(10-01-2017 às 14:05)Fz1000 Escreveu: Se te mandarem parar o segredo é não parar, ainda por cima essa R3 chega fácil aos 200. 
Hum..... só com uma mera opinião, não acredito muito nisso! Fico à espera de uma segunda opinião, especialmente se for a do Vindaloo!
(10-01-2017 às 15:16)dfelix Escreveu: O que me chamou a atenção inicialmente foi isto...
![[Imagem: standards_zpsfl1mmqgw.jpg]](http://i1198.photobucket.com/albums/aa448/dfelixpt/Motociclismo/forumposts/standards_zpsfl1mmqgw.jpg)
Mas andas a pesquisar sobre a RNineT?
Ânsia de juntar na mesma moto, uma mamalhuda e uma com veia "flanelista"?
(10-01-2017 às 15:16)dfelix Escreveu: (10-01-2017 às 13:00)carlos-kb Escreveu: O que vem a seguir? Voltar a ser obrigatório colar duas tiras vermelhas no capacete, como era nos anos 80 e 90?!

Se existir um mínimo de bom senso, os reflectores laterais devem chegar e sobrar.
Ainda que por norma e pelo que temos sentido na pele nos últimos anos, bom senso é coisa que tem faltado q.b. aos legisladores nesta matéria de fazer leis para motos.... a juntar ao facto que certamente muitos deles nunca devem sentado o lustroso traseiro de calças de fazenda em cima de uma.
Não sei porquê, mas começa a pairar no ar algo do tipo do que se respirava algures pelos 90's e que culminou nas Eurodemos...
Com o receio que se a coisa começar a estrangular, e face aquilo que actualmente é a maioria da comunidade motociclística, não sei se haverá "tomates" para repetir o que se passou nesses tempos e que impediu que hoje andássemos todos com motos tipo NC.
(10-01-2017 às 15:16)dfelix Escreveu: Os reflectores no capacete deixaram de fazer sentido quando passou a ser obrigatório reflectores nas traseiras motos.
Certamente te recordas que nos anos 90 muitas tinham um reflector vermelho aparafusado por baixo da matricula.
Porque muitas nem o traziam de fábrica.
Entretanto como se foi tornando um standard, passou a se incluído de forma mais ou menos discreta e hoje já não nos incomoda tanto.
Em 1992 na minha 1ª. motorizada, uma Famel XF25S, já trazia o reflector embutido no farolim traseiro. E até mesmo a anterior XF17 dos anos 80 o contemplava!
E nas rodas era obrigatório ter os ditos reflectores laterais amarelos ou laranja, que podiam ser circulares ou rectangulares.
Curiosamente, na CB Two Fifty, que comprei em 1995, contemplava o reflector á parte e pendurado no "bacalhau".
Porém, até finais de 90, era acto continuo, na compra de um capacete, a aquisição também das duas tiras rectangulares vermelhas reflectoras, para colar atrás na calota. E ter essas faixas reflectoras, para os senhores da farda, era tão ou mais importante que ter os documentos em ordem!
De qualquer forma, percebe-se, pois era raro haver ainda equipamento para motociclistas com zonas reflectoras e/ou fotoluminescentes. e digamos que a iluminação nas motos (naquelas que a tinham a funcionar minimamente em condições), ainda era algo difuso.
(10-01-2017 às 15:16)dfelix Escreveu: A França é que continua a ser um país altamente repressor para com os motociclistas.
Pode ter levantado a restrição dos 100cv recentemente, mas mantém todo um conjunto de regras apertadas que inclui um kit de autocolantes que torna o capacete folclórico.
E ainda assim, com todas as condicionantes rígidas e "contornos feitos" às normativas europeias na matéria, ter e andar de moto em França, é algo muito mais abrangente, comum e natural, que em Portugal.