24-02-2015 às 15:07
Boas;
Carlos-kb, até posso compreender em parte a tua ideia.
Eu próprio tenho que admitir que acabo por dar um bocado vida de "ferro" à que tenho em casa, é uma moto com soluções técnicas desactualizadas, um certo classicismo estético e que utilizo regularmente de forma bastante tranquila. Com ela redescobri o prazer de voltar a andar de capacete aberto e sem grandes preocupações.
Depois há tudo o resto, continua a ser uma besta de semáforos, devoradora de gasolina com autonomia limitada, capaz de despertar o nosso lado mais hooligan e deixar-nos completamente estarrecidos com a sua violência. Descrevo-a muitas vezes como uma superbike japonesa dos '70 com esteróides; se a condução mais empenhada destas consegue pregar-nos uns valentes calafrios, a VMax eleva a fasquia.
Como moto de culto, as transformações tornaram-se parte da sua existência, o que não faltou por aí foi gente com a sua interpretação pessoal da moto.
Continua a não haver classe para a catalogar e nunca ninguém conseguiu chegar-lhe aos calacanhares, nomeadamente a Honda com a X4 1000 e a Kawasaki com a ZL1000.
A VMax 17 acaba por ser uma re-interpretação actual do conceito, a Yamaha tinha efectivamente que fazer uma moto marcante para poder voltar a usar este nome. Ainda hoje a moto dispõe de tecnologia com que muitas ainda só conseguem sonhar. Quantas motos há no mercado com trompetas de admissão com comprimento variável?? Um pouco como foi o V-Boost no seu tempo.
Continua a ser uma moto maciça, exagerada, mas com performance acima de tudo o que se considerar rival directo.
Voltando às Harley Davidson, estas têm o seu encanto enquanto forem verdadeiros "ferros"!! Enquanto conseguirem manter aquele elan que as torna distintas. A V-Rod não passa duma tentativa infrutífera de tentar ir atrás dos outros, e neste caso muito atrás...
Carlos-kb, até posso compreender em parte a tua ideia.
Eu próprio tenho que admitir que acabo por dar um bocado vida de "ferro" à que tenho em casa, é uma moto com soluções técnicas desactualizadas, um certo classicismo estético e que utilizo regularmente de forma bastante tranquila. Com ela redescobri o prazer de voltar a andar de capacete aberto e sem grandes preocupações.
Depois há tudo o resto, continua a ser uma besta de semáforos, devoradora de gasolina com autonomia limitada, capaz de despertar o nosso lado mais hooligan e deixar-nos completamente estarrecidos com a sua violência. Descrevo-a muitas vezes como uma superbike japonesa dos '70 com esteróides; se a condução mais empenhada destas consegue pregar-nos uns valentes calafrios, a VMax eleva a fasquia.
Como moto de culto, as transformações tornaram-se parte da sua existência, o que não faltou por aí foi gente com a sua interpretação pessoal da moto.
Continua a não haver classe para a catalogar e nunca ninguém conseguiu chegar-lhe aos calacanhares, nomeadamente a Honda com a X4 1000 e a Kawasaki com a ZL1000.
A VMax 17 acaba por ser uma re-interpretação actual do conceito, a Yamaha tinha efectivamente que fazer uma moto marcante para poder voltar a usar este nome. Ainda hoje a moto dispõe de tecnologia com que muitas ainda só conseguem sonhar. Quantas motos há no mercado com trompetas de admissão com comprimento variável?? Um pouco como foi o V-Boost no seu tempo.
Continua a ser uma moto maciça, exagerada, mas com performance acima de tudo o que se considerar rival directo.
Voltando às Harley Davidson, estas têm o seu encanto enquanto forem verdadeiros "ferros"!! Enquanto conseguirem manter aquele elan que as torna distintas. A V-Rod não passa duma tentativa infrutífera de tentar ir atrás dos outros, e neste caso muito atrás...

