Desabafos
#71

Ontem faleceram 4 companheiros, não foram 2.



Sent from my Nokia 3310 using Morse code
Responder
#72

Pois, peço desculpa também nao mencionei o acidente em especifico, estava a falar daquele em paredes.
Responder
#73

Ontem passei a 10km da estrada onde esses morreram e tive também um pequeno stress com um palhaço que vinha em sentido contrário a cortar as curvas.

Mais do que o investimento e o gosto, a minha decisão sobre saltar da 125 para uma maior cilindrada está principalmente condicionada por isso que dizes. Terei de me mentalizar que tomei essa decisão e que vou ter de viver com ela, independentemente do desfecho. Aceitar que eu posso fazer tudo o que estiver no meu alcance (equipamento top, condução defensiva, etc) e mesmo assim um filho da p fuder-me a vida de um segundo para o outro. Confesso que ainda estou indeciso.
Responder
#74

Tento sempre nunca sair nos dias e nas estradas onde é mais provável andarem domingueiros.

É um acréscimo de risco desnecessário.

RIP aos que já não andam entre nós.

Honda CX 400 '83 Eurosport
Responder
#75

Tento sempre cagar nisso tudo.
E em caso de dúvida....

Acelera! devil



Eu cruzo-me com milhares de camiões cada día.
E se...
Se entrarmos na cena da casuística vamos viver atormentados...
E se cagassemos nisso tudo o fossemos andar de mota?

I just don't run with the crowd!

www.loneriderendlessroad.com
Responder
#76

O risco inerente a quem anda de mota, é em proporcionalidade (igual, para mais ou para menos) a outras tantas actividades. Ainda este fim de semana morreram quase 300 pessoas, porque simplesmente estavam no local errado à hora errada... grande parte delas inclusivé, em igrejas (sim, quem pensaria que seria aí aonde passariam o seu último momento?).

Já dizia a minha avózinha, que para se morrer, só tem de existir uma condição... estar vivo!

Viver é um risco. Andar de mota pode exponenciar essa probabilidade? Pode!
Mas desde que haja uma ínfima probabilidade (maior ou menor), existe sempre o risco.
Fazer o que quer que seja simplesmente a pensar nesse risco, quando se torna obsessão, retira-nos a essência e o porquê de voluntariamente nos expormos a esse risco. Nem é deixando de o fazer, que nos imuniza a outros tantos riscos.

Infelizmente só podemos de lamentar os que partiram.

[Imagem: zX4Kq81.png]

Responder
#77

(22-04-2019 às 16:21)MagJet Escreveu:  Tento sempre nunca sair nos dias e nas estradas onde é mais provável andarem domingueiros.

É um acréscimo de risco desnecessário.

RIP aos que já não andam entre nós.

Acho que não existe muito por onde evitar...provavelmente estás mais habilitado a ter algum stress num dia não tão problemático do que num dia recheado de domingueiros, precisamente porque estás à espera deles.... não acredito em destinos traçados, nem nada disso, mas se tiver de acontecer....acontece...! Como já disseram, não penso nisso! ....

[Imagem: ibVN1KS.jpg]
Responder
#78

Eu já deixei foi o recado entregue a quem de direito (neste caso, a minha gaja): se ficar estropiado, ela que trate de me despachar assim que possível. Não quero viver sem dignidade. cool
Responder
#79

Estatisticamente falando, aos domingos evito é a igreja como se fosse a peste negra, historicamente falando, são pontos onde tendem a acontecer merda.

Prefiro andar de mota.
Responder
#80

Eu nem é tentar evitar, não penso porque nunca me passa pela cabeça. Já tive pessoas de família e amigos de amigos que faleceram a andar de mota/carro, que ficaram com condições permanentes, etc.
É a vida meus amigos, um dia cá estamos e outro dia não. Pensar nisso não faz sentido. Pode ser um pouco frio, mas é assim.
Para mim a mota compensa todos os riscos e vai sempre compensar, sempre.
Responder




Utilizadores a ver este tópico: 1 Visitante(s)