28-11-2019 às 13:59
A única razão plausível é que um Paralel twin é muito mais barato de produzir.
Depois, para o tipo de uso é a proposta mais barata.
Dizer que uma CBF só tem altas é ofender qualquer RR desde que elas existem.
Convém, antes de opinar, saber conduzir.
No entanto devo reconhecer que em ambiente citadino a NC é muito mais eficiente, até porque o motor às 6000 rpm já está morto, enquanto o gato morto do terra continua a acelerar.
É aqui que reside a maior diferença entre estas motas.
A CBF apresenta um motor muito mais elástico e versátil, bem mais utilizável em ambientes que não sejam urbanos.
Na versão de mini saia era uma moto muito completa dentro das utilitárias da altura.
Agora existe algo que convém perceber, não se deve comparar a entrega de potência e binário entre ums tetra e um bicilíndrico porque não existe uma igualdade de circunstâncias (salvo a particularidade de que ambos estão capados).
Ambos, por mais comparações que se façam, continuam a ter defeitos e virtudes que derivam directamente da sua configuração.
Se um fosse a escolher entre as duas, preferia a suavidade do tetra mesmo que isso me obrigasse a trabalhar mais com a caixa para o manter na banda utilizável (que na CBF é bastante baixa). Sejam com muito ou pouco vigor o Paralel Twin vai emitir mais vibrações e será menos dócil de reacções, mesmo sendo o gato morto que todos sabemos.
A CBF tem, teóricamente, mais travões, uma ciclistica mais convencional e que deriva que uma mota que era famosa pela sua agilidade, assim como conforto suficiente para fazer viagens mais longas (comparado com a NC-X).
Não sei o que o Ruella vai pretender com esta nova aquisição, mas se eu fosse o Ruella, lentinho como sou e quisesse uma mota para curtir a cidade e fazer umas incursões pelas planícies Alentejanas teria uma CBF. Mas se, ao contrário, só quero ir trabalhar e fazer os recados do dia a dia, a NC seria a melhor opção, dado que é uma mota menos exigente, mais económica e que, apesar de não vibrar muito, as suas vibrações não iam ser um problema de maior dado que as deslocações iriam ser curtas.
Depois, para o tipo de uso é a proposta mais barata.
Dizer que uma CBF só tem altas é ofender qualquer RR desde que elas existem.
Convém, antes de opinar, saber conduzir.
No entanto devo reconhecer que em ambiente citadino a NC é muito mais eficiente, até porque o motor às 6000 rpm já está morto, enquanto o gato morto do terra continua a acelerar.
É aqui que reside a maior diferença entre estas motas.
A CBF apresenta um motor muito mais elástico e versátil, bem mais utilizável em ambientes que não sejam urbanos.
Na versão de mini saia era uma moto muito completa dentro das utilitárias da altura.
Agora existe algo que convém perceber, não se deve comparar a entrega de potência e binário entre ums tetra e um bicilíndrico porque não existe uma igualdade de circunstâncias (salvo a particularidade de que ambos estão capados).
Ambos, por mais comparações que se façam, continuam a ter defeitos e virtudes que derivam directamente da sua configuração.
Se um fosse a escolher entre as duas, preferia a suavidade do tetra mesmo que isso me obrigasse a trabalhar mais com a caixa para o manter na banda utilizável (que na CBF é bastante baixa). Sejam com muito ou pouco vigor o Paralel Twin vai emitir mais vibrações e será menos dócil de reacções, mesmo sendo o gato morto que todos sabemos.
A CBF tem, teóricamente, mais travões, uma ciclistica mais convencional e que deriva que uma mota que era famosa pela sua agilidade, assim como conforto suficiente para fazer viagens mais longas (comparado com a NC-X).
Não sei o que o Ruella vai pretender com esta nova aquisição, mas se eu fosse o Ruella, lentinho como sou e quisesse uma mota para curtir a cidade e fazer umas incursões pelas planícies Alentejanas teria uma CBF. Mas se, ao contrário, só quero ir trabalhar e fazer os recados do dia a dia, a NC seria a melhor opção, dado que é uma mota menos exigente, mais económica e que, apesar de não vibrar muito, as suas vibrações não iam ser um problema de maior dado que as deslocações iriam ser curtas.

