28-11-2018 às 17:38
Sim... mas cada macaco no seu galho.
Tens indústrias que detêm grandes monopólios em processos desde a exploração de lítio até à distribuição de uma bateria pronta.
Não vejo onde é que os construtores e marcas de motas devem intervir neste processo, quando cada vez mais assistimos a fornecedores independentes de componentes das motas e as marcas quase que apenas as 'montam'.
Era um buraco negro de absorção de fundos desnecessário se colocássemos as marcas a desenvolver baterias de modo independente, em detrimento de com 'a mesma bateria' arranjarem uma mota que seja mais rápida, que curva mais e que permita que um piloto consiga percorrer a mesma distância em menos tempo.
Nem sequer vejo alinhamento para isto por parte da organização de provas, nem patrocinadores nem das marcas.
E... se é tarde demais? Para mim... é cedo demais!
Não pretendo acompanhar Moto E, menos ainda tenho interesse em acelerar a transição energética em viaturas de estrada.
Tens indústrias que detêm grandes monopólios em processos desde a exploração de lítio até à distribuição de uma bateria pronta.
Não vejo onde é que os construtores e marcas de motas devem intervir neste processo, quando cada vez mais assistimos a fornecedores independentes de componentes das motas e as marcas quase que apenas as 'montam'.
Era um buraco negro de absorção de fundos desnecessário se colocássemos as marcas a desenvolver baterias de modo independente, em detrimento de com 'a mesma bateria' arranjarem uma mota que seja mais rápida, que curva mais e que permita que um piloto consiga percorrer a mesma distância em menos tempo.
Nem sequer vejo alinhamento para isto por parte da organização de provas, nem patrocinadores nem das marcas.
E... se é tarde demais? Para mim... é cedo demais!
Não pretendo acompanhar Moto E, menos ainda tenho interesse em acelerar a transição energética em viaturas de estrada.

