26-05-2015 às 11:31
Boas;
O equipamento de protecção nunca é demais quando se tem a infelicidade de ir ao chão. Esqueçam se é mais ou menos necessário de acordo se vão apenas à esplanada da moda ou a um troço de curvas onde se costumam entusiasmar mais.
Já tive a infelicidade de partir o focinho a 200 m de casa quando ia apenas a beber um café. Circulava no bairro onde vivo a velocidade moderada e escavaquei-me todo. No meio disto tudo posso dizer que tive alguma "sorte" porque tinha agarrado no capacete integral e no blusão de cabedal porque eram os que tinha mais à mão, podia ter pegado apenas no capacete aberto e num casaco sem qualquer tipo de protecções. A cabeça foi a primeira parte do corpo a bater no chão e se não fosse o integral tinha desfeito o focinho todo, o blusão de cabedal ficou todo roto e com as protecções todas à vista, as luvas todas rotas.
As piores mazelas resumiram-se às pernas porque apenas tinha calças de ganga, fiquei com queimaduras e zonas bastante pisadas, um dos joelhos gastou-se até ao osso. Resultado: fiquei com um "presunto" negro durante 4 meses e andei 6 meses até que o joelho fosse ganhando material até fechar. Tudo isto a 200 m de casa!!
Após este incidente fiquei psicótico com a segurança, só conseguia sair de moto com fato de cabedal completo, integral, luvas e botas para andar de moto.
Com o passar do tempo, as coisas foram mudando de figura e admito que por vezes facilito. Voltei a fazer imensos km's com protecção resumida ao mínimo legal.
Continuo a ter um prazer imenso em andar sem capacete a velocidades moderadas.
Está mal? Está, mas dá-me um gozo do catano.
Aconselho alguém a fazer o mesmo? Não, mas continuo a gostar de o fazer.
O equipamento de protecção nunca é demais quando se tem a infelicidade de ir ao chão. Esqueçam se é mais ou menos necessário de acordo se vão apenas à esplanada da moda ou a um troço de curvas onde se costumam entusiasmar mais.
Já tive a infelicidade de partir o focinho a 200 m de casa quando ia apenas a beber um café. Circulava no bairro onde vivo a velocidade moderada e escavaquei-me todo. No meio disto tudo posso dizer que tive alguma "sorte" porque tinha agarrado no capacete integral e no blusão de cabedal porque eram os que tinha mais à mão, podia ter pegado apenas no capacete aberto e num casaco sem qualquer tipo de protecções. A cabeça foi a primeira parte do corpo a bater no chão e se não fosse o integral tinha desfeito o focinho todo, o blusão de cabedal ficou todo roto e com as protecções todas à vista, as luvas todas rotas.
As piores mazelas resumiram-se às pernas porque apenas tinha calças de ganga, fiquei com queimaduras e zonas bastante pisadas, um dos joelhos gastou-se até ao osso. Resultado: fiquei com um "presunto" negro durante 4 meses e andei 6 meses até que o joelho fosse ganhando material até fechar. Tudo isto a 200 m de casa!!
Após este incidente fiquei psicótico com a segurança, só conseguia sair de moto com fato de cabedal completo, integral, luvas e botas para andar de moto.
Com o passar do tempo, as coisas foram mudando de figura e admito que por vezes facilito. Voltei a fazer imensos km's com protecção resumida ao mínimo legal.
Continuo a ter um prazer imenso em andar sem capacete a velocidades moderadas.
Está mal? Está, mas dá-me um gozo do catano.
Aconselho alguém a fazer o mesmo? Não, mas continuo a gostar de o fazer.

