Tenho a noção que desde que a Suzuki passou das mãos dos Veículos Casal, para a Moteo, caiu muito em representação. Podem até dizer que a Moteo é a "filha" daquilo que restou da Veículos Casal, mas a ser assim, é tipo aquela filha que herdou os bens dos pais trabalhadores, e com uma herança fácil, acabou a deitar esse trabalho e património dos pais, por terra.
A Suzuki, neste momento, é uma marca com uma representação discreta e pouco incisiva por terras lusas. E o curioso é a marca "secundária" do importador, a chinoca Sym (antiga Sanyang), ter maior expressão de vendas que a própria Suzuki (ok que "trabalham" em segmentos e nichos de mercado diferentes, mas ainda assim, os resultados de vendas são gerais).
Depois nem é tanto pelo que as custam. Até porque a Suzuki continua a ser uma marca acessível... mas mais aquela política do próprio construtor, de fazer perdurar durante anos a fio os mesmos modelos em catálogo, com poucas ou nenhumas mexidas, com um catálogo sensaborão, relega a marca de teares, das preferências do público.
A Suzuki, neste momento, é uma marca com uma representação discreta e pouco incisiva por terras lusas. E o curioso é a marca "secundária" do importador, a chinoca Sym (antiga Sanyang), ter maior expressão de vendas que a própria Suzuki (ok que "trabalham" em segmentos e nichos de mercado diferentes, mas ainda assim, os resultados de vendas são gerais).
Depois nem é tanto pelo que as custam. Até porque a Suzuki continua a ser uma marca acessível... mas mais aquela política do próprio construtor, de fazer perdurar durante anos a fio os mesmos modelos em catálogo, com poucas ou nenhumas mexidas, com um catálogo sensaborão, relega a marca de teares, das preferências do público.

