07-08-2015 às 10:49
Nas motos, normalmente ocorrem 2 tipos de roubo.... o de ocasião, em que um ou dois putos vêem uma moto, normalmente mais antiga, fácil de roubar(*), até sem grande valor comercial, "desprotegida" e onde o dono teve pouco cuidado. Levam-na para fazer umas parvoíces, dar umas voltas, escafiar, cometer um ou outro delito.... e depois até a abandonam num qualquer ermo, ou desfazem-se dela mandando-a de um penhasco.
Depois há o verdadeiro negócio do roubo rentável, seja para peças, seja para "exportação". Aí, são redes mais organizadas, com meios e conhecimentos próprios.
Os alvos são determinados por marca/modelo, agem de forma eficaz e premeditada (e não por ocasião).
Há redes de furto de motos (especialmente desportivas de topo), especializadas no negócio da exportação. A moto é roubada, rapidamente "acondicionada" em contentores, e embarcada em direcção aos Palop (aonde a sua procura e cobiça é imensa, dado os preços proibitivos que muitas delas têm lá, enquanto novas). E depois têm contactos privilegiados com quem se "mexe" bem dentro das entidades oficiais, que facilitam o desalfandegamento e legalização lá. É comum, especialmente em Angola, Moçambique e Cabo Verde, verem-se Ducati's, BMW ou MV Agustas, devidamente matriculadas e com documentos lá, mas que foram roubadas cá.
(*) Quem se lembra da história de se conseguir meter a trabalhar as CBR600F "pré HISS", só com uma moeda de 20 escudos no canhão da ignição?
Depois há o verdadeiro negócio do roubo rentável, seja para peças, seja para "exportação". Aí, são redes mais organizadas, com meios e conhecimentos próprios.
Os alvos são determinados por marca/modelo, agem de forma eficaz e premeditada (e não por ocasião).
Há redes de furto de motos (especialmente desportivas de topo), especializadas no negócio da exportação. A moto é roubada, rapidamente "acondicionada" em contentores, e embarcada em direcção aos Palop (aonde a sua procura e cobiça é imensa, dado os preços proibitivos que muitas delas têm lá, enquanto novas). E depois têm contactos privilegiados com quem se "mexe" bem dentro das entidades oficiais, que facilitam o desalfandegamento e legalização lá. É comum, especialmente em Angola, Moçambique e Cabo Verde, verem-se Ducati's, BMW ou MV Agustas, devidamente matriculadas e com documentos lá, mas que foram roubadas cá.
(*) Quem se lembra da história de se conseguir meter a trabalhar as CBR600F "pré HISS", só com uma moeda de 20 escudos no canhão da ignição?

