Akrapovic - Durability Dyno
#1

Citar:Por muito que se goste de motos, é humanamente impossível passar dias seguidos a acelerar, passar caixa ou travar. Não para o Dyno, o novo piloto de testes da Akrapovic, que nem se queixa do trabalho.

[Imagem: Akrapovic_Durability_Dyno%20%281%29_0.jpg]

É uma espécie de Valentino Rossi, mas de banco de ensaios. O Dyno, assim se chama o novo piloto de testes da Akrapovic, conceituada fornecedora de escapes para motos e automóveis, consegue passar dias e dias sentado em cima de uma moto, a fazer aquilo para que não lhe pagam: testar componentes.

A braços com a necessidade de apurar a durabilidade dos seus produtos antes de colocá-los no mercado, a empresa eslovena optou por ‘recrutar’ um colaborador feito exactamente à medida dessa necessidade. Dá pelo nome completo de Durability Dyno e é um robô. Só podia, porque é humanamente impossível fazer o que esta máquina faz, sem emitir um queixume, gozar um feriado ou prescindir de passar os fins-de-semana em família. Sobretudo, quando nem se recebe um salário em troca. Para o Dyno isso não interessa nada, para a Akrapovic é um redobrado motivo de interesse. Tanto mais que, sem assegurar a devida qualidade e resistência dos componentes que monta nos seus sistemas de exaustão, a empresa arriscaria a reputação que lhe permite colocar mais uns zeros (à direita) nas soluções que fornece. Por isso, os testes são essenciais e alguém tem de os fazer. Torna-se tudo mais fácil, rápido e barato quando essa missão é entregue a um robot e não a um ser humano.

Com o Dyno, a Akrapovic consegue garantir testes exaustivos sem levar ninguém à exaustão. A máquina nunca se cansa e lá vai acelerando, travando e passando caixa, tal como qualquer condutor de carne e osso faria, mas sem apresentar sinais de fadiga… O único senão é que o robot não se equilibra sozinho, daí que tenha de estar amarrado, para não cair para o lado. Com um trabalho destes, não seria difícil. Ora veja:


Fonte: Observador
Responder
#2

Loud pipes save life's! devil

I just don't run with the crowd!

www.loneriderendlessroad.com
Responder
#3

Bom gosto para a escolha da mota! bigsmile

As minhas máquinas (e ex):
Kawasaki Versys 1000 / KTM 1290 Super Duke GT
Yamaha FZS 600 Fazer

[Imagem: censorship2.jpg]

Responder
#4

Isto parece-me isso sim uma ideia muito fixe para testar o material mais exaustivamente, provavelmente com recurso a diferentes programas para diferentes tipos de teste, etc.

clap
Responder
#5

Sem dúvida. E é uma questão de definir os vários testes e depois deixar o robot fazer o seu trabalho.

As minhas máquinas (e ex):
Kawasaki Versys 1000 / KTM 1290 Super Duke GT
Yamaha FZS 600 Fazer

[Imagem: censorship2.jpg]

Responder
#6

A notícia é deveras interessante, mas um pouco fascisoide... Não fosse ela publicada no OBSERVADOR... E com inúmeras alusões ao facto de substituir um trabalhador... Porque ninguém consegue fazer o que ele faz.... Realmente é verdade... Contratem-se 3 pessoas para substituir o robot... É que essas pessoas podem vir a comprar aquela mota... Já o robot...

[Imagem: SM4eYt9.png]
Responder
#7

Akrapovic what else.
O dinheiro que se paga a mais pelos escapes tem de ir para algum lado.

Enviado do meu SM-G935F através do Tapatalk

V
Responder
#8

(18-08-2018 às 14:44)nelsonajm Escreveu:  A notícia é deveras interessante, mas um pouco fascisoide... Não fosse ela publicada no OBSERVADOR... E com inúmeras alusões ao facto de substituir um trabalhador... Porque ninguém consegue fazer o que ele faz.... Realmente é verdade... Contratem-se 3 pessoas para substituir o robot... É que essas pessoas podem vir a comprar aquela mota... Já o robot...


Eia que amarranço ao passado!!

Então e os fornecedores de materiais para o robot? E a criação de postos de trabalho que foram criados para programação do robot? Manutenção do mesmo?


Responder
#9

Lol...

Era para ver quem seria o primeiro a escrever... Não estava à espera que fosses tu o primeiro... Lol

[Imagem: SM4eYt9.png]
Responder
#10

(18-08-2018 às 17:36)pedromt07 Escreveu:  O dinheiro que se paga a mais pelos escapes tem de ir para algum lado.

Pelo menos há menos probabilidades de um escape destes se desintegrar em andamento, do que se for com um Há-que-rá-pó-vi-que...
Responder




Utilizadores a ver este tópico: 1 Visitante(s)