(20-01-2015 às 17:29)Duke Escreveu: O maior interesse deste artigo era mesmo ver até que ponto alguém deste fórum conseguiria tentar entender os dados que eu proponho e dar a sua própria análise. Foi imbecilidade e ingenuidade minha esquecer-me que o primeiro passo da Internet é desacreditar as informações dadas.
Este fórum tem os utilizadores activos do antigo motonline.
Sendo que o tema que trazes foi já abordado por lá, parece-me lógico que desperte a atenção exactamente das mesmas pessoas.
(20-01-2015 às 17:29)Duke Escreveu: Os dados (geométricos) foram obtidos dissecando várias imagens ortográficas da vista do lado esquerdo da mesma mota, escalando de acordo com componentes conhecidos. Utilizaram-se várias imagens para confirmação de dados, visto que não existem fotos ortográficas puras e existe sempre perspectiva (o pior caso doi da M1)
Recorrendo ao primeiro passo da internet, que é desacreditar as informações dadas... não estás a ser demasiado optimista nas medições?
Digo isto porque tenho recorrido à mesma técnica para simular resultados de algumas potenciais transformações recorrendo a fibras e acessórios de outros construtores no mercado. E o resultado deixa sempre um bocadinho a desejar...
A minha técnica é um bocado rudimentar... mas também nunca me refiro a ela como rocket science.
Tal como os objectivos são por norma pouco pretensiosos.
(20-01-2015 às 17:29)Duke Escreveu: Adiante... Se vieres a Faro convido-te para uma imperial (pagas tu) e eu mostro-te o mundo de ficheiros e dados que tenho no PC
Tenho todo o gosto em pagar uma ou até mais.
Não vou regularmente a Faro. Mas não fica esquecido.
Aliás, se estiveres interessado em trabalhar em algo real... até teria gosto em aceitar sugestões para o subquadro que pretendo construir, embora ainda esteja numa fase de esboço.
(20-01-2015 às 17:29)Duke Escreveu: DFelix, manda lá bitaites a comparar motas que isso é que eu queroQueres mais motas é?
Só referi a Britten como um mau exemplo, porque não é uma moto convencional.
O misticismo passa mais pelas soluções adoptadas e forma como foi concebida o que naturalmente gera alguma fantasia.
Por acaso fico curioso com os dados das motos equipadas com hossack face aos convencionais.
(20-01-2015 às 17:29)Duke Escreveu: Quanto ás minhas conclusões até agora, fiquei surpreso pela moderação no trém frontal das MotoGP. Estava a espera de geometrias mais radicais e agressivas (motos ageis) e no entanto vejo rakes bem conservadores (estáveis)
Não me espanta por uma razão muito simples: potência.
Há muito mais potência a colocar no chão. Tal como essa potência consegue ser aplicada em ângulos de inclinação estupidamente superiores ao das motos convencionais.
A electrónica e as ordens de explosão que favorecem a tracção também cumprem a sua parte.
Tens dados que torne possível comparar a classe de Moto2 entre si, e claro, com as actuais superdesportivas 600cc do mercado?
Parece-me uma análise interessante.
Afinal, todas as motos utilizam o mesmo motor (baseado no da CBR600RR). A grande diferença é precisamente ao nível da abordagem que os construtores (Kalex, Suter, FTR, ...) utilizam no desenvolvimento dos seus "quadros".


