29-05-2019 às 13:05
(29-05-2019 às 12:57)carlos-kb Escreveu: Em matéria de travagem, fui "educado" a preferir sempre o material de origem. Deste modo, favoreço sempre as pastilhas OEM, um pouco naquela base de que foram previstas (tal como o Lone refere), para trabalhar conjuntamente com o sistema de travagem contemplado pelo construtor, de forma a equilibrar a sua eficiência.É muito frequente, os mesmos discos, combinarem com pastilhas diferentes em motas/carros diferentes.
Qualquer outra combinação (ainda que não coloque em causa haverem excepções que até possam optimizar o conjunto de travagem), em termos de compostos de pastilhas relativamente ao OEM, tenho para mim que irão quase sempre agir negativamente, mesmo dando a sensação (aparente) de melhorar a travagem, podendo resultar num maior e mais prematuro desgaste de discos, maior fadiga ou até comprometer a eficiência ou regularidade da travagem.
Isso do "conjugar" não é feito tão ao pormenor como se pensa.
(29-05-2019 às 12:57)carlos-kb Escreveu: Recordo de ter visto por diversas vezes, motos a entrarem em oficina com discos sulcados, com desgaste disforme ou riscados, à conta de escolhas menos acertadas em relação a tipos e compostos de pastilhas.Tenho essa situação no meu carro, com 14mil kms... Com as pastilhas com que saiu da fábrica.
Tenho uns sulcos com quase 1mm em vários discos.
Isso pode acontecer não só pelas pastilhas, como impurezas que se metem por lá, não se pode avaliar de ânimo leve.
(29-05-2019 às 12:57)carlos-kb Escreveu: Agora, não esquecer outra questão... Todas as pastilhas OEM terão os seus equivalentes com a marca do fabricante respectivo, no mercado. E quase sempre esse material consegue-se com preços mais atractivos em relação ao OEM, pagando menos por exactamente a mesma coisa. É só questão de o descobrir.Verdade, até porque a marca não produz nada, alguém tem que fabricar por eles, mas as equivalentes, por vezes não têm que passar nos mesmos controlos de qualidade.
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