28-11-2014 às 23:07
Aconteceu-me a mesma coisa que aconteceu ao Xico, na mesma estrada. Não compreendo como é que ando a pagar dois impostos e as estradas são esta porcaria que se vê (ainda estou um bocadinho chateada).
Vinha da Alta de Lisboa para a segunda circular, sentido Sul\Norte naquela curva manhosa de acesso, eram 22 horas, não há iluminação, não há visibilidade e não há coisa alguma que avise. Entrei na curva e julguei que tinha entrado no mar da Caparica. Pensei, com toda a certeza, que ia cair e ia estragar\afogar a mota e o corpo. Só via água, passou por cima do windshield e fez tipo onda... o som não dá para descrever, nem o medo que senti.
Depois, ainda enervada e completamente encharcada, com as botas cheias de água, lá entrei na via e, entre a faixa da esquerda e a do meio (a tentar esquivar-me a tudo o que era ajuntamento de líquidos), perto do radar, está UMA CRATERA que não vi, porque a iluminação, mais uma vez, é uma bela de uma treta. Dei um salto tão grande, mas tão grande, que a minha mão resvalou do punho para a buzina e...buzinei.
Nunca tinha tido tanto medo a andar de mota como ontem. Sei que fui um bocado inconsciente ao levar a mota, mas não fazia ideia de que ia estar aquela tempestade.
Depois vi um automóvel à minha frente, na A1, com o vidro de trás partido, com o plástico que o deveria cobrir a esvoaçar. Estava a ser um dia excelente para nós.
Vinha da Alta de Lisboa para a segunda circular, sentido Sul\Norte naquela curva manhosa de acesso, eram 22 horas, não há iluminação, não há visibilidade e não há coisa alguma que avise. Entrei na curva e julguei que tinha entrado no mar da Caparica. Pensei, com toda a certeza, que ia cair e ia estragar\afogar a mota e o corpo. Só via água, passou por cima do windshield e fez tipo onda... o som não dá para descrever, nem o medo que senti.
Depois, ainda enervada e completamente encharcada, com as botas cheias de água, lá entrei na via e, entre a faixa da esquerda e a do meio (a tentar esquivar-me a tudo o que era ajuntamento de líquidos), perto do radar, está UMA CRATERA que não vi, porque a iluminação, mais uma vez, é uma bela de uma treta. Dei um salto tão grande, mas tão grande, que a minha mão resvalou do punho para a buzina e...buzinei.
Nunca tinha tido tanto medo a andar de mota como ontem. Sei que fui um bocado inconsciente ao levar a mota, mas não fazia ideia de que ia estar aquela tempestade.
Depois vi um automóvel à minha frente, na A1, com o vidro de trás partido, com o plástico que o deveria cobrir a esvoaçar. Estava a ser um dia excelente para nós.
