11-01-2017 às 15:53
Temos aqui um caso semelhante ao do Shady, quando comprou a NX4.
Obviamente que andar de transportes te sairá mais rentável e barato, no imediato.... no entanto, por toda a liberdade e mobilidade, que a moto te proporcionará, pelos motivos já referidos, compensa e de sobremaneira. Já para não falar do tempo que pouparás... e todos sabemos que tempo também é dinheiro!
Tu é que saberás como normalmente a tua carteira anda (ou não) "recheada" e quais as fontes de rendimento que tens que possibilitem o manter e alimentar uma moto no futuro, para que não tenhas de ficar com ela parada de tempos a tempos.
Se a opção for mesmo uma moto, e se te deslocas essencialmente em ambiente urbano, uma 125 a 4 tempos será sempre a melhor opção, pela sua manutenção económica (consumíveis e peças na generalidade mais baratos) e pelo que poupas em combustível (consumos entre 2 a 2.5 lts./100Km). Ao que deverás somar ainda as despesas complementares como seguros (que no caso de um recém encartado são elevados), equipamento (que podes ir comprando aos poucos), etc...
Normalmente quando se tem trocos contados e uma moto para manter, descura-se na manutenção. É norma comum preferir-se abastecê-la do que prestar-lhe a devida manutenção periódica. Mas é um erro que a prazo, depois pode trazer dissabores e maiores rombos à carteira.
Esta manutenção periódica (aka revisões) é algo ao qual não convém fugir, especialmente se quiseres que a moto dure longos e bons tempos sem dores de cabeça de maior.
Agora numa pequena 125 (caso optes por uma destas), aonde a parte mecânica não é nada por demais complexo, há certas tarefas de manutenção que até se podem fazer em casa poupando tempo e uns bons cobres, especialmente aquela que mais despesa dará numa oitavo de litro, que são as rotineiras e mais frequentes mudas de óleo e filtro. E então numa moto "descascada" como será uma CBF125 (ou congénere), a tarefa é altamente facilitada.
Pesquisa no youtube como se faz ou pede a um amigo entendido, para te ajudar a fazer, vês como é a na próxima já o saberás como e onde fazer.
Claro que depois há as chamadas avarias inesperadas, mas de uma forma geral, uma moto de menor cilindrada também tem menos por onde avariar e as ditas reparações, regra geral, também são mais baratas. Mas se tiveres cuidado e estima pelo material, consegues rolar por muitos milhares de kms sem qualquer tipo de anomalia que te traga dores de cabeça de maior.
Quanto ás quedas, é relativo.... há aquelas que praticamente não fazem mossa... e outras que podem-te violentar a carteira de forma severa. Claro que ninguém cai porque quer, e é mais propício acontecer nos primeiros tempos de inexperiência. Mas é algo que também podes minimizar o risco de acontecer, na medida do possível, com algum empenho e cuidado na condução. Se te deixa satisfeito, eu por exemplo, comecei a andar de mota em 1992, e até hoje nunca deixei de ter motos.... as duas únicas vezes que caí (sem consequências de maior) foram logo no início, com a primeira cinquentinha que tive.
Por fim.... e caso a opção seja a moto, para que consigas manter o orçamento minimamente equilibrado, também deverás ter extrema atenção ao que compras (especialmente se for usado) e a quem compras. E nesse capítulo nada melhor que te aconselhares primeiro com um entendido... ou comparares preços e ver o que compensa entre aquilo que encontres nos anúncios de particulares e o que há em stand, que por lei, te terão de dar uma garantia de pelo menos 1 ano, sobre a moto vendida.
Agora.... fazeres contas e decidir, cabe-te a ti. Boa sorte!
Obviamente que andar de transportes te sairá mais rentável e barato, no imediato.... no entanto, por toda a liberdade e mobilidade, que a moto te proporcionará, pelos motivos já referidos, compensa e de sobremaneira. Já para não falar do tempo que pouparás... e todos sabemos que tempo também é dinheiro!
Tu é que saberás como normalmente a tua carteira anda (ou não) "recheada" e quais as fontes de rendimento que tens que possibilitem o manter e alimentar uma moto no futuro, para que não tenhas de ficar com ela parada de tempos a tempos.
Se a opção for mesmo uma moto, e se te deslocas essencialmente em ambiente urbano, uma 125 a 4 tempos será sempre a melhor opção, pela sua manutenção económica (consumíveis e peças na generalidade mais baratos) e pelo que poupas em combustível (consumos entre 2 a 2.5 lts./100Km). Ao que deverás somar ainda as despesas complementares como seguros (que no caso de um recém encartado são elevados), equipamento (que podes ir comprando aos poucos), etc...
Normalmente quando se tem trocos contados e uma moto para manter, descura-se na manutenção. É norma comum preferir-se abastecê-la do que prestar-lhe a devida manutenção periódica. Mas é um erro que a prazo, depois pode trazer dissabores e maiores rombos à carteira.
Esta manutenção periódica (aka revisões) é algo ao qual não convém fugir, especialmente se quiseres que a moto dure longos e bons tempos sem dores de cabeça de maior.
Agora numa pequena 125 (caso optes por uma destas), aonde a parte mecânica não é nada por demais complexo, há certas tarefas de manutenção que até se podem fazer em casa poupando tempo e uns bons cobres, especialmente aquela que mais despesa dará numa oitavo de litro, que são as rotineiras e mais frequentes mudas de óleo e filtro. E então numa moto "descascada" como será uma CBF125 (ou congénere), a tarefa é altamente facilitada.
Pesquisa no youtube como se faz ou pede a um amigo entendido, para te ajudar a fazer, vês como é a na próxima já o saberás como e onde fazer.
Claro que depois há as chamadas avarias inesperadas, mas de uma forma geral, uma moto de menor cilindrada também tem menos por onde avariar e as ditas reparações, regra geral, também são mais baratas. Mas se tiveres cuidado e estima pelo material, consegues rolar por muitos milhares de kms sem qualquer tipo de anomalia que te traga dores de cabeça de maior.
Quanto ás quedas, é relativo.... há aquelas que praticamente não fazem mossa... e outras que podem-te violentar a carteira de forma severa. Claro que ninguém cai porque quer, e é mais propício acontecer nos primeiros tempos de inexperiência. Mas é algo que também podes minimizar o risco de acontecer, na medida do possível, com algum empenho e cuidado na condução. Se te deixa satisfeito, eu por exemplo, comecei a andar de mota em 1992, e até hoje nunca deixei de ter motos.... as duas únicas vezes que caí (sem consequências de maior) foram logo no início, com a primeira cinquentinha que tive.
Por fim.... e caso a opção seja a moto, para que consigas manter o orçamento minimamente equilibrado, também deverás ter extrema atenção ao que compras (especialmente se for usado) e a quem compras. E nesse capítulo nada melhor que te aconselhares primeiro com um entendido... ou comparares preços e ver o que compensa entre aquilo que encontres nos anúncios de particulares e o que há em stand, que por lei, te terão de dar uma garantia de pelo menos 1 ano, sobre a moto vendida.
Agora.... fazeres contas e decidir, cabe-te a ti. Boa sorte!

