Na prática, a Suzuki "aplicou" a receita "katana".
Pegaram em algo que já existia.
Neste caso, a própria moto que pretende substituir. E recondicionaram a parte mecânica de forma a poder ser introduzida no mercado.
Actualizaram o equipamento face aos padrões actuais.
Refrescaram a imagem sem fugir ás linhas originais.
E está feito.
Não irá acrescentar nada de novo.
Mas não deixa de ser a ultima geração de um nome que se tornou lendário.
E assim a Suzuki vai continuando a espremer os mesmos modelos de sempre. E sem necessidade de recorrer a grandes e arriscados investimentos.
Pegaram em algo que já existia.
Neste caso, a própria moto que pretende substituir. E recondicionaram a parte mecânica de forma a poder ser introduzida no mercado.
Actualizaram o equipamento face aos padrões actuais.
Refrescaram a imagem sem fugir ás linhas originais.
E está feito.
Não irá acrescentar nada de novo.
Mas não deixa de ser a ultima geração de um nome que se tornou lendário.
E assim a Suzuki vai continuando a espremer os mesmos modelos de sempre. E sem necessidade de recorrer a grandes e arriscados investimentos.

