(05-05-2015 às 20:46)LoneRider Escreveu: A transmissão por corrente é, sem duvida o maior. Cheguei a levar tres latas para uma viagem.
Ou usas latas do tamanho de frascos de perfume... ou deste a volta ao mundo!
A ultima vez que troquei um kit de transmissão, já tinha mais de 100 mil km... e não sei ao certo se cheguei a gastar 3 latas de spray durante esse tempo.
(05-05-2015 às 20:46)LoneRider Escreveu: Antes de fechar negocio com a Dorothy estive a pensar numa Sprint GT mas aquela corrente de transmissão. ...
A única preocupação a ter com a Sprint GT é a saúde dos testículos do condutor...
Cozem pelo calor transmitido daquele quadro!
(05-05-2015 às 23:08)carlos-kb Escreveu: Uma das coisas que me fez meter algumas outras propostas de parte, quando optei pela ST800, foi precisamente a transmissão por corrente. A ST800, tal como a GT800, têm correia, que dispensa manutenção e lubrificação. Tem o senão na hora de substituir, que é o preço (a correia custa +/- 250€ + o amortecedor de impactos +/-50€ e ainda a mão de obra). No entanto, enquanto na minha troco uma correia, numa transmissão por corrente troco dois kits de transmissão + latas de spray + tempo/inconveniente gasto a lubrificar e a esticar.
A correia da tua ST800 deve ser a solução mais simpática entre as várias propostas do mercado!
Porém, não sei se será facilmente aplicável em motorizações com elevado binário.
Não era fazia ideia que fosse tão dispendiosa.
Qual o período de substituição recomendado pelo fabricante?
Quanto ao veio... curiosamente é das coisas que menos gosto na minha moto!
Pode ser uma maravilha no contexto da manutenção... mas nem é por isso que a jante deixa de ficar suja. (maldito pó das pastilhas de travão)
O pior de tudo é que nunca consegui sentir confiança no mecanismo.
Já apanhei valentes cagaços em reduções. E há ali uma vibração muito suave a partir de certa velocidade que me deixa sempre uma sensação agridoce que um dia destes aquilo parte!
Veio de transmissão é algo que numa próxima moto está longe de razão de preferência.

