Comportamentos nos passeios Motonliner's
#11

Não sei o que se passou com o rapaz nem sei o porquê de não aparecer mais. Mas aconteceu lol
Responder
#12

(03-10-2017 às 15:18)OFFICER Escreveu:  Nunca tive receio de me perder, porque tenho boa memória e é só voltar para trás. Mas isso sou eu, não quer dizer que os outros sejam o mesmo.

Recordo-me de um passeio que houve e que eu não fui, mas que incluia um rapaz novato de CB500. Ele nunca mais voltou, mas só os presentes saberão o que se passou.

Depois a parvoice de só andar a assapar, também pode fazer azares acontecerem, como os novatos quererem acompanhar e acabarem por fazer m**** da grossa.

Officer.... apesar de não me lembrar desse caso da CB500 (aliás, CB500 que participaram só me lembro da do Veríssimo e a da do BadAttitude, mas qualquer um deles não têm ido aos passeios por outro motivos), estás a tentar pegar em casos isolados, que são a excepção e nunca foram a regra.... e pior, em situações que tu próprio afirmas que não estavas lá.
Falar sem conhecimento de causa é fdd.

Aliás, as únicas situações desse tipo foi de uma Transalp, no passeio das pontes.... e aconteceu sob determinadas circunstâncias que sabes bem quais foram (o PedroMT-07 estava presente)... uma outra vez no Bombarral, em que o Michel e o Caroço também se perderam... e depois tivemos o 2º NS, mas isso aconteceu pela minuciosa (des)organização do Inc  lol  e de uma caravana imensa de cerca de 2 dezenas de motas.

Quanto à tua tirada de um novato fazer merda por tentar acompanhar outros com mais k.d.u., parece-me  descabido e relativo. Todos somos crescidinhos o suficiente para saber quais as nossas limitações e aquilo que (não) devemos fazer, certo? É que faz lembrar a velha sabedoria popular tão apregoada pelo Marco, desta feita sobre o "mandar-se para dentro de um poço"!!!
Aliás, para fazer merda na estrada, não precisas de estar acompanhado ou seres espicaçado pelos demais, certo?  devil

[Imagem: zX4Kq81.png]

Responder
#13

Andar de mota em grupo pode ser uma coisa fantástica como pode ser uma grande   poop e de facto um dos factores mais importantes para que seja uma coisa ou outra é o 'ritmo de andamento' . Mas atenção , vale para os dois lados , isto é , tanto quando o andamento se torna 'penoso' por ser muito 'dinâmico' e 'arriscado', como por ser muito 'lento' e 'aborrecido' . 

Como sempre 'no meio é que está a virtude' e o papel do 'road leader' é muito importante pois tem que ser um gajo com 'maturidade' e 'sensibilidade para a coisa' , alguém que seja 'respeitado' na função e que saiba 'ler' a caravana no seu todo mantendo-a a rolar numa 'zona de conforto' , não é um 'lugar' fácil de desempenhar bem e conheço alguns bons gajos nesse 'papel' , bem como outros que não (quer por irem sempre a 'forçar andamento' quer por irem sempre  a 'atrasar andamento' )  . 

Isto não quer dizer que não aconteça que alguém ultrapasse o 'road leader' para ir  'limpar carvão', mas quando isso acontece o resto do grupo sabe que isso não quer dizer que todos vão ter de 'assapar' e sabe que pouco mais à frente esses tais terão afrouxado e que tudo irá ficar reagrupado, pois o 'road leader manteve-se 'na dele' e não deixou que ninguém ficasse para trás. 

Resumindo : o 'road leader' tem que ser um tipo disposto a 'sacrificar-se' pelo 'todo' , deixando a liberdade dos momentos de  ' dar gazadas' ou o 'ir só a ver a paisagem' para algum(ns) dos outros que componham a caravana . Convém também ser alguém com experiência de condução pois assim será sempre mais fácil para ele 'aligeirar o andamento' do que para um 'noobie' tentar imprimir 'dinâmica' . 

Seguindo este 'figurino' aliado à máxima  'ter sempre um olho na estrada e outro no companheiro de trás' (tomando atenção a algum 'problema' que possa ter ocorrido com ele) , acho que qualquer viagem em grupo terá sucesso e será do agrado de todos. 

Já rolei em grupo com a tribo Motonliners em diversos contextos , voltinhas pequenas com mais 2 colegas , voltinhas médias com 4/5 colegas e voltas maiores com 9/10 colegas . Nunca me senti 'pressionado' ou 'violentado'  troll com os andamentos imprimidos e se já senti a pressão foi no último N-S em que ia a rolar mais próximo do Rod e do quatropiscas e ... havia uma puta de uma Famel que nunca mais me desaparecia do espelho retrovisor   dead  lol
Responder
#14

E ao contrário??

Em vez dessa cantilena do rapaz da CB porque não se sabe bem os motivos, porque não o reverso da medalha? 

Eu e o Luís Salgueiro já experimentános isso na pele...(a vir de Évora..)  lol
Responder
#15

(03-10-2017 às 16:24)Velasquez87 Escreveu:  E ao contrário??

Em vez dessa cantilena do rapaz da CB porque não se sabe bem os motivos, porque não o reverso da medalha? 

Eu e o Luís Salgueiro já experimentános isso na pele...(a vir de Évora..)  lol

Mas aí resolvemos bem o caso . Deixámos a 'caravana' e 'bazámos' os dois, fazendo o resto da viagem sózinhos (senão a esta hora ainda estávamos a chegar a chegar ao Porto Alto  lol ) ! 

Mas também era um contexto 'sui generis' . Não tínhamos criado afinidades nem estávamos 'comprometidos' com nenhum 'espírito de grupo' . Curiosamente, também ainda praticamente não nos 'conhecíamos' um ao outro, e foi essa espontânea 'saída de grupo' e rolarmos ao nosso ritmo que proporcionou um outro relacionamento e a nossa amizade de hoje .
Responder
#16

Se há coisa que julgo que deve ficar logo à partida definida, é quando se combina alguma volta, deixar a nota se vão para track day ou não.

Isto à partida descartará logo à partida que alguns não interessados em rolar tipo track day, não comparecerem e não haver desentendimentos.

Porque há espaço para ambas as coisas, tanto para passeios track day como para passeios mais normais.

Eu por exemplo, sei que passeios ao Bombarral, será um misto dos 2, uma parte track day, outra parte normal e nesses até costumo alinhar porque mesmo quem não queira ir demasiado rápido, no final todos se encontram.
Responder
#17

Em relação ás velocidades 'mais proibitivas' e 'curvas a raspar' eu acho isso fixe e fico com uma certa 'inveja' de não alinhar a 100 % nesses bocados de pilotagem mais 'agressiva' desfrutando da adrenalina , mas , ACREDITEM OU NÃO, eu 'corto-me' mais nesses momentos não por receio do 'estrago físico' mas sim por receio do 'estrago material' , a sério !!

Quando o factor inibidor começa a funcionar não me vejo fo***o por poder partir um braço ou uma perna, mas sim porque me imagino a ter de ficar sem mota durante muito tempo até ter disponibilidade financeira para voltar a pôr a mota 'como deve de ser ' ! 
Por isso , para quem não sinta qualquer 'factor inibidor' ... força aí    nice ! Não será por isso que nenhum passeio conjunto será 'desconfortável' para mim, mais á frente 'tamos juntos' novamente !  beer  beer 

Outro 'factor inibidor' que tenho (por motivos completamente diferentes) é ... a paisagem ! Há certos sítios que merecem mesmo que 'tiremos os olhos do alcatrão' e que pilotemos 'a olhar à volta' e quando me apercebo desses 'contextos paisagisticos' , 'cago' na velocidade ou na 'preocupação' de não descolar do parceiro da frente e ..sigo 'na minha' durante uns minutos .
Responder
#18

officer sabes que nos trackday há os mesmos problemas que falas... há quem esteja nos trackday a pensar que está nas corridas e vale tudo e outros que vão tão borrados que não se apercebem do que está à volta deles e do seu pouco ritmo?

Aqui ao menos os mais rápidos distanciam-se com o seu ritmo e depois esperam mais à frente quando as boas curvas acabam ou é preciso mudar de estrada e sinalizar ao grupo.

Não vejo onde isso te altera a saida:

Arrancamos das bombas, devagar até à zona de boas curvas...quer quer aumenta o ritmo e curte as curvas à sua velocidade, tu ficas lá atrás ao teu ritmo, os da frente chegam a zona de povoação ou cruzmento e abrandam, junta-se tudo e siga.

Já vi que o problema é:

- para ti um passeio de grupo é para ir em filinha pirilau

- para mtos de nós é uma desculpa para conhecer novas estradas um pouco mais fora dos trajectos do dia-a-dia e tirar o carvão dos escapes sem pensarmos que estamos em pista fechada!

Para fazer em caravana como desejas para mim tem de ser um grupo muito homogéneo quer por experiência como por objectivos de viagem ( para mim tem mais lógica isso nos jipes por exemplo a passear em África onde andar sozinho é desaconselhável ).

Por exemplo fazer uma N2 ao teu ritmo para mtos é desperdiçar algumas das melhores curvas, para outras zonas fazer com ritmo elevado é desperdiçar algumas das melhores paisagens etc etc

Eu saio de casa para fazer curvas, não para ler placas de limite de velocidade.
Responder
#19

(03-10-2017 às 16:42)OFFICER Escreveu:  Se há coisa que julgo que deve ficar logo à partida definida, é quando se combina alguma volta, deixar a nota se vão para track day ou não.

Isto à partida descartará logo à partida que alguns não interessados em rolar tipo track day, não comparecerem e não haver desentendimentos.

Porque há espaço para ambas as coisas, tanto para passeios track day como para passeios mais normais.

Mas espera aí.... um tipo querer curtir umas curvas de forma mais empenhada (e dentro daquilo que sabe e pode executar), é fazer um track day? O curtir essas mesmas curvas, ainda que não meta em causa a segurança dos restantes, faz com que deixe de ser um passeio normal? Sabes que se pode conduzir rápido e de forma segura?
Em muitos dos passeios é impresso um bom ritmo mesmo dentro do grupo (como o caso do último NS), e não obstante da haver sempre os ditos reagrupamentos e paragens, tudo correu optimamente bem, (aparentemente) ninguém se sentiu especialmente incomodado com o andamento e a organização / empenho do Nuno foi mais que elogiado por todos.

Desde quando uma parte ou troço de qualquer passeio que se faça, vale pelo seu todo, a partir do momento em que arrancamos até ao momento de chegar a casa?

Officer, quer-me parecer que te sentes "invadido" na tua liberdade de andar e gozar a moto, nesses passeios, quando na realidade, com esse discurso, és tu que estás a querer invadir e condicionar a liberdade de quem quer apenas gozar um outro prazer de andar de moto (que pode ser totalmente diferente do teu).

A questão é que nunca ninguém e em tempo algum obrigou os demais ao que quer que fosse. Os passeios não são marcados, definindo à priori antes de arrancar, o andamento que se vai ter em dados momentos ou partes dele.

As verdadeiras picardias e troca de apupos, felizmente apenas se fazem sentir aqui no forúm.

[Imagem: zX4Kq81.png]

Responder
#20

(03-10-2017 às 16:36)LWillow Escreveu:  
(03-10-2017 às 16:24)Velasquez87 Escreveu:  E ao contrário??

Em vez dessa cantilena do rapaz da CB porque não se sabe bem os motivos, porque não o reverso da medalha? 

Eu e o Luís Salgueiro já experimentános isso na pele...(a vir de Évora..)  lol

Mas aí resolvemos bem o caso . Deixámos a 'caravana' e 'bazámos' os dois, fazendo o resto da viagem sózinhos (senão a esta hora ainda estávamos a chegar a chegar ao Porto Alto  lol ) ! 

Mas também era um contexto 'sui generis' . Não tínhamos criado afinidades nem estávamos 'comprometidos' com nenhum 'espírito de grupo' . Curiosamente, também ainda praticamente não nos 'conhecíamos' um ao outro, e foi essa espontânea 'saída de grupo' e rolarmos ao nosso ritmo que proporcionou um outro relacionamento e a nossa amizade de hoje .

A 70kmh hora debaixo de 35 graus...

Devia ser p fazerem a média dos consumos... lol

Nada contra, mas não estava a aguentar aquele ritmo naquelas rectas interminaveis..e deppis fomos quase sempre pouco acima do limite legal e dentro do limite ilegal..correu tudo bem smile

E sim, combinámos algumas passeatas depois desse passeio por causa desse dia.

Ps: Não esquecer de deixar notinha... lol

Velasquez87
Responder




Utilizadores a ver este tópico: 1 Visitante(s)