30-12-2017 às 18:54
É uma firma honesta e válida de falar e debater este tipo de assuntos aqui no fórum.
Convinha analizar com lupa o porquê desta descida sustentável das vítimas entre o colectivo motociclista.
No entanto posso dizer que fomos nós, os motociclistas, que fizemos por isso. Foste nós motociclistas que, em vários movimentos cívicos incentivamos e promovemos uma lei apresentada e aprovada na Assembleia da República por um motociclista em 2004. A par com a aplicação da lei dos Rails, a comunidade experimentou uma mudança de comportamentos, tornou-se mais visível, mais participativa e respeitável.
Quer se queira, quer não, isto muda comportamentos rodoviários, aumenta o civismo, reduzindo os comportamentos de risco e directamente reduzindo a sinistralidade.
A carta das 125 só pode ter impacto negativo, se esses condutores pularem a cerca dos 125, passarem a conduzir motos de maior cilindrada sem ser feito previamente um trabalho de consciencialização sobre os riscos inerentes às motas de maior cilindrada.
Teremos que ser nós, motociclistas, a fazer esse trabalho de sensibilização para que estes não se fiquem para trás, a engordar o número das vítimas de acidentes rodoviários.
Convinha analizar com lupa o porquê desta descida sustentável das vítimas entre o colectivo motociclista.
No entanto posso dizer que fomos nós, os motociclistas, que fizemos por isso. Foste nós motociclistas que, em vários movimentos cívicos incentivamos e promovemos uma lei apresentada e aprovada na Assembleia da República por um motociclista em 2004. A par com a aplicação da lei dos Rails, a comunidade experimentou uma mudança de comportamentos, tornou-se mais visível, mais participativa e respeitável.
Quer se queira, quer não, isto muda comportamentos rodoviários, aumenta o civismo, reduzindo os comportamentos de risco e directamente reduzindo a sinistralidade.
A carta das 125 só pode ter impacto negativo, se esses condutores pularem a cerca dos 125, passarem a conduzir motos de maior cilindrada sem ser feito previamente um trabalho de consciencialização sobre os riscos inerentes às motas de maior cilindrada.
Teremos que ser nós, motociclistas, a fazer esse trabalho de sensibilização para que estes não se fiquem para trás, a engordar o número das vítimas de acidentes rodoviários.

