... já por diversas vezes me sentei na VFR1200F, e achei que em termos de ergonomia, está "au point".... pelo menos para o meu 1.75m! Chego sem dificuldade ao chão, o assento, por comparação com a minha ST, parece-me um nadinha mais baixo.

Gostei também da posição dos avanços sobre a mesa de direcção (que parece não descarregar muito sobre os pulsos) e altura dos punhos

Claro que não saí do sítio, ou seja, não pude sentir também a sua manobralidade, apesar do intimidante peso declarado de 270 kgs.

Continuo a achar uma pena já não haver unidades para TD! Uma moto de 16 mil euros (nova ou 17 mil, c/ DCT) não se compra sem experimentar.

Somos sensivelmente da mesma altura e também me senti bem em cima dela, em marcha o seu peso não se nota muito, é manobrável, confortável e assertiva, falta o tal meio sal.
Responder




Utilizadores a ver este tópico: 1 Visitante(s)