Capacete cms
#31

(08-06-2016 às 10:12)LoneRider Escreveu:  No entando não foi respondida a dúvida.

Onde está escrito que  um capacete integral homologado é mais seguro que um  capacete modular homologado!?


E não entendo que seja um offtopic,  pois o debate versa sobre o tema do tópico.
Pois saneada esta duvida podemos  e devemos ajudar o Joker com os conselhos de sempre.

Supostamente podem oferecer a mesma segurança, mas que eu saiba não existe em lado nenhum essa informação. Nos testes Sharp eles explicam como fazem os testes, e embates nessa zona não são testados. Se fores com ele aberto e bateres com a parte do queixo em algum lado é óbvio que estarás menos protegido, se estiver fechado não sei se existe diferença, teoricamente diria que sim, mas que eu saiba não existe essa informação.

E não acho que seja offtopic, está bem dentro do tópico na minha opinião, mas não sei como responder a isso.

As minhas máquinas (e ex):
Kawasaki Versys 1000 / KTM 1290 Super Duke GT
Yamaha FZS 600 Fazer

[Imagem: censorship2.jpg]

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#32

Ao contrário do que vê por aí, e contra mim falo pois tambem prevarico, os modulares não foram pensados para andar com os "queixos" levantados.
Aliás, para a Guardia Civil em Espanha, salvo que a homologação seja de jet/modular, levas multa (como se não tivesses capacete) por andar com o modular aberto.

Nao retiro valor ao que faz a Sharp, pois parece-me uma excelente ferramenta de desenvolvimento. Mas como ja foi dito não deve ser um criterio imprescindível, pois os capacetes testados são todos homologados.

Na escolha de um capacete deve prevalecer o tipo de uso que se pretende, o tempo de vida util que vai ter e o ambiente em que vai ser usado.
É importante escolher o que melhor se adapte à forma do teu crânio, que te permita uma mobilidade sem impedimentos e que tenha um campo visual amplo no caso dos integrais, se o seu uso for em ambiente urbano.
O peso do capacete pode ser um importante factor se o fores usar durante muito tempo.
Um capacete de todo terreno deve sempre ter os interiores amovíveis para respirar e manter a higiene.

I just don't run with the crowd!

www.loneriderendlessroad.com
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#33

(08-06-2016 às 10:47)LoneRider Escreveu:  Nao retiro valor ao que faz a Sharp, pois parece-me uma excelente ferramenta de desenvolvimento. Mas como ja foi dito não deve ser um criterio imprescindível,  pois os capacetes testados são todos homologados.

Na escolha de um capacete deve prevalecer o tipo de uso que se pretende,  o tempo de vida util que vai ter e o ambiente em que vai ser usado.
É importante escolher o que melhor se adapte à forma do teu crânio,  que te permita uma mobilidade sem impedimentos e que tenha um campo visual amplo no caso dos integrais, se o seu uso for em ambiente urbano.
O peso do capacete pode ser um importante factor se o fores usar durante muito tempo.
Um capacete de todo terreno deve sempre ter os interiores amovíveis para respirar e manter a higiene.

E tenho tudo isso em conta também, não compro um capacete só porque tem 5*, esse é só um dos fatores. Felizmente existe escolha para todos os gostos. smile

Como existe quem defenda por exemplo que os capacetes integrais para o ambiente urbano não são os mais aconselhareis.

As minhas máquinas (e ex):
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#34

E eu penso que sim.
Um capacete para uso urbano deve preveligiar o campo de visão.
No ambiente puramente urbano, dadas as baixas velocidades de circulação, é necessário maior campo de visão para evitar conflitos com as latas.
Os capacetes mais adequados são os Jet.
No entanto existem varios modelos com um reforço na zona do maxilar que aumentam a protecção nessa zona.

O Nexx X40 é um excelente exemplo disso.
Eu tive um IS Multi que era o capacete mais camaleonico do mercado e que, entre outras facetas, unia a homologação de integral à excelente visibilidade de um Jet.

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#35

(07-06-2016 às 21:52)nelsonajm Escreveu:  Eu gostava de ter um capacete integral que pesasse 900gr....

Os capacetes mais leves que conheço são o Bell M5X Carbon e o X-Lite 802 RR Ultra Carbon, este último conheço bastante bem.
Tenho um com 900g, mas é um aberto, e por acaso da CMS com calota tri-compósita em carbono, kevlar e aramid.


(08-06-2016 às 09:11)gordep Escreveu:  FYI, a produção da CMS já não é cá no burgo. Foi realocada para a PRC.

A produção ainda continua a ser feita cá, tanto que se consegue mandar fazer um capacete de acordo com as especificações pretendidas. É de elogiar a capacidade da marca para este tipo de trabalhos.


(08-06-2016 às 10:47)LoneRider Escreveu:  Ao contrário do que vê por aí,  e contra mim falo pois tambem prevarico, os modulares não foram pensados para andar com os "queixos" levantados.
Aliás,  para a Guardia Civil em Espanha, salvo que a homologação seja de jet/modular, levas multa (como se não tivesses capacete) por andar com o modular aberto.

Nao retiro valor ao que faz a Sharp, pois parece-me uma excelente ferramenta de desenvolvimento. Mas como ja foi dito não deve ser um criterio imprescindível,  pois os capacetes testados são todos homologados.

Na escolha de um capacete deve prevalecer o tipo de uso que se pretende,  o tempo de vida util que vai ter e o ambiente em que vai ser usado.
É importante escolher o que melhor se adapte à forma do teu crânio,  que te permita uma mobilidade sem impedimentos e que tenha um campo visual amplo no caso dos integrais, se o seu uso for em ambiente urbano.
O peso do capacete pode ser um importante factor se o fores usar durante muito tempo.
Um capacete de todo terreno deve sempre ter os interiores amovíveis para respirar e manter a higiene.

Basta ler o manual de utilizador, onde vem escrito que só se deve circular com o capacete fechado. Andar com o "queixo" levantado põe em causa a segurança.
Os modulares têm geralmente o handicap de serem mais pesados que os integrais.
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#36

(08-06-2016 às 09:55)michelfpinto Escreveu:  Carlos cada um tem a sua opinião, e cada um tira as conclusões que acha relevantes com a informação e dados que tem ao seu dispor.

Mas eu estou a dizer isso desde início. Tu é que não achaste grande piada e vieste contrapôr aquilo que eu opinei sobre os testes Sharp, e o seu valor real.

(08-06-2016 às 09:55)michelfpinto Escreveu:  Como disse todo o teste, de tudo o que possas usar na vida, como preservativos, medicamentos, etc etc será sempre em laboratório, em condições mais ou menos controladas e nunca terá a capacidade de prever ou cobrir todos os casos possíveis.

Praticamente todas as empresas estão em constante teste dos seus produtos. Seja para controlos qualitativos, seja para aprimorar/melhorar/rentabilizar processos produtivos e produtos finais.
Agora, se falamos de testes a capacetes... não me parece coerente misturar outras coisas, que não obstante terem algumas características comuns, são coisas, processos e resultados distintos.
Não é por já terem morrido pessoas por tomarem aspirinas (que certamente foram e ainda são testadas regulamente em laboratório), que eu vou deixar de comprar aspirina ou começar a tomar Ibuprofeno.  blink

(08-06-2016 às 09:55)michelfpinto Escreveu:  Eu dou um valor a esses resultados, tu darás outro, e para mim o importante é essa informação existir.

Mas eu também lhes dou valor.... tanto que disse que os tinha em conta como uma referência. Mas daí até terem um cariz decisivo numa escolha, como tu afirmaste que fazes, vai uma enorme distância.

(08-06-2016 às 09:55)michelfpinto Escreveu:  Por fim, discordo do que dizes, mas como se diz "Opinions are like assholes. Everybody's got one..." blink

Mas todos somos livres de discordar, seja com opiniões mais ou menos acertadas que as nossas... como vês eu também discordo em absoluto dessa tua forma de pensar, e argumentativamente tentei-te demonstrá-lo. E é isso parece que "mexeu" contigo.

(08-06-2016 às 10:24)nelsonajm Escreveu:  A quase totalidade da gama de capacetes da arai leva com 3 estrelas nos testes da sharp... serão por isso mesmo maus capacetes...

Eis um belo exemplo, Nelson  thumbsup . E não é por isso que a Arai deixa de ser uma das mais cotadas e vendidas marcas de capacetes moto, mundialmente.... e grande parte dos pilotos profissionais a ela recorrem (independentemente depois da vertente dos patrocínios e contratos de representação que estão por detrás).

(08-06-2016 às 10:47)LoneRider Escreveu:  Nao retiro valor ao que faz a Sharp, pois parece-me uma excelente ferramenta de desenvolvimento. Mas como ja foi dito não deve ser um criterio imprescindível,  pois os capacetes testados são todos homologados.

Precisamente o meu ponto de vista.

(08-06-2016 às 11:02)michelfpinto Escreveu:  E tenho tudo isso em conta também, não compro um capacete só porque tem 5*, esse é só um dos fatores. Felizmente existe escolha para todos os gostos. smile

Mas no fundo foi o que disseste uns posts atrás, com:
michelfpinto Escreveu:Eu pessoalmente não compro capacetes com menos de 5* nestes testes.

Ou seja, para ti, a avaliação final deste teste, é completamente decisória e eliminatória para todos os capacetes que tenham 4 ou 3 estrelas por exemplo (e já nem falo dos outros com pior classificação).
Outra questão.... e capacetes que não tenham sido testados pelos testes Sharp (caso de meu AGV Strada Vision)? Nem sequer colocas a questão de os comprares, certo?
Ainda mais outra questão... É só a cabeça que interessa proteger, ou o restante equipamento que escolhes, também te baseias em factores eliminatórios como informação sobre testes ou  avaliações eventualmente feitas???
Ainda uma questão final.... Gostava de saber apenas se és tão criterioso a este ponto, apenas com capacetes e eventualmente equipamento, ou quando te decidiste pela Versys, optaste por este modelo, por ser a moto (supostamente) com a melhor travagem do mercado, as (supostamente) melhores e mais eficientes suspensões de tudo o que tens à venda, o (supostamente) melhor e mais resistente chassis, (supostamente) a mandaste vir com os melhores e mais bem cotados pneus (que apesar de dentro de um mesmo modelo, são todos aparentemente iguais à saída de fábrica, e em uso real, alguns acabam por estoirar, enquanto outros aguentam até ao final da vida útil), etc.?  blink

[Imagem: zX4Kq81.png]

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#37

(08-06-2016 às 12:08)Johnny_1056 Escreveu:  [

A produção ainda continua a ser feita cá, tanto que se consegue mandar fazer um capacete de acordo com as especificações pretendidas. É de elogiar a capacidade da marca para este tipo de trabalhos.

Parece que caí no erro de "vender o peixe que me foi vendido a mim", sem questionar ou verificar se era verdade... Já não está aqui quem falou.

A título de curiosidade, isto foi-me dito por um funcionário de uma loja de artigos para moto, enquanto eu segurava um Nexx XR 2 na mão e lhe dizia que estava indeciso entre o XR 2 e o ( CMS ) GTRS...

[Imagem: wsv79s.jpg]vroom !
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#38

(08-06-2016 às 12:36)carlos-kb Escreveu:  Mas eu estou a dizer isso desde início. Tu é que não achaste grande piada e vieste contrapôr aquilo que eu opinei sobre os testes Sharp, e o seu valor real.

Eu nunca pus em causa essa parte, até porque já o referi também no inicio. blink

(08-06-2016 às 12:36)carlos-kb Escreveu:  Praticamente todas as empresas estão em constante teste dos seus produtos. Seja para controlos qualitativos, seja para aprimorar/melhorar/rentabilizar processos produtivos e produtos finais.
Agora, se falamos de testes a capacetes... não me parece coerente misturar outras coisas, que não obstante terem algumas características comuns, são coisas, processos e resultados distintos.
Não é por já terem morrido pessoas por tomarem aspirinas (que certamente foram e ainda são testadas regulamente em laboratório), que eu vou deixar de comprar aspirina ou começar a tomar Ibuprofeno.  blink

Fiz uma analogia, e quando se faz uma analogia necessariamente tens de recorrer a outros assuntos.

(08-06-2016 às 12:36)carlos-kb Escreveu:  Mas eu também lhes dou valor.... tanto que disse que os tinha em conta como uma referência. Mas daí até terem um cariz decisivo numa escolha, como tu afirmaste que fazes, vai uma enorme distância.

Nem eu disse que não davas, só fiz uma analogia a outros testes para perceber a tua opinião nesse caso.

(08-06-2016 às 12:36)carlos-kb Escreveu:  Mas todos somos livres de discordar, seja com opiniões mais ou menos acertadas que as nossas... como vês eu também discordo em absoluto dessa tua forma de pensar, e argumentativamente tentei-te demonstrá-lo. E é isso parece que "mexeu" contigo.

Nem um pouco, por isso te continuo a conversa. Mas dado que nenhum dos 2 pelo que já se viu vai mudar de opinião não vale a pena bater no ceguinho, até porque o que interessa para o tópico já foi falado. blink

(08-06-2016 às 12:36)carlos-kb Escreveu:  Ou seja, para ti, a avaliação final deste teste, é completamente decisória e eliminatória para todos os capacetes que tenham 4 ou 3 estrelas por exemplo (e já nem falo dos outros com pior classificação).
Outra questão.... e capacetes que não tenham sido testados pelos testes Sharp (caso de meu AGV Strada Vision)? Nem sequer colocas a questão de os comprares, certo?
Ainda mais outra questão... É só a cabeça que interessa proteger, ou o restante equipamento que escolhes, também te baseias em factores eliminatórios como informação sobre testes ou  avaliações eventualmente feitas???
Ainda uma questão final.... Gostava de saber apenas se és tão criterioso a este ponto, apenas com capacetes e eventualmente equipamento, ou quando te decidiste pela Versys, optaste por este modelo, por ser a moto (supostamente) com a melhor travagem do mercado, as (supostamente) melhores e mais eficientes suspensões de tudo o que tens à venda, o (supostamente) melhor e mais resistente chassis, (supostamente) a mandaste vir com os melhores e mais bem cotados pneus (que apesar de dentro de um mesmo modelo, são todos aparentemente iguais à saída de fábrica, e em uso real, alguns acabam por estoirar, enquanto outros aguentam até ao final da vida útil), etc.?  blink

Até ao momento sempre que precisei de um capacete existiu um capacete com testes Sharp efectuados e com pontuação máxima com os parâmetros que procurava no mercado, logo não foi um problema. E já vi capacetes que podia estar interessado, mas por não terem sido testados que pus de parte por isso sim. No dia em que nenhum testado vá ao encontro do que procuro logo se vê.

Para os restantes equipamentos não existem testes semelhantes, pelo menos que eu tenha conhecimento, logo procuro equipamento com as proteções necessárias e pouco mais se pode fazer.

Quanto à mota não existem também testes deste género como existem para os carros, logo procurei uma mota que tivesse os dispositivos de segurança que achei importantes bem como um sem número de coisas mais.

Resumindo, o mercado oferece muita coisa, é uma questão de pesquisar, estudar e comprar o que mais vai ao encontro das nossas necessidades, das nossas exigências e da disponibilidade da nossa carteira! blink Ficaste esclarecido? smile

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[Imagem: censorship2.jpg]

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#39

Boas,

Eu sobre testes de capacetes, só tenho a dizer que estranhei efectivamente na SHARP não existirem alguns modelos, e efectivamente a cotação dos Arai deixam-me dúvidas. Não é por nada, em 20 anos a comprar capacetes, sempre tive a Arai e Shoei como marcas de topo, tenho sérias dúvidas que sejam menos seguros que algumas marcas mais recentes. Mas alerto que isto pode até ser preconceito.

...
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#40

(07-06-2016 às 22:40)carlos-kb Escreveu:  No entanto, e podendo ser uma base informativa e aonde se podem tirar referências, os testes Sharp valem o que valem.
Desde já, porque os testes são feitos em ambiente controlado e todos da mesma forma (e percebe-se que assim seja, para que haja uma uniformidade de procedimento com vista à obtenção dos resultados). Mas se existe algo em que nada é controlável e o resultado final é completamente arbitrário e incerto, essa coisa chama-se de acidente.

Se o objecto de estudo é o capacete, faz todo o sentido testes em "ambiente controlado e da mesma forma".
Só sujeitando diferentes produtos ás mesmas condições será possível classificar, avaliar e comparar.

Se juntamos à conversa os acidentes e o seu lado  "arbitrário", então o objecto de estudo passa a ser o acidente e não o capacete.
O que é tanto ou mais importante: Porque será o estudo dos acidentes a oferecer conclusões sobre como melhor efectuar os testes.

(07-06-2016 às 22:40)carlos-kb Escreveu:  Ou seja, não é forçoso que um capacete de 5 estrelas sharp, proteja melhor que um de 4 estrelas ou até um de 3 estrelas, porque o desfecho final de um impacto num acidente é completamente diferente desse ambiente controlado dos testes Sharp, e resultado de tantas outras variáveis, que não só um teste de colisão laboratorial.

Um capacete classificado com 5 estrelas será sempre um capacete que nos 30 e tal testes efectuados pela sharp correspondeu aos valores expectáveis de resistência e absorção de energia.
Por muito "arbitrário" que um acidente possa ser, o que realmente conta é "o" ou "os" impactos.
E não faz muito sentido que para os mesmos pontos de impacto um capacete de menor classificação acabe por ser mais eficiente que outro que o supere.

Este tipo de testes podem não resolver a equação. Mas simplificam ao "eliminarem" uma das variáveis.

Quanto à sharp, só temos a beneficiar do facto de partilharem mais informação que outras entidades.
Porém, parece-me que têm se deixado dormir. Nos últimos anos têm testado poucos capacetes e com cada vez menos regularidade.
Não sei se terá mudado alguma coisa no UK relativamente à politica fiscal sobre equipamento de protecção...  razão da existencia deles.
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