31-10-2017 às 11:40
Em relação ao tópico...
Dessa listagem, há motos que nada me dizem ou até vejo de bom grado saírem dos catálogos (não obstante de algumas até já terem as suas substitutas), e outras que definitivamente tenho pena que sejam descatalogadas (ainda que muitas delas já não figurem sequer nos catálogos dos importadores nacionais).
já Lavoisier dizia que "nada se perde, nada se ganha.... tudo se transforma".
Motos que IMHO, acho que bem podem ir "c'os porcos" que não me chateia de todo:
Todas as Avarilias referidas.
Nas Benelli pelos vistos os chineses esgotaram de vez o stock dos velhos tricilindricos que lá tinham ficado da década passada. E perde de vez a ligação ao seu passado, assumindo-se de vez como uma marca de motos chinesas de baixa cilindrada.
Nas Ducati, com a X-Diavel, quem é que ainda pensa na Diavel? Ainda mais com malinhas "amaricadas".
Na HD, aquilo é quase tudo mais do mesmo, pelo que saírem umas e entrarem outras, quase não se dá conta.
Na Honda, muitos daqueles modelos já não estavam no catálogo tuga. Ainda assim a CBF1000 e a NCoisa, fazem cá tanta falta como a fome. De qualquer forma, não sei o volume de vendas que a NCoisa tem nos outros países, mas cá, olhando ao que vende (ou vem aí substituta), ou o pessoal que compra uma moto só olhando a consumos vai ter de repensar escolhas. Depois a F6B, não faz sentido existir, se não em países como os USA. E a CB1000R vai ser renovada.
Nas alfaces, as 300 serão substituídas pelas novas 400, portanto também é troca por troca. E com a Z900 a ocupar a vaga, não há grande lugar para a 800. De resto, estando as 600 supersport em extinção, a ZX-6R também segue a tendência natural (a não ser que tenha aí mais um restyle). Das Vulcan não comento, pois podiam nem existir, que não dava pela falta delas.
Na KTM, a 1190, com a 1290, também já há muito que não faz grande sentido. No entanto, e a não ser que a KTM despreze a concorrência nipónica das adventure de litro, não sei se tirar a 1050 será um passo acertado.
Na Guzzi, a Stelvio também não deixa grande saudade.
Nas Suzettes, descatalogar a SV650, 2 anos depois do seu regresso, só prova a má aposta que foi... pegar numa plataforma e num motor com mais de 2 décadas, mostrou que a mota não foi mais que a continuidade do flop que já era Gladius.
Na marca de soutiens, não há qualquer mágoa de ver desaparecer ferros. Até porque o único que faz a diferença é mesmo a Rocket III. A Trophy (apesar do modelo actual ser bem diferente daquele que está na foto), nunca se assumiu seriamente no mercado das touring. Mais falta certamente faria uma Sprint GT que uma Trophy.
Nos pianos, as XJ6 também há muito que cansaram, e actualmente estavam quase complemente sós, a par da CB650F, no mercado das utilitárias com um inline4. A "trepideira da Tenere 660 também está sozinha no mercado e acho que "crescer", mantendo os seus dotes para a terra, para se bater coma actual Africa twin, era interessante (para não falar que aquele Minarelli está velho e casnado). A FZ8 com uma MT-09, melhor em tudo que ela, também não faz sentido... bis para a FZ1, em relação á MT-10.
Entretanto, tenho pena que saiam:
A Honda VFR1200F... apesar de em PT estar descatalogada desde Janeiro, não deixa de ser uma das melhores e mais completas motos dentro do conceito de Sport-Touring. Ao invés de a retirarem, poderiam fazer-lhe uma "lavagem de cara", pois são 7 anos sem grandes alterações (e as que houve em 2013, foram mais interiores que outra coisa), mas percebo que os argumentos das vendas tem o seu peso, num segmento que está totalmente moribundo e a espera apenas da estocada final.
Simpatizo com a Griso.... e acho que era quase unicamente a grande concorrente da RNineT. Perde-se uma interessante roadster.
A Norge 1200 é certo que sempre teve um mercado residual. Sendo quase um meio termo entre uma ST e uma GT, perde-se uma moto que apesar de mostrar números modestos, era uma alternativa válida às RT's e afins.
A Brutale 675 também tenho pena que "salte fora". Para além da porta de entrada na gama das Agustinhas, é uma aguerrida e bonita streetfighter, com um interessante motor e um design de fazer revirar olhos. De repente, ter uma MV vai ficar (ainda) mais caro.
A Daytona é com alguma mágoa que a vejo sair (outra que em Portugal já nem sequer figurava nas tabelas de vendas). Mas marca o fim de um ciclo e de um nome de prestígio, na marca de Hinckley.... e o fim da saga de desportivas vindas das terras de "Sua Majestade".
Dessa listagem, há motos que nada me dizem ou até vejo de bom grado saírem dos catálogos (não obstante de algumas até já terem as suas substitutas), e outras que definitivamente tenho pena que sejam descatalogadas (ainda que muitas delas já não figurem sequer nos catálogos dos importadores nacionais).
já Lavoisier dizia que "nada se perde, nada se ganha.... tudo se transforma".
Motos que IMHO, acho que bem podem ir "c'os porcos" que não me chateia de todo:
Todas as Avarilias referidas.
Nas Benelli pelos vistos os chineses esgotaram de vez o stock dos velhos tricilindricos que lá tinham ficado da década passada. E perde de vez a ligação ao seu passado, assumindo-se de vez como uma marca de motos chinesas de baixa cilindrada.
Nas Ducati, com a X-Diavel, quem é que ainda pensa na Diavel? Ainda mais com malinhas "amaricadas".
Na HD, aquilo é quase tudo mais do mesmo, pelo que saírem umas e entrarem outras, quase não se dá conta.
Na Honda, muitos daqueles modelos já não estavam no catálogo tuga. Ainda assim a CBF1000 e a NCoisa, fazem cá tanta falta como a fome. De qualquer forma, não sei o volume de vendas que a NCoisa tem nos outros países, mas cá, olhando ao que vende (ou vem aí substituta), ou o pessoal que compra uma moto só olhando a consumos vai ter de repensar escolhas. Depois a F6B, não faz sentido existir, se não em países como os USA. E a CB1000R vai ser renovada.
Nas alfaces, as 300 serão substituídas pelas novas 400, portanto também é troca por troca. E com a Z900 a ocupar a vaga, não há grande lugar para a 800. De resto, estando as 600 supersport em extinção, a ZX-6R também segue a tendência natural (a não ser que tenha aí mais um restyle). Das Vulcan não comento, pois podiam nem existir, que não dava pela falta delas.
Na KTM, a 1190, com a 1290, também já há muito que não faz grande sentido. No entanto, e a não ser que a KTM despreze a concorrência nipónica das adventure de litro, não sei se tirar a 1050 será um passo acertado.
Na Guzzi, a Stelvio também não deixa grande saudade.
Nas Suzettes, descatalogar a SV650, 2 anos depois do seu regresso, só prova a má aposta que foi... pegar numa plataforma e num motor com mais de 2 décadas, mostrou que a mota não foi mais que a continuidade do flop que já era Gladius.
Na marca de soutiens, não há qualquer mágoa de ver desaparecer ferros. Até porque o único que faz a diferença é mesmo a Rocket III. A Trophy (apesar do modelo actual ser bem diferente daquele que está na foto), nunca se assumiu seriamente no mercado das touring. Mais falta certamente faria uma Sprint GT que uma Trophy.
Nos pianos, as XJ6 também há muito que cansaram, e actualmente estavam quase complemente sós, a par da CB650F, no mercado das utilitárias com um inline4. A "trepideira da Tenere 660 também está sozinha no mercado e acho que "crescer", mantendo os seus dotes para a terra, para se bater coma actual Africa twin, era interessante (para não falar que aquele Minarelli está velho e casnado). A FZ8 com uma MT-09, melhor em tudo que ela, também não faz sentido... bis para a FZ1, em relação á MT-10.
Entretanto, tenho pena que saiam:
A Honda VFR1200F... apesar de em PT estar descatalogada desde Janeiro, não deixa de ser uma das melhores e mais completas motos dentro do conceito de Sport-Touring. Ao invés de a retirarem, poderiam fazer-lhe uma "lavagem de cara", pois são 7 anos sem grandes alterações (e as que houve em 2013, foram mais interiores que outra coisa), mas percebo que os argumentos das vendas tem o seu peso, num segmento que está totalmente moribundo e a espera apenas da estocada final.
Simpatizo com a Griso.... e acho que era quase unicamente a grande concorrente da RNineT. Perde-se uma interessante roadster.
A Norge 1200 é certo que sempre teve um mercado residual. Sendo quase um meio termo entre uma ST e uma GT, perde-se uma moto que apesar de mostrar números modestos, era uma alternativa válida às RT's e afins.
A Brutale 675 também tenho pena que "salte fora". Para além da porta de entrada na gama das Agustinhas, é uma aguerrida e bonita streetfighter, com um interessante motor e um design de fazer revirar olhos. De repente, ter uma MV vai ficar (ainda) mais caro.
A Daytona é com alguma mágoa que a vejo sair (outra que em Portugal já nem sequer figurava nas tabelas de vendas). Mas marca o fim de um ciclo e de um nome de prestígio, na marca de Hinckley.... e o fim da saga de desportivas vindas das terras de "Sua Majestade".

