29-06-2015 às 11:06
Cloud
29-06-2015 às 12:28
Eu perguntava antes qual é a ideia futura. É que se for, num futuro próximo, subir de cilindrada, eu recomendaria sempre uma 125 usada barata, com bom valor de retoma.
Sei que o pessoal me vai bater por sequer trazer a ideia, mas uma scooter está fora de questão? Isto claro, partindo do princípio que daqui a 2 anos vai ser para subir de cilindrada. Há por aí muita scooter usada que serve para daqui a 2 anos quase não se perder valor.
Sei que o pessoal me vai bater por sequer trazer a ideia, mas uma scooter está fora de questão? Isto claro, partindo do princípio que daqui a 2 anos vai ser para subir de cilindrada. Há por aí muita scooter usada que serve para daqui a 2 anos quase não se perder valor.
29-06-2015 às 21:13
(29-06-2015 às 12:28)Cloud Escreveu: [ -> ]Eu perguntava antes qual é a ideia futura. É que se for, num futuro próximo, subir de cilindrada, eu recomendaria sempre uma 125 usada barata, com bom valor de retoma.
Sei que o pessoal me vai bater por sequer trazer a ideia, mas uma scooter está fora de questão? Isto claro, partindo do princípio que daqui a 2 anos vai ser para subir de cilindrada. Há por aí muita scooter usada que serve para daqui a 2 anos quase não se perder valor.
Ela disse-me logo que não queria "aspiradores" xD
E não a estou a ver a querer uma moto mais potente, talvez daqui a uns 4/5 e mesmo assim não sei.
Cloud
30-06-2015 às 09:52
Ah pronto, resolvida essa questão então hehe
Então acho que é de apostar em algo bom e fiável hoje, que dure uns bons anos (: Atenção para não acontecer o mesmo que ao Officer. Curiosamente tivemos a mesma moto 125. Compramos seguindo a mesma lógica, que não íamos querer subir a cilindrada. No final ele arrependeu-se. Eu ainda tenho a minha e não me vejo a subir de cilindrada. O mais normal é mesmo o que lhe aconteceu a ele e passado uns tempos a pessoa ganha o bichinho e quer algo mais potente. Se assim não for, é mesmo de apostar em algo bom agora, e ir dando conta aqui no forum do que se vai vendo que há sempre alguém com opinião (:
Então acho que é de apostar em algo bom e fiável hoje, que dure uns bons anos (: Atenção para não acontecer o mesmo que ao Officer. Curiosamente tivemos a mesma moto 125. Compramos seguindo a mesma lógica, que não íamos querer subir a cilindrada. No final ele arrependeu-se. Eu ainda tenho a minha e não me vejo a subir de cilindrada. O mais normal é mesmo o que lhe aconteceu a ele e passado uns tempos a pessoa ganha o bichinho e quer algo mais potente. Se assim não for, é mesmo de apostar em algo bom agora, e ir dando conta aqui no forum do que se vai vendo que há sempre alguém com opinião (:
30-06-2015 às 09:55
Eu sempre soube que ia subir de cilindrada lol
Mas a mota é realmente cara, no entanto na altura em 2008 não havia grande concorrência. Era a CBR125 ou 2 tempos.
Mas a mota é realmente cara, no entanto na altura em 2008 não havia grande concorrência. Era a CBR125 ou 2 tempos.
30-06-2015 às 11:35
O problema das 125 é sempre o mesmo.... mesmo para quem diz que "125 chega e sobra"! É tudo muito engraçado no primeiro mês.... mas ao final desse tempo, começa a saber a muito pouco e a faltar ali muita coisa. Especialmente para quem se meta em ambiente extra-cidade, em nacionais mais "abertas", vias rápidas ou AE.
A única vez que viajei de 125, foi numa Daelim de uma prima minha, que a levei, a pedido dela, de Alverca para Évora. E foi uma experiência um pouco intimidatória.... a partir do momento que passei a Ponte Marechal Carmona, em VFX, foi ir pela berma quase a viagem toda, pois praticamente tudo quanto se "mexia", passava por mim... e se não me desviasse para a berma, quase que me passavam por cima!
Uma 125 é óptima, pelos consumos, mobilidade e manobralidade que oferecem.... mas exclusivamente em cidade.
A única vez que viajei de 125, foi numa Daelim de uma prima minha, que a levei, a pedido dela, de Alverca para Évora. E foi uma experiência um pouco intimidatória.... a partir do momento que passei a Ponte Marechal Carmona, em VFX, foi ir pela berma quase a viagem toda, pois praticamente tudo quanto se "mexia", passava por mim... e se não me desviasse para a berma, quase que me passavam por cima!
Uma 125 é óptima, pelos consumos, mobilidade e manobralidade que oferecem.... mas exclusivamente em cidade.
30-06-2015 às 11:59
É mesmo essa a minha opinião, Carlos. A 125 só vai servir bem a quem quer um eletrodoméstico puro, i.e., o pessoal que apenas quer uma coisa útil para ir trabalhar e tratar dos seus assuntos no dia a dia, olhando apenas para os custos e comodidade no estacionamento e trânsito! Porque para quem gostar minimamente de andar de mota, ela só vai ter piada durante 15 dias. Ou então, como já vi, pessoal que tem um grande "motão" e não quer andar com ele em cidade.
30-06-2015 às 12:03
Boas,
Eu tive uma CBF125 fiz-lhe 30mil.KM e só tenho uma coisa a dizer em relação há mota, deixou saudades eheheh
Num outro dia estive há conversa com um proprietário de uma Wolf e ele não estava nada satisfeito com a mota devido há corrosão acentuada.
Na cbf125 até corridas fiz eheheheh
![[Imagem: 1aAUijY.jpg]](http://i.imgur.com/1aAUijY.jpg)
e sempre impecável.
A minha contava com topcase, vidro alto e protectores de mãos, nos dias mais frios e molhados, tanto o vidro como es protectores faziam a diferença.
Consumos na ordem dos 2Lts/100km.
Eu tive uma CBF125 fiz-lhe 30mil.KM e só tenho uma coisa a dizer em relação há mota, deixou saudades eheheh
Num outro dia estive há conversa com um proprietário de uma Wolf e ele não estava nada satisfeito com a mota devido há corrosão acentuada.
Na cbf125 até corridas fiz eheheheh
![[Imagem: 1aAUijY.jpg]](http://i.imgur.com/1aAUijY.jpg)
e sempre impecável.
A minha contava com topcase, vidro alto e protectores de mãos, nos dias mais frios e molhados, tanto o vidro como es protectores faziam a diferença.
Consumos na ordem dos 2Lts/100km.
30-06-2015 às 12:07
(30-06-2015 às 11:35)carlos-kb Escreveu: [ -> ]O problema das 125 é sempre o mesmo.... mesmo para quem diz que "125 chega e sobra"! É tudo muito engraçado no primeiro mês.... mas ao final desse tempo, começa a saber a muito pouco e a faltar ali muita coisa. Especialmente para quem se meta em ambiente extra-cidade, em nacionais mais "abertas", vias rápidas ou AE.
A única vez que viajei de 125, foi numa Daelim de uma prima minha, que a levei, a pedido dela, de Alverca para Évora. E foi uma experiência um pouco intimidatória.... a partir do momento que passei a Ponte Marechal Carmona, em VFX, foi ir pela berma quase a viagem toda, pois praticamente tudo quanto se "mexia", passava por mim... e se não me desviasse para a berma, quase que me passavam por cima!![]()
Uma 125 é óptima, pelos consumos, mobilidade e manobralidade que oferecem.... mas exclusivamente em cidade.
Para o comum dos mortais é "suficiente" para uma utilização diária (casa-trabalho-casa), qualquer 125 chega bem aos 100km/h, e numa nacional com um pouco de transito dificilmente se circula a velocidades superiores...
Digo isto porque andei de CBF125 durante algum tempo (30mil quilómetros), e para a utilização cidade+nacionais chega perfeitamente, claro que não podem contar com grandes performances...
Cloud
30-06-2015 às 12:29
Carlos, depende. Sim, na maioria dos casos o que vai acontecer é a 125 ficar curta. No entanto vai sempre depender. Eu quis uma moto que fosse divertida, andasse QB, e não me fartasse tão cedo dela, e foi o que arranjei. Já passou um ano e nunca senti nada do que dizes. Já andei em AE, nacionais, centro da cidade, e não cansa. Ao máximo anda entre os 120 e os 135, normalmente é a essa velocidade que ando de carro, por isso nunca senti necessidade de mais. Falas porque tiveste experiência numa 125 mais fraca, com menos protecção, aí acredito que vás sentir isso que dizes.
Mas dou-te razão quando dizes que o seu uso deve-se cingir à cidade. É certo que meia dúzia de 125's vão-se portar bem fora da cidade, mas não vão ser recomendadas para esse uso. Não é exclusivo, mas deve ser maioritário, sim.
Mas dou-te razão quando dizes que o seu uso deve-se cingir à cidade. É certo que meia dúzia de 125's vão-se portar bem fora da cidade, mas não vão ser recomendadas para esse uso. Não é exclusivo, mas deve ser maioritário, sim.
