Admiro a força, persistência e coragem da AJP em se manter num mercado dominado por tubarões, e ainda assim, oferecer produtos atractivos, acessíveis e de (alegada) qualidade.
Tive a oportunidade de estar ainda um bom bocado, na EICMA, no stand da AJP e ver as reacções lá fora, sobre a maioria das motos expostas, especialmente as PR5 e PR7. E muitos dos visitantes ficavam algo surpreendidos ao constatarem que aquela marca "desconhecida" mas que despertava atenções, era de origem portuguesa.
Só posso assim desejar que a marca dos irmãos António e Jorge Pinto continue a crescer e a ser valorizada, pois acaba por ser também uma "pedrada no charco" sobre aquilo que (não) se faz cá por este cantinho à beira mar plantado.
Long Life to the Queen!
Tive a oportunidade de estar ainda um bom bocado, na EICMA, no stand da AJP e ver as reacções lá fora, sobre a maioria das motos expostas, especialmente as PR5 e PR7. E muitos dos visitantes ficavam algo surpreendidos ao constatarem que aquela marca "desconhecida" mas que despertava atenções, era de origem portuguesa.
Só posso assim desejar que a marca dos irmãos António e Jorge Pinto continue a crescer e a ser valorizada, pois acaba por ser também uma "pedrada no charco" sobre aquilo que (não) se faz cá por este cantinho à beira mar plantado.
Long Life to the Queen!

