04-08-2017 às 11:52
tasr25.... terás de ter em conta é o seguinte. Tirando as 125cc das marcas mais comerciais (japonesas e italianas), tudo o resto acabam por ser "chinesisces", muitas delas disfarçadas com um rebranding, para parecerem outra coisa. Depois tens ainda as alegadas marcas sediadas na Europa (Megelli, Mash, Leonart, etc.) mas que a produção dos seus modelos são feitos na China, como forma de minimizar e controlar custos de produção. Mesmo as caras KTM Duke 125, são fabricadas na India pela Bajaj, por exemplo.
Ok que uma coisa é um produto 100% chinês, e outra é um produto fabricado num centro de produção na China, com um (alegado) controlo de qualidade de uma marca mais conceituada.
Depois tens ainda a questão da rede de assistência. Comprares uma moto de uma marca desconhecida e mal representada em Portugal, pode-te vir a dar várias dores de cabeça, quando necessites de componentes ou até meros consumíveis mais específicos.
Eu sei que o preço de uma chinesa "típica" e de uma marca semi-desconhecida pode ser à priori,tentador, especialmente quando se quer simplesmente uma moto, gastando o menos possível. Mas o típico adágio de "o barato pode sair caro", neste aspecto adequa-se na perfeição.
Daí que seja normal, entre alguma brincadeira e ironia, que te recomendem preferencialmente uma japonesa usada, em detrimento de uma destas chinocas novas, que usam mecânicas obsoletas, têm maus componentes e cuja qualidade geral de construção deixa a desejar.
Acredita que isso tem várias razões de ser!
Ok que uma coisa é um produto 100% chinês, e outra é um produto fabricado num centro de produção na China, com um (alegado) controlo de qualidade de uma marca mais conceituada.
Depois tens ainda a questão da rede de assistência. Comprares uma moto de uma marca desconhecida e mal representada em Portugal, pode-te vir a dar várias dores de cabeça, quando necessites de componentes ou até meros consumíveis mais específicos.
Eu sei que o preço de uma chinesa "típica" e de uma marca semi-desconhecida pode ser à priori,tentador, especialmente quando se quer simplesmente uma moto, gastando o menos possível. Mas o típico adágio de "o barato pode sair caro", neste aspecto adequa-se na perfeição.
Daí que seja normal, entre alguma brincadeira e ironia, que te recomendem preferencialmente uma japonesa usada, em detrimento de uma destas chinocas novas, que usam mecânicas obsoletas, têm maus componentes e cuja qualidade geral de construção deixa a desejar.
Acredita que isso tem várias razões de ser!

