25-05-2018 às 13:40
Primeiro convém perceber se não é só um rumor.
A imagem tem algumas incoerências como o chassis em alumínio que faria a mota muito cara para uma commuter.
No passado, por exemplo a Dominator é a Teneré, tinham protecção de discos e guia da corrente. E era assim porque descendiam directamente das pata negras como a XR e a TT. Essas eram as verdadeiras trail. Motas de enduro que se aproximavam à estrada, o que se vê hoje em dia é ao contrário. Motas de estrada que fingem aproximarem-se ao Enduro.
É normal que a CRF-L tenha estas e outras características, com uma ergonomia menos radical e um equipamento/mecânica que permitam um uso frequente sem as exigências em manutenção que tem as pata negra!
Actualmente a Artax, para o que pretendo fazer, tem um motor curto. Não tanto para o todo terreno, apesar de ter só 23cv, mas limita um pouco nas distancias que pretendo percorrer, seja por asfalto ou estradas por asfaltar!
Outra vantagem, está mera especulação da minha parte, está na grande quantidade de peças after market que existem para as pata negra que poderão ser adaptadas a esta L. Acessórios como depósitos de alta capacidad, kits de suspensão, diferentes relações de transmissão, manetes, guiadores, protectores de Carter, etc, etc; que podem ser facilmente adaptados a esta montura.
No caso da CRF250L isto não foi possível porque a 250R/X não deu nada da sua ciclistica à L, tornando impossível de adaptar o que quer que seja. Isso provocou que, boa parte dos acessórios que existem, tenham sido desenvolvidos, logo com um preço muito mais caro para o produto final.
Para já gosto do que vejo, onde há fumo, (normalmente) há fogo e o (relativo) sucesso de vendas que tem sido a 250L pode servir de encorajador para este novo modelo.
Nem precisava de ser o mesmo 450 de quase 60cv, bastava que tivesse 45cv e já ficava contente!
A imagem tem algumas incoerências como o chassis em alumínio que faria a mota muito cara para uma commuter.
No passado, por exemplo a Dominator é a Teneré, tinham protecção de discos e guia da corrente. E era assim porque descendiam directamente das pata negras como a XR e a TT. Essas eram as verdadeiras trail. Motas de enduro que se aproximavam à estrada, o que se vê hoje em dia é ao contrário. Motas de estrada que fingem aproximarem-se ao Enduro.
É normal que a CRF-L tenha estas e outras características, com uma ergonomia menos radical e um equipamento/mecânica que permitam um uso frequente sem as exigências em manutenção que tem as pata negra!
Actualmente a Artax, para o que pretendo fazer, tem um motor curto. Não tanto para o todo terreno, apesar de ter só 23cv, mas limita um pouco nas distancias que pretendo percorrer, seja por asfalto ou estradas por asfaltar!
Outra vantagem, está mera especulação da minha parte, está na grande quantidade de peças after market que existem para as pata negra que poderão ser adaptadas a esta L. Acessórios como depósitos de alta capacidad, kits de suspensão, diferentes relações de transmissão, manetes, guiadores, protectores de Carter, etc, etc; que podem ser facilmente adaptados a esta montura.
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https://www.youtube.com/@loneriderendlessroad8327
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