30-04-2017 às 09:31
A minha história é uma rapinha à coelho.
Sempre fui um maluquinho dos carros e, ao longo dos anos, desde fazer TT na Serra da Estrela com um UMM a dar umas voltitas ao Estoril com um Ferrari F430, já tudo passou por estas mãos. 
Sou uma pessoa que adora conduzir e andar na estrada e, como é lógico, apesar da minha paixão por carros, as motas nunca me foram indiferentes. No entanto, vim de uma família em que se acreditava que as motas foram pensadas e construídas por Belzebu, pelo que nem pensar em tirar carta de mota e menos ainda andar numa.
Bem, claro que lá fui crescendo, saí de casa e, quando finalmente fui viver para um sítio com garagem, decidi tirar a carta de mota para ver que tal era a coisa. Ainda no antigo motonline, escrevi um diário de bordo do quatropiscas a tirar a carta e, em 2012, lá tirei-a e comprei uma Honda CBF500 que, apesar das limitações de tempo inerentes a quem tem criançada pequena em casa, me tem proporcionado umas boas voltas e curvas, inclusivamente com incursões ao país vizinho.
Sempre fui um maluquinho dos carros e, ao longo dos anos, desde fazer TT na Serra da Estrela com um UMM a dar umas voltitas ao Estoril com um Ferrari F430, já tudo passou por estas mãos. 
Sou uma pessoa que adora conduzir e andar na estrada e, como é lógico, apesar da minha paixão por carros, as motas nunca me foram indiferentes. No entanto, vim de uma família em que se acreditava que as motas foram pensadas e construídas por Belzebu, pelo que nem pensar em tirar carta de mota e menos ainda andar numa.
Bem, claro que lá fui crescendo, saí de casa e, quando finalmente fui viver para um sítio com garagem, decidi tirar a carta de mota para ver que tal era a coisa. Ainda no antigo motonline, escrevi um diário de bordo do quatropiscas a tirar a carta e, em 2012, lá tirei-a e comprei uma Honda CBF500 que, apesar das limitações de tempo inerentes a quem tem criançada pequena em casa, me tem proporcionado umas boas voltas e curvas, inclusivamente com incursões ao país vizinho.

