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Olha... nem mais a calhar...
A K é isso tudo que dizes, já andei algumas vezes e concordo, agora a VFR para mim é uma incógnita... já que só a vi em "papel" ainda não vi nenhuma ao vivo.... mas estranhei dizeres que a qualidade deixa a desejar...
Oxidação? numa moto recente? quantos quilómetros essa unidade tinha... mas assim em algum parafusito ou notava-se uma degradação generalizada?
Não percebi o que queres dizer com os plásticos... referes-te a folgas nos encaixes ou deformações do molde, ou o próprio material...
As antigas VFR750 mexiam-se muito bem... e gosto tanto delas que cada vez que trocava de moto ela vinha sempre para cima da mesa... a VFR tem uns 170cv, consegue-se fazer arranques à "capirossi" ou é tudo suave... muito provavelmente da gestão electrónica do motor... digo eu... tem algum tipo de escolha para os comportamentos de resposta do motor?
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22-10-2015 às 18:00 (Mensagem modificada pela última vez: 22-10-2015 às 18:02 por
carlos-kb.)
Lone.... óbvio que não se espera de uma VFR o comportamento de uma R1 ou de uma HP4.... por diversos factores. Mas o facto de haver tanta gente a dizer a dizer que o que decepciona e mesmo o motor, é que me deixa (algo) apreensivo. Como sabes, gosto da VFR1200, mas era moto que nunca compraria sem tirar a fundo todas estas dúvidas... e ter opinião "by myself".
Agradeço a disponibilidade.... e se até lá, não conseguir TD pelas vias oficiais.... aceitarei de bom grado!
Quanto à qualidade de construção (ou falta dela), é que foi surpresa. Ou a Honda já não é o que era?
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(22-10-2015 às 17:53)Rod Escreveu: Eu não disse que era amorfa, pensei que fosse mais espevita, obviamente que numa dúzia de quilómetros não posso tecer outro tipo de comentários, o motor não se negou a nada, mas......
Mas não tem aquela subida desemfriada de rotações própria de um 4 em linha!
Dorothy em 3 e 4 joga-te para trás como se de um turbo se tratasse.
Quando metes 5 vais a 200!
Um 4 em linha gritava, o V4 ronronea e são essas as sensações que nos fazem pensar que algo lhe falta ao motor.
Eu como tenho um 4 em linha que foi referência no mercado posso fazer essa comparativa e claro, dá muito mais pica acelarar na Maria só de ouvir os assobios de admissão mesmo debaixo dos teus queixos!
Mas em termos practicos a Dorothy acelera melhor, põe mais potencia na roda e galga terreno mais rapido!
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(22-10-2015 às 17:55)nelsonajm Escreveu: Olha... nem mais a calhar...
A K é isso tudo que dizes, já andei algumas vezes e concordo, agora a VFR para mim é uma incógnita... já que só a vi em "papel" ainda não vi nenhuma ao vivo.... mas estranhei dizeres que a qualidade deixa a desejar...
Oxidação? numa moto recente? quantos quilómetros essa unidade tinha... mas assim em algum parafusito ou notava-se uma degradação generalizada?
Não percebi o que queres dizer com os plásticos... referes-te a folgas nos encaixes ou deformações do molde, ou o próprio material...
As antigas VFR750 mexiam-se muito bem... e gosto tanto delas que cada vez que trocava de moto ela vinha sempre para cima da mesa... a VFR tem uns 170cv, consegue-se fazer arranques à "capirossi" ou é tudo suave... muito provavelmente da gestão electrónica do motor... digo eu... tem algum tipo de escolha para os comportamentos de resposta do motor?
Nelson.
A VFR foi a primeira mota da saga de carenagens de varias camadas (com o objectivo de orientar o calor do motor para o chão). Existem um serie de encaixes rapidos que são todos em plasticos utilizáveis (usar e deitar fora). Se nao existe um cuidado em repor esses utilizáveis as carenagens ganham vibrações parasitas. Coisas muito comuns nos carros, ppr exemplo, mas desta feita com consequências nefastas para a pintura da mota.
A pintura não é das melhores, isso é mais que sabido.
Mas o que mais me chateou foi o assento. Ainda bem que estava na garantia!
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Uma coisa é certa.... já por diversas vezes me sentei na VFR1200F, e achei que em termos de ergonomia, está "au point".... pelo menos para o meu 1.75m! Chego sem dificuldade ao chão, o assento, por comparação com a minha ST, parece-me um nadinha mais baixo.
Gostei também da posição dos avanços sobre a mesa de direcção (que parece não descarregar muito sobre os pulsos) e altura dos punhos
Claro que não saí do sítio, ou seja, não pude sentir também a sua manobralidade, apesar do intimidante peso declarado de 270 kgs.
Continuo a achar uma pena já não haver unidades para TD! Uma moto de 16 mil euros (nova ou 17 mil, c/ DCT) não se compra sem experimentar.