08-10-2015 às 18:37
(08-10-2015 às 11:45)carlos-kb Escreveu: Por cá é "prato do dia". Basta fazer uma qualquer artéria da Grande Lisboa, em hora de ponta a um dia de semana, para nos cruzarmos com uma quantidade considerável de RR's... que são desconfortáveis, gastadoras e pouco indicadas para o commuting!
É o meu percurso diário.
O fenómeno que referes era muito mais evidente... na década passada!
Continua-se a ver bastantes porque elas continuam em circulação e não porque serem uma escolha habitual de quem compra motos novas!
Curiosamente tenho visto muitas superdesportivas é a estafetar!!!
Mas a maioria antigas todas escafiadas que por não terem grande valor de mercado vão acabar ali a sua vida.
(08-10-2015 às 11:45)carlos-kb Escreveu: Mas vale todo esse esforço, só pelo factor "basófia". Porque depois sentar com os amigos e comentar acerca das duas centenas de "cavais" (mais cavalo, menos cavalo), é "trendy"!
Estamos em 2015 e não em 2005!
Neste momento o "trendy" é falar da incursão com uma GS numa estrada de paralelo ou da aventura que foi ir a Badajoz comprar caramelos.
Sim, o mercado da superdesportivas recuperou algum fôlego quando apareceu a S1000RR. Mas está muuuuiiiitooooo longe de ser um mercado que foi em outros tempos!
Tendo em conta a importancia do factor "basófia" tal que referes... sobra ainda menos espaço para motos como esta R1S.
(08-10-2015 às 11:45)carlos-kb Escreveu: Caindo no extremo destas variantes "low profile", desportiva mas distanciada da aptidão turística, a Suzuki ainda recentemente mandou cá para fora uma coisa no mesmo seguimento e totalmente assumida... a GSXS1000.
Suponho que te referes à GSX1000F... que penso só ter entrado no mercado este ano.
Desconheço o sucesso que esteja a ter ao nível de vendas.
Mas por exemplo a Kawasaki Z1000SX teve no ano passado um enorme sucesso em vários marcados e foi mesmo a moto mais vendida da marca.
(08-10-2015 às 11:45)carlos-kb Escreveu: Yep.... recordo novamente.... a Suzuki acabou de o fazer o ano passado.
Sim, já sabemos que a Suzuki e a Kawasaki têm já produtos destinados a este tipo de mercado.
Mas a Yamaha não tem.
E a discussão lançada é que provavelmente faria mais sentido reformular as FZ tornando-as apetecíveis (não cometendo todos aqueles erros que referiste) do que lançar versões achanatadas de R1.

