22-11-2018 às 17:08
(22-11-2018 às 16:57)dmanteigas Escreveu: [ -> ](22-11-2018 às 16:38)carlos-kb Escreveu: [ -> ](21-11-2018 às 11:17)dmanteigas Escreveu: [ -> ]Carlos, podes conduzir 125cc com carta B logo a partir dos 18 anos se tiveres licença de ciclomotor (foi o meu caso, tinha a licença de ciclomotor que tirei aos 14 anos).
esta licença se quiseres tirá-la depois dos 16 custa 50€ ou lá o que é. É preferível a gastar dinheiro na carta A1
Tu deves ser tipo Relvas.... Consegues as coisas por "equivalência"!
Não pá! Infelizmente, tudo o que tenho foi obtido com esforço sem "equivalências" nenhumas! E que jeito dava!
Mas a Lei diz mesmo isso. Titulares de carta B podem conduzir 125 nas seguintes condições:
- Tenha idade igual ou superior a 25 anos.
- Seja titular de habilitação legal válida para a condução de ciclomotores.
Por isso é que a carta A1 acaba por ser uma inutilidade após os 18 anos. O meu irmão tirou a A1 aos 16 anos apenas porque assim ficava já com o código feito para a carta de carro e mota. No meu caso como tinha a licença especial da PRP aos 14 que aos 16 evolui para a tradicional licença de ciclomotor, quando tirei a carta de carro fiquei automaticamente habilitado a conduzir 125cc sem necessidade de esperar até aos 25 ou fazer a A1.
Pá.... eu como jurássico que sou, tirei licença camarária de ciclomotor (50cc) com 16 anos, em 1992... e logo de seguida comprei a minha primeira 50
Depois com 18 anos, em 1994, tirei a carta de mota (cat. A) juntamente com a de carro (cat. B).
Nem aulas de moto praticamente tive (como já tinha e sabia andar de motorizada) e fiz exame numa GN250. Como não havia escalonamento na carta de moto e apenas a categoria A que permitia conduzir-se qualquer moto, desde + de 50cc ao mais potente ou com mais cilindrada que houvesse na altura, eu no dia seguinte ao do exame, podia ir buscar (legalmente) uma 1100, se quisesse (e pudesse
) !!!Entretanto em 1996 foram criadas as primeiras limitações e sub-categorias, dentro da categoria A. E a coisa já foi vista e revista tanta vez, com tantas nuances e condições, que por vezes a coisa acaba mesmo a confundir ou a fazer esquecer certa particularidade.
