27-07-2016 às 22:52
(27-07-2016 às 13:30)dfelix Escreveu:(27-07-2016 às 12:52)vindaloo Escreveu: Não concordo que sejam motas de poupança.
E não são.
Por alguma razão são vendidas como desportivas e não como utilitárias.
(27-07-2016 às 12:52)vindaloo Escreveu: No Brasil não encontras estas motas. Encontras 'N' motas de baixa cilindrada, por razões económicas. Mas são motas simples e robustas, igualmente económicas e sem travestismos.
http://www.yamaha-motor.com.br/r3/
http://kawasakibrasil.com.br/produtos/ninja-300-2017/
Estranho a RC390 não aparecer no catálogo deles quando a Duke 390 até é produzida lá!
(27-07-2016 às 12:56)vindaloo Escreveu: Vocês sabem fazer quotes tão bonitos, e com vários autores... um dia também hei de aprender.
Tenho muito orgulho nos quotes bonitos.
(27-07-2016 às 12:56)vindaloo Escreveu: Temos então os fabricantes a desenvolverem soluções em 1ª mão para os 'filhos do papá' e posers deste mundo.
Sim. Nada de novo. Tuda na mesma.
Quem é que compravam as RS125 e Mito nos anos 90?
Ou outras motos de baixa cilindrada que andavam na casa dos "mil contos"?
Como obsoleto me assumo, e vou responder tudo abaixo. Quando tiver as férias grandes trabalho os meus quotes
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Tens aqui mesmo neste tópico uma ou outra referência a estas motas como económicas, baixa manutenção etc. Mas nem é fenómeno do fórum, é geral. Discurso este incentivado e inspirado até pelos ensaios e reviews de qualquer revista, vídeo ou vlogger da especialidade

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Referente ao mercado do Brasil, deixo o link barato: http://qcveiculos.com.br/as-motos-mais-v...do-brasil/
Onde quero chegar? Tens 10 exemplos de motas económicas. Esse princípio compreendo. Carimbar de económica e racional uma mota com um custo aquisição sobrevalorizado em parte pela estética e alguns componentes não indispensáveis de melhor qualidade, não.
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Não é ser gabarolas quando existe mérito!
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Hmm não concordo com essa ponte que estás a fazer. Mas explico porquê:
Ninguém comprava uma mito por ser económica ou por ser prática. Comprava-se uma mito por ser o veículo mais 'raçudo' que se podia ter com matrícula e 125cc, e claro para putos de 16 anos era o expoente máximo. Aí sim, o público alvo eram os mais capazes ou sortudos que podiam ter uma com uma mudança 'a mais', e quase 200km/h a descer o km 100 da A1. Essas cagivas deviam ter menos 2 ou 3cv que esta cbr.
Foi também a mota escolhida pelo Rossi para se iniciar numas provazecas regionais em Itália.
Já as CBR , tens colado aqui um pouco a imagem de que estas motas servem putos de 18 anos, mas desconfio que estás enganado. O mercado alvo é outro.

