05-02-2021 às 16:59
Temos que ver que é uma mota de nicho e para aficionados... e quem a compra, é porque é mesmo isso que quer!
Ninguém a compra porque é mais leve, ou mais rápida (que em tempos até já o foi), ou mais bonita ou mais tecnológica!
As gerações anteriores também sempre foram controversas... E no entanto criaram uma legião de fãs. Agora ainda mais num tempo em que este tipo de motos está em vias de extinção, e por isso, as alternativas são escassíssimas, será moto só para determinado tipo de cliente.
Estou com um sentimento algo agri-doce... Não diria que a montanha pariu um rato... mas pariu certamente um boi!
Depois de todo o hype gerado em torno do regresso da "Busa", esperava um pouco mais e melhor... um novo motor (quiçá sobre-alimentado), uma estética brutalíssima e um poderio de números que impressionasse. Mas a bem da verdade, a Suzuki limitou-se a pegar no que já tinha, limou arestas, apurou o design, acrescentou alguma tecnologia e melhorias em alguns componentes dinâmicos, meteu-lhe dois enormes "cilindros" laterais para cumprir com as normas... e voilá!
Não tivesse havido um interregno, mercê da norma anterior que obrigou a descatalogá-la, até poderia muito bem ter sido uma geração imediatamente consequente à última. Mas se calhar, as vendas previstas não conseguiriam pagar as contas de um projecto mais arrojado ou diferenciador. Mas no entanto... não desgosto!
Ninguém a compra porque é mais leve, ou mais rápida (que em tempos até já o foi), ou mais bonita ou mais tecnológica!
As gerações anteriores também sempre foram controversas... E no entanto criaram uma legião de fãs. Agora ainda mais num tempo em que este tipo de motos está em vias de extinção, e por isso, as alternativas são escassíssimas, será moto só para determinado tipo de cliente.
Estou com um sentimento algo agri-doce... Não diria que a montanha pariu um rato... mas pariu certamente um boi!
Depois de todo o hype gerado em torno do regresso da "Busa", esperava um pouco mais e melhor... um novo motor (quiçá sobre-alimentado), uma estética brutalíssima e um poderio de números que impressionasse. Mas a bem da verdade, a Suzuki limitou-se a pegar no que já tinha, limou arestas, apurou o design, acrescentou alguma tecnologia e melhorias em alguns componentes dinâmicos, meteu-lhe dois enormes "cilindros" laterais para cumprir com as normas... e voilá!
Não tivesse havido um interregno, mercê da norma anterior que obrigou a descatalogá-la, até poderia muito bem ter sido uma geração imediatamente consequente à última. Mas se calhar, as vendas previstas não conseguiriam pagar as contas de um projecto mais arrojado ou diferenciador. Mas no entanto... não desgosto!

