AirBag para Motociclista...
#21

(14-02-2020 às 20:21)marco.clara Escreveu:  Um amigo meu viu inclusivamente o preço de repor o airbag num casaco da Dainese, caso este dispare, e a coisa também dói bastante na carteira.

A reposição do da Dainese fica por 200€. A marca diz que por razões de eficácia todo o mecanismo que insufla tem de ser substituído depois de disparar. O da Ixon pode ser disparado 5x sem custos associados porque já se paga uma mensalidade. Depois é que tem de ser substituido.

De qualquer forma são sempre opções ainda muito caras.

[Imagem: muhz7is.jpg]
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#22

Por acaso nao acho que 200 euros seja uma fortuna, tendo em conta que até pode salvar a vida! Até porque uma pessoa pode andar anos sem ter alguma problema e sem disparar uma única vez. Fica dispendioso é para quem anda a lamber o chão mês sim, mês não! mas sendo esse o caso, também deve procurar outro passatempo! lol
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#23

(14-02-2020 às 20:21)marco.clara Escreveu:  Tanto quanto sei basicamente existem duas versões ao nível deste tipo de EPI. Uma delas mais simples, tipo colete que pode ser vestido por cima do casaco, em que regra geral se acciona o airbag através de um "tirante" que faz disparar uma garrafa de CO2 para insuflar. Uma mais elaborada, integrada já nos casacos (estilo MotoGP), e que tem mecanismos mais avançados de deteção de acidente/impacto para insuflar. Esta segunda tem custos (a meu ver) proibitivos, a primeira nem tanto mas mesmo assim...

Um amigo meu viu inclusivamente o preço de repor o airbag num casaco da Dainese, caso este dispare, e a coisa também dói bastante na carteira.

É das tais coisas, podemos sempre partir daquela máxima que é algo que nos pode salvar a vida, e isso não tem preço. Ou então optar pela berdadeirice e andar de t-shirt. Vai da consciência (e possibilidades económicas) de cada um.

Sempre se pode escolher o meio termo Marco!

Ter equipamento que seja adequado para o uso, dentro das nossas capacidades e adoptar uma postura defendia que seja proporcional às condições de trânsito ou do meio onde andamos!

I just don't run with the crowd!

www.loneriderendlessroad.com
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#24

(14-02-2020 às 22:27)el_Bosco Escreveu:  De qualquer forma são sempre opções ainda muito caras.

(14-02-2020 às 23:34)Nfilipe Escreveu:  Por acaso nao acho que 200 euros seja uma fortuna, tendo em conta que até pode salvar a vida!

No caso da versão tipo "colete" em que o mecanismo é mais básico, penso que a reposição será uma simples substituição da garrafa de CO2, o que não será nada especial em termos de custos. Já na versão "casaco", por acaso o valor que me tinham referido era bem mais caro, mas mesmo 200 paus continua a parecer-me puxadote considerando o valor que esses casacos já custam no momento da compra...

(15-02-2020 às 10:53)LoneRider Escreveu:  Sempre se pode escolher o meio termo Marco!

Sim, estava a ser irónico com a "t-shirt". Há muitas soluções intermédias entre o 8 e o 80... thumbsup
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#25

Depois de ver isto, tendo em conta os custos e que já ando sempre com casacos com protecções (ombros, cotovelos, costas e peito) acho que vou esperar mais uns anitos até investir num airbag.


[Imagem: muhz7is.jpg]
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#26

Mais uma vez, e em linha com o "modus operandi" da sociedade atual em que vivemos, já se começa a falar em "obrigatoriedade" de airbags para mota, quando esta tecnologia ainda tem tão pouca adesão no mercado dado os preços proibitivos a ela associados. Não nego o potencial que a dita tecnologia tem e que até já foi aqui discutido neste tópico, mas pessoalmente espero que essa obrigatoriedade esteja longe. Preocupa-me que em Espanha o assunto já tenha sido alvo de uma discussão séria sobre a referida possível obrigatoriedade...

Não percebo porque é que os temas que mexem com a liberdade individual de cada um de nós acabam sempre por ser vistos do ângulo da obrigatoriedade em vez da sensibilização, mas enfim.

Deixo aqui o artigo a que me refiro neste meu comentário, escrito por alguém que diz andar de mota desde os 15 anos de idade, mas que não se escusa a um tom crítico e censor cuja opinião pode ser resumida ao seu último parágrafo:

Citar:Proteção e airbag na condução de motos

Para além da obrigatoriedade do capacete, não se evoluiu muito mais. A utilização obrigatória de equipamentos de proteção para as zonas mais vulneráveis do corpo também já devia ter sido tomada.

Muito recentemente, em Espanha foi lançada a discussão sobre o tema da obrigatoriedade de usar dispositivos airbag na condução de veículos de duas rodas, em particular nas motos de alta cilindrada.

A polémica instalou-se, mas acabou por vingar o status quo, ou seja, o legislador travou a medida face aos enormes protestos dos motociclistas. Imperou a vontade de agradar aos eleitores, é claro, e a decisão foi aguardar por mais estudos sobre a eficácia deste dispositivo. Porém, tudo parece apontar para que Espanha apresente em breve medidas preventivas, como, por exemplo, a obrigatoriedade do uso de luvas.

O tema, entretanto, atravessou fronteiras e as reações contra a medida não se fizeram esperar. Em vez de se mostrar uma posição aberta sobre o tema, não levantando dúvidas sobre a eficácia deste equipamento quando é mais do que evidente que o airbag está devidamente testado e ajuda a salvar vidas, a opinião de um responsável do setor do motociclismo foi demonstrar desconfiança e de colocação imediata de dificuldades e problemas.

Compreende-se a defesa corporativista do espírito motard; aquela sensação de liberdade em cima de uma moto e com o vestuário que melhor se entenda usar a cada momento. Mas a verdade é que as políticas de mobilidade nas estradas estão a mudar muito rapidamente e, portanto, é preciso “pensar mais à frente”.

A mudança de hábitos é sempre condicionada pelas mentalidades mais fechadas e corporativistas. Em vez das entidades responsáveis avançarem com o desenvolvimento de boas práticas e ir resolvendo os problemas que vão surgindo na sua implementação, começam por enumerar os problemas e as dificuldades, mandando o assunto para as calendas; ou porque não está suficientemente estudado ou porque há problemas nas caraterísticas das estradas, ou porque não há informação oficial suficiente sobre as causas dos acidentes, etc, etc.

Se olharmos para o passado, quando na década de 50 começaram a surgir os primeiros equipamentos de segurança para os condutores de automóveis, nomeadamente os cintos de segurança, a desconfiança e resistência também foi grande. Mas a verdade é que se provou rapidamente a sua eficácia na prevenção de danos maiores em caso de acidente e a evolução foi enorme nesta matéria. Pergunto se atualmente alguém entra num carro e se instintivamente não coloca imediatamente o cinto de segurança? Seguramente que não é pela obrigação legal, ou pelos sinais sonoros de “aviso”, que o condutor e ocupantes colocam os cintos. É porque realmente se sentem mais seguros com o cinto colocado.

Comecei a andar de motorizada com os quinze anos de idade, inicialmente como pendura, ora numa Honda ora numa Casal de amigos e, mais tarde, na minha Sachs. Felizmente, que na minha adolescência caí poucas vezes e sem grande gravidade, mas algumas das mazelas ainda hoje as sinto. Tudo teria sido diferente se tivesse usado proteções adequadas.

Há vários anos que conduzo motos de alta cilindrada e fico arrepiado com a quantidade de motociclistas a conduzir sem equipamentos mínimos de proteção. E nada se passa! As autoridades continuam a achar normal e o silêncio dos responsáveis que tutelam e que representam os motociclistas é confrangedor.

De facto, para além do uso do capacete, que se tornou obrigatório há vários anos, não se evoluiu muito mais. A utilização obrigatória de equipamentos de proteção para as zonas mais vulneráveis do corpo também já devia ter sido tomada. Não só porque há muitos equipamentos homologados e comprovadamente eficazes na prevenção de danos irreversíveis em caso de queda ou acidente, mas também pelo aumento significativo de motociclistas na estrada, muitos deles em motos de alta cilindrada e sem a experiência de anos de rodagem que estas máquinas exigem.

Refiro-me, por exemplo, ao uso de luvas com proteções, que já deveria ter sido defendido e implementado como obrigatório há muito tempo. Ou a utilização de blusões e calças com proteções, bem como calçado adequado. Estes equipamentos básicos de proteção existem em várias marcas e muitos deles com preços acessíveis para qualquer pessoa que tenha capacidade financeira para adquirir uma moto. Também há alguns anos que começaram a surgir no mercado coletes e blusões com sistemas de airbag incorporado. Se é verdade que até há bem pouco tempo esta tecnologia não estava suficientemente testada e era algo desconfortável na sua utilização diária, a verdade é que atualmente já não é assim; hoje o airbag é muito funcional e está devidamente testado pelos fabricantes, tanto em sala técnica de simulação como em pista, e por marcas mundialmente reconhecidas. As caraterísticas das nossas estradas e dos rails de proteção não são motivo para retirar eficácia a estes dispositivos, ao contrário do entendimento do responsável do setor.

Logo que me apercebi da evolução e inovação dos airbags para a condução de moto, não hesitei em usar e, diga-se, já tive a (infeliz) oportunidade de testar que é eficaz. Inicialmente estranha-se, mas depois entranha-se. Atualmente, ao sentar-me na moto, se não tiver o meu colete airbag colocado, tenho a sensação de estar “despido” para a conduzir. Na verdade, a sua utilização dá uma sensação de segurança e comodidade muito grande.

Naturalmente que quem, (in)conscientemente, gosta de conduzir moto com equipamento pouco adequado – do género t-shirt, calção e mocassin – vai mostrar maior resistência em mudar hábitos. Mas cabe às autoridades legislar e às organizações de motociclistas sensibilizar, para que se evolua nesta matéria, dando passos firmes na implementação de novas medidas de prevenção, contribuindo assim para diminuir as lesões graves em caso de queda ou acidente, muitas delas irreversíveis para toda a vida.

Fonte: Observador
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#27

Artigo muito interessante e super completo. thumbsup

A quem interessar, no artigo original (link no fim do post) é possível consultar o detalhe de alguns equipamentos disponíveis no mercado e preços.

Citar:Bags for the masses: Inflatable airbag protection is no longer just for the rich and pro racers

[Imagem: in-and-motion-2.jpg]

The sight of airbags inflating has become a common one in MotoGP since the tech became mandatory in 2018, but In&Motion – one of the companies supplying that gear – want to see more road riders adopting the kit.

We sat down with Pierre-François Tissot, one of the three engineers who founded the company in 2014, to hear about the latest systems and future plans.

In&Motion don’t make their own clothing, instead choosing to partner with existing brands. RST, Furygan, Klim and Held already offer jackets, suits and under-vests incorporating the In&Motion technology, and Tucano Urbano have now joined in with the Airscud – an airbag vest designed to go over normal clothing.

Tissot explains: "When you think about airbags there are three main things to consider – it has to detect a crash, it has to protect in a crash, and it has to be worn.

[Imagem: in-and-motion-1.jpg]

"The detection is done by a kind of brain, with sensors and a CPU making calculations 1000 of times per second. The same 'brain' is used on all In&Motion products, and it’s called the In&Box."

Tissot says the algorithms are constantly improving, with updates sent to the In&Box via Wi-Fi. The airbag is now triggered in 91% of crashes.

"When the crash is detected, we come to the protection phase, inflating a cushion around the body, from the abdomen, around the neck and then with two tubes going back down the spine. The shape is made to both absorb impacts and to give extra stiffness around specific parts. Neck injuries are often the result of big movements. We avoid these by inflating a collar around the neck."

The third element – actually getting riders to wear the airbags – is where the new deal with Tucano Urbano comes in.

"Commuters will never wear a race suit," said Tissot. "We have to adapt to match people’s daily lives."

The Airscud differs from previous products because it’s a vest that can be worn over normal clothing or riding gear, combining an abrasion-resistant material with a built-in back protector.

[Imagem: in-and-motion-3.jpg]

It’s considered a 'Class C' CE-approved item of kit and there’s also the option of adding detachable sleeves that bring it to 'Class A' certification by including shoulder and elbow armour.

Although In&Motion will sell you an In&Box (for €399), most opt for the lease scheme, costing £12 per month. The lease is on top of the cost of the riding kit that uses the system – in the case of the new Tucano Urbano Airscud, that’s €399 (£327) for the vest version or €479 (£393) with the sleeves.

Airbag vest in detail:
  • Choose your mode With 40,000 users and nearly 2000 crashes to draw on, many during races, the updates also mean the latest In&Box has 'street', 'track' and 'adventure' modes to allow users to choose the algorithms it uses.
  • Sensors Three accelerometers, three gyroscopes and a GPS feed data into algorithms that detect a crash. It takes less than 60ms to detect an accident and inflate the airbag.
  • Brainpower The In&Box is Wi-Fi connected and transmits data back to In&Motion to help improve the algorithms, with the firm sending out updates when there’s improved software. The system can now detect 91% of crashes and In&Motion are targeting 100% in two years’ time.
  • Always improving Over-the-air updates have improved battery life from 20 hours to around 30 hours, and the system automatically registers movement to go into standby when you’re not wearing it, with around 20 days of charge in standby mode. A full recharge is around 3 hours by micro-USB.

Exploding the myths: Everything you need to know about motorbike airbag vests

[Imagem: airbag-main.jpg]

Airbags used to be the preserve of factory racers and wealthy trackday riders but with prices now dropping below £400 for the first time, everyday road riders can benefit from the latest safety tech. But what’s out there and will it work if the worst happens? MCN finds out...

How much will an airbag protect me?

Far better than other forms of armour, but still not as much as you might think. Weirdly, most airbag manufacturers do not make any specific claims about impact protection. The exceptions to this are Alpinestars and Dainese, who say their systems offer as much protection as 18 back protectors stacked together.

Traditional motorcycle armour is designed to protect against injury through impact with the ground – not a large, stationary object such as a car. In this very common accident, secondary to the head it’s the chest and back that bear the brunt, and it’s these areas that road-focused airbag systems are designed to protect.

[Imagem: marquez-crash-03.jpg]

A small study in France, which sampled 27 real-world accidents of riders wearing airbags (and also a gruesome experimental test using cadavers as crash-test dummies – we kid you not!) discovered that airbag vests prevent serious and life-threatening injuries to the thorax at impact speeds up to 31mph.

Although this doesn’t sound like a lot, the level of impact energy involved with hitting something at that speed is immense; the body can only survive so much and no safety kit can protect you completely in all circumstances.

So how did Marquez survive his Buriram horror highside last year? He’s a lucky little blighter – but it’s more than just fortuitousness.

[Imagem: marquez-crash-02.jpg]

Given that impacts over 30g are when human tissue starts to come apart, the fact that Marquez was catapulted into the air with a force so great that it pushed the rear tyre off the rim of his Repsol Honda, before slamming him into the Thai tarmac with an impact of over 26g, then four hours later going on to top that day’s timesheets, you’d be forgiven for believing he’s super human.

But racing crashes, where the deceleration forces are mitigated by sliding and tumbling, coupled with the load-spreading airbag around the shoulders, chest and back in race suits, mean that riders are better able to walk away from incidents that a decade ago might’ve been career-ending.

[Imagem: marquez-crash-01.jpg]

What types of system are available?

There are three different types, each differs in the way it is triggered. First up are electronic, automated systems which rely on built-in accelerometers, gyroscopes and GPS to feed information to a central ECU which will then use artificial intelligence to detect a ‘loss of control’.

Next are electronic systems which use radio-linked sensors on the bike itself to detect a crash. Finally, there are the simplest systems which use a mechanical trigger – a lanyard attached to the bike which pulls a ball bearing from the firing mechanism when a great enough force has been exerted on it – usually about 25kg.

Do I need to buy a whole new outfit?

[Imagem: ixon-jacket.jpg]

No. The new wave of airbag vests can be worn under (or over) your existing kit, provided there’s enough space. To find out if you have room, put your jacket on, zip it up and pull it directly away from your chest. If you have about 4cm between your body and the jacket you will be fine.

And even if you do wear it beneath a jacket that’s too tight, the systems have a pressure release valve which will prevent the inflated vest from causing you injury through it being too tight.

The Dainese Smart Jacket, Helite, Merlin and Hit-Air systems are all designed to be worn over your riding kit. Dainese and RST also make jackets and suits with built-in airbags.

Are airbag sales on the up right now?

[Imagem: airbag-greenlight.jpg]

Martin Brown from Dainese dealer Bike Stop reckons so. He says: "We’re probably selling five times as many airbag products than we were three years ago. A lot of that is down to the fact that customers are more aware of the technology because of MotoGP making airbags compulsory, and also because of Marc Marquez’s big accidents! I think competition from other brands has helped too, with In&motion offering their subscription service to help bring prices below £400.

"We started off just selling them to trackday riders who needed to have the latest and greatest tech, but now with the prices coming down many more road riders are investing; at £570 it’s often an alternative to just another regular jacket that they were considering anyway."

Nope. MCN conducted some highly scientific testing involving a Dainese D-Air Misano 2 suit and a spot of energetic trampolining, and discovered all the bouncing wasn’t enough to trigger an inflation.

Electronic airbags are pretty smart – there’s literally millions of miles worth of riding data powering the algorithms behind the triggering mechanism in a Dainese, Alpinestars or In&motion system.

Plus, the majority of electronic airbags need to detect a GPS ground speed of more than 25kph in order to fire (although the Dainese Smart Jacket is claimed to work from a standstill, in order to protect against being rear-ended).

Is there a CE standard for airbags?

[Imagem: ce-marking.jpg]

Yes, EN 1621-4 (‘1621’ signifies motorcycle armour, ‘-4’ indicates it’s an airbag) is the standard for Motorcyclists’ Inflatable Protectors, however it’s not compulsory for airbags to be homologated to it.

The standard sets out minimum requirements for activation time as well as protection levels and coverage. Although it was written for mechanical (lanyard) systems, some electronic vest manufacturers will test their airbags to the protective standard just to give customers some information.

As with body armour, the standard has two impact performance levels; the lower Level 1 must transmit no more than 4.5kN average force (with no single strike exceeding 6kN; Level 2 must transmit less than 2.5kN average (with no single strike greater than 3kN.) This compares with traditional back protectors which are less than 18kN for Level 1 and less than 9kN for Level 2.

As with any CE approval, look for the motorcycle pictogram with the standard number or the word ‘airbag’ printed within it. Or check the manufacturer’s literature/website for certificate of conformity.

Can I trigger a mechanical system if I forget to un-hitch when I get off?

It’s extremely unlikely. According to UK Helite importers airvest. co.uk, it takes 25-30kg of pulling force to cause the needle in the trigger mechanism to perforate the cartridge and release the gas. That’s a damn good yank.

What happens when you crash?

[Imagem: neevesy-crash.jpg]

MCN reader and club racer Damon Rides says: "I have a Alpinestars Tech-Air Race vest in a custom-made PSI leather suit. I bought it because, after a fair few trackday crashes, my body was feeling beaten up, so I wanted something that’d offer more than just basic protection.

"I’ve crashed in it four times – three times when it deployed and once when it didn’t. When it goes off you don’t feel it, but as you are tumbling down the track you hardly feel anything on your upper body so you know it’s doing its job.

"The three separate times when it deployed I had crashes at different speeds ranging from 30mph to about 120mph and I do feel lucky to have had it on in the high-speed crashes (during one of which I landed on my head, knocking me out for 45 minutes), as I came away from the crash with no upper body injuries.

"The one time it did not deploy was during a lowside; I think it was because I was already hanging off the bike and leaning close to the floor so it couldn’t distinguish the moment I lost the front. It deployed once I started to tumble, though.

"I wear the same system on the road too because it has the ability to go off on impact even if someone hits you. Buying my airbag is one of the best decisions I’ve ever made."

Fonte: MCN
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#28

Muito bacano o artigo thumbsup
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