17-04-2019 às 10:53
Eu sou a favor da mobilização militar para transporte de combustíveis, ao menos que façam algo de útil e ponham os milhões que lhes são atribuídos ao serviço do povo.
E decretado já o perdão jurídico a todas as empresas que contratem já de imediato novos funcionários ou coloquem motoristas sem a tal habilitação para fazerem este transporte.
Depois de ontem ter visto a atirarem pedras, aos motoristas serem obrigados a conduzirem encapuçados etc, que não me revejo solidariamente nesta greve nem acho que me deva rever em actos próprios de um país em guerra civil ou a sofrer ataques terroristas.
Falta cultura profissional a muita gente, e a incompreensão de que são profissionais com concorrência e que quantos mais forem a desempenhar este trabalho, mais baixos são os salários. E que se não encontram na própria empresa as condições que desejam, sigam para outra.
Isto são ecos de uma pré recessão num sector que já esteve em crise, mas que nestes últimos anos e sem regulação voltou a entrar num tempo de vacas gordas e que agora se recusam terminantemente a perder benefícios sem deixar que o mercado se re-ajuste.
Com certeza, há de haver abusos e os extremos são sempre de denunciar e combater, e existem mecanismos próprios para o efeito. Quantos dos que agora se manifestam já pediram opinião sobre as suas condições laborais ao act?
E decretado já o perdão jurídico a todas as empresas que contratem já de imediato novos funcionários ou coloquem motoristas sem a tal habilitação para fazerem este transporte.
Depois de ontem ter visto a atirarem pedras, aos motoristas serem obrigados a conduzirem encapuçados etc, que não me revejo solidariamente nesta greve nem acho que me deva rever em actos próprios de um país em guerra civil ou a sofrer ataques terroristas.
Falta cultura profissional a muita gente, e a incompreensão de que são profissionais com concorrência e que quantos mais forem a desempenhar este trabalho, mais baixos são os salários. E que se não encontram na própria empresa as condições que desejam, sigam para outra.
Isto são ecos de uma pré recessão num sector que já esteve em crise, mas que nestes últimos anos e sem regulação voltou a entrar num tempo de vacas gordas e que agora se recusam terminantemente a perder benefícios sem deixar que o mercado se re-ajuste.
Com certeza, há de haver abusos e os extremos são sempre de denunciar e combater, e existem mecanismos próprios para o efeito. Quantos dos que agora se manifestam já pediram opinião sobre as suas condições laborais ao act?

