19-10-2016 às 09:41
(18-10-2016 às 23:41)7pires Escreveu: muitas pessoas confundiam com rz50, depois de verem bem, uma kawa! mota diferente
era o objectivo! em 1993 nao havia muitas escolhas, ou casal, zundap, sachs,
que se usava no ribatejo?
yamas, hondas, somente para os ricos! quem tinha 400 contos para dar por dt ou nsr?
tzr e crm era para ricos, xt350 para os mais os mais velhos, cbr600 para os deuses
pergunta ao Nelson
Pires, em 1993, o Nelson não morava (ainda) no Ribatejo!
Em 1993 já havia escolha variada.. caras, mas havia! Já tinha colegas de escola a andarem com GS500, Viragos, XT600 e até YZF750 ou Nordwest 600 apareciam lá pela escola secundária (deixando embasbacados muitos de nós). Um prof. da mesma já andava de Tiger 900 e tinha uma profª. de Português com uma ZZR1100.
O problema era que, em 1992/1993, nós não as podíamos conduzir (ainda) por não termos carta (e idade) para elas.... e daí ter-mos de nos cingir às cinquentinhas, com licença camarária de ciclomotores. O Nelson foi excepção que foi logo para a SR125 mas não podia andar com ela "á vontade" precisamente por não ter carta.
Mas 50cc eram muitas, entre secadores e motos (DT, NSR, wolf, TZR, TS, CT, Target, etc.). E depois haviam as bem caras italianas (Prima, AF1, etc.).
Uma cinquentinha japonesa nova custava na casa dos 400 contos, é um facto.... mas uma portuguesa (nova), das mais recentes, já não custava muito menos. (Feeling, Pre50, FX, Magnum etc.).... e uma italiana já andava mais próximo dos 500 contos.
Em meados de 94 tirei a carta (A e B).... e alguns meses, depois de juntar os trocos necessários, fui buscar uma CB Two Fifty.

