21-01-2015 às 02:31
Bem, comparando os Hossak com as frentes convencionais há diferenças na geometria sim. Têm valores de rake e trail mais pequenos, e a razão prende-se com o facto de que uma frente convencional altera a geometria quando travas ou entras numa curva com a frente muito "carregada" o que vai diminuir muito estes valores e destabilizar a mota - logo o engenheiro tem de precaver isto e dar margem de manobra. A frente Hossak não muda o rake e o trail, mesmo que o não tenha muito anti-dive.
Ainda ando a procura de fotos adequadas das Moto2
Eu sinceramente não estou preocupado com os valores que estou a obter, estou mesmo muito satisfeito. A M1 foi a mais dificil até agora e mesmo assim consegui chegar lá bem. Eu sei o tamanho dos discos, jantes, distância entre eixos, etc e jogando várias imagens da mesma mota, escalo os componentes no CAD e consigo resultados muito bons.
O problema é como os tratar e tomar decisões com base nisso. Para já, factorizando o peso e potência consigo achar valores que tenho a certeza que me iam dar uma mota com um excelente compromisso entre estabilidade e agilidade mas... seria melhor do que a base? Os dados dizem-me que devo comprometer a agilidade, o que faz sentido: já li muitos casos/queixas de que motas muito ageis para a rua (Superduke R p.ex) leva a muita queda em pista. E a minha experiência/gosto pessoal também em diz o mesmo: motas que caem demasiado depressa para a curva levam a ter que ajustar a trajectória a meio da curva, e se não tenho muito power já sei que vou perder velocidade/tempo nessa curva.
Ainda ando a procura de fotos adequadas das Moto2
Eu sinceramente não estou preocupado com os valores que estou a obter, estou mesmo muito satisfeito. A M1 foi a mais dificil até agora e mesmo assim consegui chegar lá bem. Eu sei o tamanho dos discos, jantes, distância entre eixos, etc e jogando várias imagens da mesma mota, escalo os componentes no CAD e consigo resultados muito bons.
O problema é como os tratar e tomar decisões com base nisso. Para já, factorizando o peso e potência consigo achar valores que tenho a certeza que me iam dar uma mota com um excelente compromisso entre estabilidade e agilidade mas... seria melhor do que a base? Os dados dizem-me que devo comprometer a agilidade, o que faz sentido: já li muitos casos/queixas de que motas muito ageis para a rua (Superduke R p.ex) leva a muita queda em pista. E a minha experiência/gosto pessoal também em diz o mesmo: motas que caem demasiado depressa para a curva levam a ter que ajustar a trajectória a meio da curva, e se não tenho muito power já sei que vou perder velocidade/tempo nessa curva.

