13-05-2015 às 16:13
Boas;
Também tenho trauma com as chaves. Deixo-as em qualquer lado e depois ando armado em cão de caça à procura delas.
Há uns anos durante a Concentração de Faro, levantei-me cedo, bem disposto e fiz aquilo que costumo fazer: ir até à ilha tomar o pequeno-almoço e dar um mergulho de seguida.
O meu pai costuma ser o companheiro de viagem para esta concentração. Em vez de levarmos as duas motos para a ilha, decidi deixar a minha e fui com ele. Peço o pequeno-almoço e quando fui para pagar não tinha a carteira comigo. O meu pai fica a pagar enquanto eu pego nas chaves da moto dele para ir em ritmo acelerado até ao acampamento. Quando chego, lá encontro a pocket-belt descansadinha em cima do banco da moto com carteira, telemóvel, chaves da moto, enfim tudo aquilo que faz falta para andar de moto (ou quase).
Também tenho trauma com as chaves. Deixo-as em qualquer lado e depois ando armado em cão de caça à procura delas.
Há uns anos durante a Concentração de Faro, levantei-me cedo, bem disposto e fiz aquilo que costumo fazer: ir até à ilha tomar o pequeno-almoço e dar um mergulho de seguida.
O meu pai costuma ser o companheiro de viagem para esta concentração. Em vez de levarmos as duas motos para a ilha, decidi deixar a minha e fui com ele. Peço o pequeno-almoço e quando fui para pagar não tinha a carteira comigo. O meu pai fica a pagar enquanto eu pego nas chaves da moto dele para ir em ritmo acelerado até ao acampamento. Quando chego, lá encontro a pocket-belt descansadinha em cima do banco da moto com carteira, telemóvel, chaves da moto, enfim tudo aquilo que faz falta para andar de moto (ou quase).

