Boas;
Enquanto lia e procurava notícias deparo-me com esta "pérola":
Observador.pt - Concentração de Faro
Quando estamos a menos de um mês e me deparo com um título destes fiquei logo a pensar no pior.
Afinal não, tudo não passa dum artigo "requentado", com ligações a outros que têm quase um ano!! Enfim, do mal o menos...
O assunto é demasiado sério, quando tratado pelo "jornalismo" merecia, pelo menos, que fosse tratado com seriedade e menos sensacionalismo.
Sou um fan incondicional da Concentração de Faro, admiro o Moto Clube de Faro; não gostava que este fosse o rumo a seguir.
É pena que se tenha que ameaçar com acabar com uma concentração deste calibre para que aa autoridades pensem um pouco.
Na ultima vez que fui a Faro fui controlado 4 vezes e uma vez, ao declarar que tinha sido controlado pelo seu colega na ida (estava de volta) o GNR perguntou:
-Tem algo a temer!?
-Não senhor...
-Então dê cá os documentos que isto é rapido!
Menos mal que estava bem humurado e levei aquilo com calma.
A regra mais importante em quase tudo é o bom senso.. mas, como tudo o que é subjectivo, depende do "sujeito".. he he

Para um site noticioso que se denomina "observador.pt"..... de observadores eles terão então muito pouco.
A começar pela forma como a notícia é abordada, o tipo de linguagem utilizada ou o tom sensacionalista.... e depois o pegar numa
notícia que surgiu no ano passado, logo em seguimento da concentração de 2014.... indicia tudo o que pode ser o mau jornalismo.
Mas existe assim tanta "falta" de matéria jornalística?
Mais uma notícia ao belo jeito dos muitos "pasquins" que para aí existem.
(25-06-2015 às 08:51)Johnny_1056 Escreveu: [ -> ]O assunto é demasiado sério, quando tratado pelo "jornalismo" merecia, pelo menos, que fosse tratado com seriedade e menos sensacionalismo.
Não vejo qualquer sensacionalismo no artigo.
Tirando o uso da palavra "motoqueiros", que pessoalmente acho deliciosa!
O descrito é uma realidade.
Já fui mandado parar no garrafão da 25 de Abril porque tive o azar de ter me deslocado de moto à margem sul no dia em que muita gente regressa da concentração.
(Sim... fazem operações STOP a 300km do local do evento)
Quanto ao resto,
Não me parece que acabem com aquilo.
Sejamos realistas, independentemente das fiscalizações que façam... aquela concentração
é um negócio que gera MUITO dinheiro!
Um bluff para chamar a atenção para o problema é algo perfeitamente legitimo.
Boas;
Pegar em fontes com quase um ano e fazer um artigo bacoco não é procurar sensacionalismo se qualquer conteúdo? Será o quê??
O uso da palavra "motoqueiro" é apenas mais um "toque de classe" e rigor do artigo.
Não me custa ser mandado parar uma vez pelas autoridades, faz parte de andar na estrada. À partida, quem não deve não teme, mas ser mandado parar uma data de vezes numa viagem começa a ser irritante. O que se tem visto em Faro é um exagero, há dois anos no centro de Faro havia mais polícias que pareciam preparados para um motim do que motos estacionadas.
Olha lá e não lhes podemos oferecer umas cervejas?
Pobre coitados, ali ao sol, de shotgun a escaldar!
Mostremos que somos solidariose demos-lhes umas jolas para refrescar a garganta!
Assim que abri vi logo o comentário do kb na "notícia"

(25-06-2015 às 11:35)xiko_dsg Escreveu: [ -> ]Assim que abri vi logo o comentário do kb na "notícia" 
E outros preferem falar de pastelaria!
Só que não tenho por norma responder a pessoas que não sabem distinguir "à" (contracção da preposição a com o artigo definido feminino) de "há" (verbo haver na 3ª pessoa do singular do presente do indicativo). E não sabem como e onde usar ambas.

(25-06-2015 às 11:10)Johnny_1056 Escreveu: [ -> ]Pegar em fontes com quase um ano e fazer um artigo bacoco não é procurar sensacionalismo se qualquer conteúdo? Será o quê??
Aquilo é um artigo da Lusa, tal como a maioria dos artigos que são publicados nos diversos jornais.
Acho que o único sensacionalismo nesta história é por parte do MCF...
O belo do choradinho para chamar a atenção.
Se há algo que caracteriza o motoqueiro é o síndrome do coitadinho...
Se bem que neste caso, tendo em conta que não há ano em que o aparato não comece a 300km do local, tenho de ser solidário.