Motonliners

Versão completa: KTM 390 Duke e RC
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De quem!?
Da tua prima? cool
Ta mas é calado... Tu que queres comprar uma SRAD.... lol...
Isso sim que era uma boa obra! blink
Lone bem queria mas a idade ja pesa e ele sabe que já nao tem mãos para uma delas!  devil
(16-01-2019 às 13:24)carlos-kb Escreveu: [ -> ]E vê lá que até saltou fora de catálogo (não pelo volume de vendas), mas sim e coincidentemente, no dia em que a Euro 4 entrou em vigor, mantendo apenas a Crosstourer (com o mesmo motor mas menos quase 45cv). A VFR1200F para se manter no mercado e cumprir em termos de emissões, teria de ser "castrada", ou ser alvo de profundas mexidas (que eventualmente e face à procura contida, não compensava de todo).

Ou seja, foi o fraco sucesso comercial que ditou a retirada da VFR1200 de cena. proud

A VFR não chegou tarde ao mercado. No limite, a Honda é que leu mal o mercado e gastou dinheiro a desenvolver uma mota para a qual não havia procura. Entretanto ganharam juizo e com a PCX/NC encontraram a sua mina de ouro para espremer até passar de moda.

Provavelmente quando lançarem uma mota em condições dentro do segmento de calças arregaçadas... também já se vão dizer que "chegou tarde ao mercado".
(17-01-2019 às 15:36)dmanteigas Escreveu: [ -> ]Ou seja, foi o fraco sucesso comercial que ditou a retirada da VFR1200 de cena. proud

Nope... foi mesmo a Euro 4. Possivelmente se ainda estivesse em vigor as restrições da Euro3, a VFR12F (eventualmente) estaria em catálogo, como esteve a sua antecessora XX durante 11 anos.
Até porque sai extremamente caro manter a produção do V4 de 1237cc, para a Europa, destinado a uma única moto, a VFR12X (Crosstourer). Aliás, já foi anunciada a sua descatalogação em finais deste ano... imagina porquê? Ah pois... a safada da Euro5 que entrará em vigor para as motas em 1/1/2020.
No entanto a VFR1200F continua a ser produzida e vendida em muitos países não abrangidos pelas restrições europeias.

https://motorcycles.honda.com.au/Sports_...g/VFR1200F

(17-01-2019 às 15:36)dmanteigas Escreveu: [ -> ]A VFR não chegou tarde ao mercado. No limite, a Honda é que leu mal o mercado e gastou dinheiro a desenvolver uma mota para a qual não havia procura.

Não muito diferente de todas as outras sport-tourers. A Kawa ainda agora meteu cá fora uma H2SX. A BMW não há muito tempo (4 anos), também lançou a R1200RS. Olha o volume de vendas. Nem mesmo a Z1000SX tem alguma expressão na marca de repolhos.

(17-01-2019 às 15:36)dmanteigas Escreveu: [ -> ]Provavelmente quando lançarem uma mota em condições dentro do segmento de calças arregaçadas... também já se vão dizer que "chegou tarde ao mercado".

Já têm! Chama-se de CRF1000L e é mais conhecida como Africa Twin... e pelos vistos está a vender bem!
Carlos mas se fosse um modelo que tivesse muitas vendas o motor seria trabalhado para cumprir com a norma, mas sendo uma mota de nicho, não compensaria o seu desenvolvimento.
A questão é que as leis de restrição sucedem-se umas às outras.
Passou-se o mesmo com os camiões.
As marcas preferem retirar os produtos do mercado do que estar constantemente a fazer actualizações mecânicas por questões legislativas.
Neste caso devo reconhecer que a Kawasaki está um passo à frente, a desbravar caminho, com a série H!
Mas mais uma vez, como podes ver, são motos de segmentos sem expressão comercial, destinadas a clientes que sim sabem o que querem e são dispostos a pagar por isso.
Pode ser que marque uma futura orientação do mercado e que os motores turbinados sejam algo normal nos vindouros 5 anos.
Pessoalmente acho pouco provável mas, se assim for, vamos ter motas com muito binário na roda a troco de meia dúzia de cavalos!
(17-01-2019 às 21:36)LoneRider Escreveu: [ -> ]A questão é que as leis de restrição sucedem-se umas às outras.
Passou-se o mesmo com os camiões.
As marcas preferem retirar os produtos do mercado do que estar constantemente a fazer actualizações mecânicas por questões legislativas.
Neste caso devo reconhecer que a Kawasaki está um passo à frente, a desbravar caminho, com a série H!
Mas mais uma vez, como podes ver, são motos de segmentos sem expressão comercial, destinadas a clientes que sim sabem o que querem e são dispostos a pagar por isso.
Pode ser que marque uma futura orientação do mercado e que os motores turbinados sejam algo normal nos vindouros 5 anos.
Pessoalmente acho pouco provável mas, se assim for, vamos ter motas com muito binário na roda a troco de meia dúzia de cavalos!

Mas a questão é que no fundo todos sabiam que elas vinham mas dado o custo preferiram não investir... E acaba por existir menos oferta onde não compensa investir... A Kawasaki apostou por algo que já se vê fazer nos carros faz muitos anos, e a menos que algo revolucionário apareça para suplantar isso, parece-me o caminho. Para mim uma coisa que necessitam de reduzir é o peso e de certa forma o volume do conjunto, a partir dai na minha opinião tem tudo para ter sucesso e conseguir cumprir com a legislação.
Até lá a eletricidade impõe as suas regras.
No passado houveram motas tutbinadas e o problema continua a ser o mesmo.
Peso, excesso de peças a desgastarem-se e resultados que podem não chegar a satisfazer o investimento.

Para mim é uma potencial candidata Michel, mas sabendo que o pessoal anda numa de preencher Excel com os consumos, acho que à maioria não compensa o investimento extra numa turbina que não baixa os consumos a metade dos da NC.
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