19-12-2016 às 11:52
Quem ler com atenção o que o Magjet escreveu e vir os episódios do Brain Games, no National Geographic, vai perceber porque é que as motas passam despercebidas. Reparem nos seguintes factos:
a. Há muito poucas motas a circular comparativamente ao número total de veículos;
b. É um veículo pequeno e estreito;
c. É um veículo muito ágil.
Perante isto, é comum acontecer muita gente nem reparar que as motas estão lá, até porque podemos ser vítimas do nosso cérebro. Para nós que somos motociclistas, isso não faz muito sentido, mas para quem não é, facilmente se pode "esquecer" que as motas estão ali. É muito comum, por exemplo, se vier uma mota e um carro atrás, que outro condutor se foque involuntariamente no carro. Se a isto juntarmos a facilidade com que uma mota pode ficar escondida atrás de um ângulo morto ou à frente de um carro com os faróis acesos, começam-se a alinhar muitos fatores de risco. E aqui estamos apenas a considerar condutores que vão (minimamente) atentos. Metam ao barulho os que vão com o telemóvel, cansados, embriagados, sob o efeito de medicamentos psiquiátricos, etc.
Já agora, deixo-vos aqui uma imagem que dá que pensar quando circulamos de noite, com mau tempo ou agora que as luzes diurnas se vão generalizando nos carros:
a. Há muito poucas motas a circular comparativamente ao número total de veículos;
b. É um veículo pequeno e estreito;
c. É um veículo muito ágil.
Perante isto, é comum acontecer muita gente nem reparar que as motas estão lá, até porque podemos ser vítimas do nosso cérebro. Para nós que somos motociclistas, isso não faz muito sentido, mas para quem não é, facilmente se pode "esquecer" que as motas estão ali. É muito comum, por exemplo, se vier uma mota e um carro atrás, que outro condutor se foque involuntariamente no carro. Se a isto juntarmos a facilidade com que uma mota pode ficar escondida atrás de um ângulo morto ou à frente de um carro com os faróis acesos, começam-se a alinhar muitos fatores de risco. E aqui estamos apenas a considerar condutores que vão (minimamente) atentos. Metam ao barulho os que vão com o telemóvel, cansados, embriagados, sob o efeito de medicamentos psiquiátricos, etc.
Já agora, deixo-vos aqui uma imagem que dá que pensar quando circulamos de noite, com mau tempo ou agora que as luzes diurnas se vão generalizando nos carros:

