29-07-2015 às 12:19
É normal verem-se as tendências que vão ocorrendo no mundo automóvel, a trespassarem (naturalmente) para as motos.
Não é portanto de estranhar que, depois do aparecimento das 100% eléctricas, o recurso a sistemas mistos de propulsão, seja uma outra futura e eventual alternativa.
Vamos assim assistir às "Prius" ou "Insight" das motos?
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A marca de Hamamatsu registou patentes relativas a uma unidade de energia híbrida.
Apesar de fornecerem poucas indicações relativamente a novos modelos, as patentes permitem-nos ter uma ideia das tecnologias que os fabricantes de motos estão a investigar.
![[Imagem: 55b0fce7988b8_Generic.jpg]](http://www.motociclismo.pt/images/articles/cache/2015/07/55b0fce7988b8_Generic.jpg)
De acordo com Departamento de Propriedade Intelectual do Japão, a Suzuki patenteou um motociclo com um sistema de propulsão híbrido, ou seja, fazendo uso de um motor de combustão tetracilíndrico em linha e um motor elétrico.
De acordo com as imagens que acompanham o documento e que ilustram este artigo, a ideia da Suzuki passaria por instalar um motor elétrico (#43) alimentado por um conjunto de baterias montadas debaixo do assento do condutor (#32). O motor elétrico poderia então funcionar num de três modos selecionáveis: fornecendo energia diretamente à roda traseira em modo totalmente elétrico; funcionando como gerador quando o motor de combustão está a fornecer energia à roda traseira; e em modo híbrido onde ambos os motores fornecem energia à roda traseira permitindo um acréscimo de potência.
![[Imagem: 55b0fcbede458_Generic.jpg]](http://www.motociclismo.pt/images/articles/cache/2015/07/55b0fcbede458_Generic.jpg)
Esta patente sugere ainda a montagem de uma transmissão semi-automática que funcionaria através do habitual pedal seletor de mudanças mas sem qualquer manete de embraiagem. Quando o condutor decidir passar de caixa para cima ou para baixo o pedal, através de um sensor, é acionado e envia informação para a centralina cortar a alimentação do motor momentaneamente ou aumentar a rotação caso se trate de uma redução, de forma semelhante ao sistema de assistência de passagem de caixa da BMW. A opção por um sistema de transmissão eletrónico prende-se com a necessidade de coordenar a embraiagem com a ação dos dois motores, algo impossível de executar com uma embraiagem manual convencional.
A patente mostra ainda este sistema montado numa moto superdesportiva, podendo assim dar a entender que esta tecnologia seria aplicada neste tipo de moto numa primeira fase de desenvolvimento.
![[Imagem: 55b0fd07ec5bf_L.jpg]](http://www.motociclismo.pt/images/articles/gallery/cache/2015/07/55b0fd07ec5bf_L.jpg)
Depois da tecnologia híbrida ter evoluído no setor automóvel ao ponto das marcas criarem carros como o Porsche 918 Spyder ou o Ferrari LaFerrari, ficamos curiosos por saber se este tipo de tecnologia terá futuro na indústria dos motociclos.
fonte
Não é portanto de estranhar que, depois do aparecimento das 100% eléctricas, o recurso a sistemas mistos de propulsão, seja uma outra futura e eventual alternativa.
Vamos assim assistir às "Prius" ou "Insight" das motos?
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A marca de Hamamatsu registou patentes relativas a uma unidade de energia híbrida.
Apesar de fornecerem poucas indicações relativamente a novos modelos, as patentes permitem-nos ter uma ideia das tecnologias que os fabricantes de motos estão a investigar.
![[Imagem: 55b0fce7988b8_Generic.jpg]](http://www.motociclismo.pt/images/articles/cache/2015/07/55b0fce7988b8_Generic.jpg)
De acordo com Departamento de Propriedade Intelectual do Japão, a Suzuki patenteou um motociclo com um sistema de propulsão híbrido, ou seja, fazendo uso de um motor de combustão tetracilíndrico em linha e um motor elétrico.
De acordo com as imagens que acompanham o documento e que ilustram este artigo, a ideia da Suzuki passaria por instalar um motor elétrico (#43) alimentado por um conjunto de baterias montadas debaixo do assento do condutor (#32). O motor elétrico poderia então funcionar num de três modos selecionáveis: fornecendo energia diretamente à roda traseira em modo totalmente elétrico; funcionando como gerador quando o motor de combustão está a fornecer energia à roda traseira; e em modo híbrido onde ambos os motores fornecem energia à roda traseira permitindo um acréscimo de potência.
![[Imagem: 55b0fcbede458_Generic.jpg]](http://www.motociclismo.pt/images/articles/cache/2015/07/55b0fcbede458_Generic.jpg)
Esta patente sugere ainda a montagem de uma transmissão semi-automática que funcionaria através do habitual pedal seletor de mudanças mas sem qualquer manete de embraiagem. Quando o condutor decidir passar de caixa para cima ou para baixo o pedal, através de um sensor, é acionado e envia informação para a centralina cortar a alimentação do motor momentaneamente ou aumentar a rotação caso se trate de uma redução, de forma semelhante ao sistema de assistência de passagem de caixa da BMW. A opção por um sistema de transmissão eletrónico prende-se com a necessidade de coordenar a embraiagem com a ação dos dois motores, algo impossível de executar com uma embraiagem manual convencional.
A patente mostra ainda este sistema montado numa moto superdesportiva, podendo assim dar a entender que esta tecnologia seria aplicada neste tipo de moto numa primeira fase de desenvolvimento.
![[Imagem: 55b0fd07ec5bf_L.jpg]](http://www.motociclismo.pt/images/articles/gallery/cache/2015/07/55b0fd07ec5bf_L.jpg)
Depois da tecnologia híbrida ter evoluído no setor automóvel ao ponto das marcas criarem carros como o Porsche 918 Spyder ou o Ferrari LaFerrari, ficamos curiosos por saber se este tipo de tecnologia terá futuro na indústria dos motociclos.
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