Ora bem.... quanto a arquitecturas de motor, isto tem muito que se lhe diga. Até porque não contam apenas o nº de cilindros, mas também a sua disposição, tipo de concepção, nº de válvulas ou até mesmo a configuração da cambota. Por exemplo, mesmo num bicilíndrico em linha, flat ou em V, podemos obter comportamentos tão díspares... como num inline 4 vs V4.... como num 6 em linha vs um flat six.... and so on!
Nunca conduzi motos com mais de 4 cilindros.
Como em tudo, cada arquitectura tem vantagens e desvantagens. Começar a enumerar cada uma delas daria pano para mangas.
Por outro lado, estar a dizer que prefiro um determinado tipo de motor, apenas baseando-me no nº de cilindros, e sem meter mais dados na equação, acabamos por ter uma avaliação superficial. Até porque depois existe ainda a adequação da configuração do motor ao tipo de moto. Mesmo com um nº de cilindros equivalente, a mesma disposição e cilindrada, podemos obter comportamento e prestações bastante diferentes (por exemplo, peguem num V2 de 1000cc de uma custom e num V2 com a mesma cubicagem, numa sport).
No geral, aprecio qualidades em todas as arquitecturas de motor. E até mesmo nos monocilíndricos, que seria a configuração que evitaria à priori, consigo ver que é a mais indicada para determinados tipos de moto, como sejam as enduristas ou MX, em que toda a força tracção tem estar logo ali quase disponível.
Agora.... aquela arquitectura de motor pela qual sinto talvez maior afinidade e que talvez tenha o melhor "equilíbrio" entre diferentes mundos? Talvez mesmo um triple (apesar de no mercado haver apenas e só inline 3)! Mas depois, como uma moto não é só motor, às triple actualmente existentes, falta-lhes sempre algo de acordo com o que procuro, para me conseguirem convencer a tomá-las seriamente como opção.
Nunca conduzi motos com mais de 4 cilindros.
Como em tudo, cada arquitectura tem vantagens e desvantagens. Começar a enumerar cada uma delas daria pano para mangas.
Por outro lado, estar a dizer que prefiro um determinado tipo de motor, apenas baseando-me no nº de cilindros, e sem meter mais dados na equação, acabamos por ter uma avaliação superficial. Até porque depois existe ainda a adequação da configuração do motor ao tipo de moto. Mesmo com um nº de cilindros equivalente, a mesma disposição e cilindrada, podemos obter comportamento e prestações bastante diferentes (por exemplo, peguem num V2 de 1000cc de uma custom e num V2 com a mesma cubicagem, numa sport).
No geral, aprecio qualidades em todas as arquitecturas de motor. E até mesmo nos monocilíndricos, que seria a configuração que evitaria à priori, consigo ver que é a mais indicada para determinados tipos de moto, como sejam as enduristas ou MX, em que toda a força tracção tem estar logo ali quase disponível.
Agora.... aquela arquitectura de motor pela qual sinto talvez maior afinidade e que talvez tenha o melhor "equilíbrio" entre diferentes mundos? Talvez mesmo um triple (apesar de no mercado haver apenas e só inline 3)! Mas depois, como uma moto não é só motor, às triple actualmente existentes, falta-lhes sempre algo de acordo com o que procuro, para me conseguirem convencer a tomá-las seriamente como opção.

