15-12-2018 às 16:46
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15-12-2018 às 17:44
Bloqueado...
15-12-2018 às 20:09
Interessante sim senhor!!
15-12-2018 às 23:48
Este tópico não vale nadinha...
... Até porque não se vê nadinha.
... Até porque não se vê nadinha.
15-12-2018 às 23:51
O Lone ainda consegue ser pior a meter vídeos... do que a andar de mota!
Tomem lá, pá... que o gajo não dá "conta do recado".
Tomem lá, pá... que o gajo não dá "conta do recado".
16-12-2018 às 00:15
Obrigado Carlos... Realmente o Lone não pesca nada da coisa!
E Lone por abrires o tópico! 
Gostei do vídeo, bem porreiro!
E Lone por abrires o tópico! 
Gostei do vídeo, bem porreiro!

16-12-2018 às 12:14
Boas;
O video contém alguns factos interessantes, mas também algumas aldrabices!! Nomeadamente o 1º capacete integral, que foi um Bell e não um AGV.
Mas o que é que se podia pedir duma empresa de comunicações...
Essas paneleirices modernas podem enfiá-las onde lhes couberem...
O video contém alguns factos interessantes, mas também algumas aldrabices!! Nomeadamente o 1º capacete integral, que foi um Bell e não um AGV.
Mas o que é que se podia pedir duma empresa de comunicações...
Essas paneleirices modernas podem enfiá-las onde lhes couberem...
16-12-2018 às 13:14
Reconheço que o tópico foi mal construído...
O vídeo servia de mote para a questão que vos queria pôr.
Embora com algumas imprecisões o vídeo fala da evolução do capacete, dos ganhos em segurança e conforto, em design e utilidade.
Agora o futuro, onde a interactividade e a tecnologia vêem de maos dadas, para alguns vão juntar ao capacete novas ferramentas.
Que ferramentas devem ser essas?
O que deve estar permitido, mais além do dever de nos proteger, num capacete?
Teremos capacetes inteligentes que, por exemplo, chamem o 112 se reconhecem um impacto cuja força pode criar danos na moleirinha?
Deve o capacete mostrar o status da mota, a rota a seguir ou a localização do próximo streep bar?
Ou deve sim, estar limitado às tarefas de comunicação e/ou lúdicas como música, radio ou os problemas a serem problemas!?
O vídeo servia de mote para a questão que vos queria pôr.
Embora com algumas imprecisões o vídeo fala da evolução do capacete, dos ganhos em segurança e conforto, em design e utilidade.
Agora o futuro, onde a interactividade e a tecnologia vêem de maos dadas, para alguns vão juntar ao capacete novas ferramentas.
Que ferramentas devem ser essas?
O que deve estar permitido, mais além do dever de nos proteger, num capacete?
Teremos capacetes inteligentes que, por exemplo, chamem o 112 se reconhecem um impacto cuja força pode criar danos na moleirinha?
Deve o capacete mostrar o status da mota, a rota a seguir ou a localização do próximo streep bar?
Ou deve sim, estar limitado às tarefas de comunicação e/ou lúdicas como música, radio ou os problemas a serem problemas!?
16-12-2018 às 14:03
No final tudo dependerá da pessoa, a verdade é que quantos mais estímulos receberes, visuais ou auditivos, maior a probabilidade de te desligares da condução. Actualmente uso intercomunicador e sinto que é muito útil, permitindo que por exemplo vá ouvindo as indicações do tlm em vez de olhar para o ecrã. E para falar com a Eli facilitou muito mais, ou para viajar com mais algumas motas, já fui a comunicar com o Vindaloo e ajudava! A musica também é porreiro!
Quanto a ter muitas indicações visuais já não sei se será o melhor, mas só testando para ter a noção. A questão de ver a retaguarda e afins, não sei até que ponto não será prejudicial, mas só tendo a experiência será possível perceber as diferenças.
Quanto a ter muitas indicações visuais já não sei se será o melhor, mas só testando para ter a noção. A questão de ver a retaguarda e afins, não sei até que ponto não será prejudicial, mas só tendo a experiência será possível perceber as diferenças.
16-12-2018 às 15:13
Boas;
Como já havia referido, estou-me profundamente a borrifar (para não usar outra palavra) para estas modernices!!
Quero que um capacete seja seguro, confortável, com boa ventilação e boa capacidade de visão.
Compreendo que quem viaje a dois ou regularmente com outros companheiros sinta necessidade de inter-comunicadores e afins. Contudo, quando ando de moto continuo a gostar que esse momento seja só meu.
Como já havia referido, estou-me profundamente a borrifar (para não usar outra palavra) para estas modernices!!
Quero que um capacete seja seguro, confortável, com boa ventilação e boa capacidade de visão.
Compreendo que quem viaje a dois ou regularmente com outros companheiros sinta necessidade de inter-comunicadores e afins. Contudo, quando ando de moto continuo a gostar que esse momento seja só meu.
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