06-02-2017 às 05:38
(Mensagem modificada pela última vez: 06-02-2017 às 05:41 por Johnny_1056.)
Boas;
Carlos_kb acho muita piada a todas essas políticas e manobras de fidelização de clientes.
Sabes o que eu tenho para te dizer?
...
Eu não sou um gajo assim!! Estou-me profundamente a c#gar para essas merdas!!
Nunca carimbei um livro de revisões, estou-me a borrifar para garantias e se os problemas aparecerem garanto-te que alguém vai assumir a responsabilidade. Até posso ser eu, porque sei como se partem motores e não só...
Quase nunca tive que recorrer aos serviços de assistência em viagem, garanto-te que nunca fiquei na estrada.
Até aos dias de hoje, só comprei motos de amigos ou de alguém que assumiu uma palavra comigo (sou um pelintra e não compro motos novas, excepto uma) e nunca me dei mal com esta postura. Já tive pessoas, responsáveis por vendas, com que cheguei à conclusão que seria melhor não me vender uma moto e continuo a viver a moto como aprendi com os meus antepassados. Peço-te o favor de pensares que comecei e aprendi com alguém numa época em que não havia importadores oficiais (ou muito poucos que havia vendiam tudo menos motos) e já havia algumas motos neste país. Lido com pessoas que quando compraram uma moto nova, umas das condições foi esta ser-lhe entregue em casa ainda dentro do caixote para eles poderem montar, da mesma forma em que quando chegava uma moto nova se assistia à montagem de esta quase como um acto cerimonial.
Uma coisa eu te garant: se um veículo teu avariar longe de casa, a tua preocupação em arranjá-lo ultrapassa tudo e raramente passa pela assistência ou serviços da marca.
Carlos_kb acho muita piada a todas essas políticas e manobras de fidelização de clientes.
Sabes o que eu tenho para te dizer?
...
Eu não sou um gajo assim!! Estou-me profundamente a c#gar para essas merdas!!
Nunca carimbei um livro de revisões, estou-me a borrifar para garantias e se os problemas aparecerem garanto-te que alguém vai assumir a responsabilidade. Até posso ser eu, porque sei como se partem motores e não só...
Quase nunca tive que recorrer aos serviços de assistência em viagem, garanto-te que nunca fiquei na estrada.
Até aos dias de hoje, só comprei motos de amigos ou de alguém que assumiu uma palavra comigo (sou um pelintra e não compro motos novas, excepto uma) e nunca me dei mal com esta postura. Já tive pessoas, responsáveis por vendas, com que cheguei à conclusão que seria melhor não me vender uma moto e continuo a viver a moto como aprendi com os meus antepassados. Peço-te o favor de pensares que comecei e aprendi com alguém numa época em que não havia importadores oficiais (ou muito poucos que havia vendiam tudo menos motos) e já havia algumas motos neste país. Lido com pessoas que quando compraram uma moto nova, umas das condições foi esta ser-lhe entregue em casa ainda dentro do caixote para eles poderem montar, da mesma forma em que quando chegava uma moto nova se assistia à montagem de esta quase como um acto cerimonial.
Uma coisa eu te garant: se um veículo teu avariar longe de casa, a tua preocupação em arranjá-lo ultrapassa tudo e raramente passa pela assistência ou serviços da marca.

