27-04-2017 às 16:10
(Mensagem modificada pela última vez: 27-04-2017 às 16:12 por MrOverclock.)
Não me querendo alongar muito por aqui, venho só deixar a minha curta posta:
Eu, desde meados de 2003 até por volta de 2015 tinha a bicicleta como veículo principal e hoje só não a uso todos os dias para vir para o trabalho devido à distância e à geografia do caminho, mas às vezes ainda lá calha e deixo a mota e o carro em casa.
Julgo que essa lei que permite os ciclistas andarem na estrada quando existe uma ciclovia vem do facto de muitas ciclovias, há uns anos, estarem em muito mau estado e as que estavam boas estavam cheias de peões a circular quando estes tinham uma calçada adjacente. Se é por causa disto ou não, não sei. Mas que isto acontecia é um facto e eu vivi-o em primeira mão, ninguém me contou. Eu tinha que ir ilegalmente na estrada ou tinha que ir constantemente a chatear-me com os peões porque não me saíam da frente na ciclovia.
O andar a par, se bem me lembro, a ideia proposta para alteração de lei era que se pudesse andar a par de forma a reduzir a diferença de velocidade do trânsito, ou pelo menos obrigar os carros a mudarem de faixa evitando razias. Assim que os carros já seguissem à mesma velocidade dos ciclistas estes deveriam deixar de seguir a par para facilitar a ultrapassagem... Mas claro está, a lei não foi bem aplicada e há sempre aqueles que abusam porque vão o caminho todo a olhar para o próprio umbigo e esquecem-se que tendo o direito ou não há pessoas que têm mais que fazer do que ir a olhar-lhes para as nádegas, se facilitassem todos não custava nada e só ganhavam respeito. Eu sigo a par, mas quando se aproxima um carro facilito a ultrapassagem, já o fazia quando era ilegal, não deixei de o fazer agora.
Isto tudo só tem vindo a aumentar o ódio entre automobilistas e ciclistas. E o pior, daquilo que tenho assistido, é que os que abusam não são os que usam a bicicleta para ir trabalhar, são mais os que a usam de forma lúdica. Esses que haviam de ser os que menos deviam exigir são os que mais se acham com direitos.
Eu, desde meados de 2003 até por volta de 2015 tinha a bicicleta como veículo principal e hoje só não a uso todos os dias para vir para o trabalho devido à distância e à geografia do caminho, mas às vezes ainda lá calha e deixo a mota e o carro em casa.
Julgo que essa lei que permite os ciclistas andarem na estrada quando existe uma ciclovia vem do facto de muitas ciclovias, há uns anos, estarem em muito mau estado e as que estavam boas estavam cheias de peões a circular quando estes tinham uma calçada adjacente. Se é por causa disto ou não, não sei. Mas que isto acontecia é um facto e eu vivi-o em primeira mão, ninguém me contou. Eu tinha que ir ilegalmente na estrada ou tinha que ir constantemente a chatear-me com os peões porque não me saíam da frente na ciclovia.
O andar a par, se bem me lembro, a ideia proposta para alteração de lei era que se pudesse andar a par de forma a reduzir a diferença de velocidade do trânsito, ou pelo menos obrigar os carros a mudarem de faixa evitando razias. Assim que os carros já seguissem à mesma velocidade dos ciclistas estes deveriam deixar de seguir a par para facilitar a ultrapassagem... Mas claro está, a lei não foi bem aplicada e há sempre aqueles que abusam porque vão o caminho todo a olhar para o próprio umbigo e esquecem-se que tendo o direito ou não há pessoas que têm mais que fazer do que ir a olhar-lhes para as nádegas, se facilitassem todos não custava nada e só ganhavam respeito. Eu sigo a par, mas quando se aproxima um carro facilito a ultrapassagem, já o fazia quando era ilegal, não deixei de o fazer agora.
Isto tudo só tem vindo a aumentar o ódio entre automobilistas e ciclistas. E o pior, daquilo que tenho assistido, é que os que abusam não são os que usam a bicicleta para ir trabalhar, são mais os que a usam de forma lúdica. Esses que haviam de ser os que menos deviam exigir são os que mais se acham com direitos.

