(11-11-2018 às 22:25)CrAb Escreveu: [ -> ]Cortar nas portagens descongestionava imenso as nacionais e não sobrecarregava as AEs inter-cidades.
Nacionais congestionadas? Mas o que é que isso interessa? No meio de tanto compadrio governamental para alimentar as PPP's e as empresas privadas que as gerem?
Há que assegurar certos lugares nas administrações, quando se cessa funções de âmbito político / governamental.
https://www.publico.pt/2018/10/16/econom...os-1847699
Se depois as AE's (especialmente as ex-SCUT do interior) estão às moscas e as nacionais alternativas pejadas de tráfego e francamente degradadas em consequência... isso é assunto de menos importância.
Malta a questão da velocidade máxima prende-se com diversos factores, muitos dos quais já foram mencionados, segurança, condicoes das vias e viaturas, etc... mas há um parâmetro que tem muito peso na formula que ninguém mencionou, níveis de emissão de CO2...
Eu como qualquer outra pessoa intrigada com o valor da velocidade máxima em AE, fui pesquisar quais as directrizes que levam ao calculo do valor da velocidade, e um dos principais relaciona-se com o nível de emissões, "teoricamente" quanto mais rápido andarmos mais emissões emitimos, e como todos sabemos temos "plafond" de emissões para respeitar, caso contrario pagamos avultadas coimas.
Epa... mas esta preocupação em torno da questão das emissões poluentes de veículos e protecção ambiental é matéria recente (de quando se começou a falar da problemática dos gases de efeito de estufa e aquecimento global)... e no caso específico português, por exemplo, o limite de 120 Km/h em AE, data de há muitas décadas atrás, de um tempo em que nem sequer se tinha qualquer tipo de preocupação pelas emissões poluentes... e acima de tudo, em que os veículos por construção, eram também muito mais deficitários em matéria de segurança e sistemas de protecção.
Entretanto os veículos evoluíram brutalmente para melhor nestes campos (emissões e segurança)... mas o limites de velocidade das vias mantiveram-se estagnados.

(15-11-2018 às 12:59)carlos-kb Escreveu: [ -> ]Epa... mas esta preocupação em torno da questão das emissões poluentes de veículos e protecção ambiental é matéria recente (de quando se começou a falar da problemática dos gases de efeito de estufa e aquecimento global)... e no caso específico português, por exemplo, o limite de 120 Km/h em AE, data de há muitas décadas atrás, de um tempo em que nem sequer se tinha qualquer tipo de preocupação pelas emissões poluentes... e acima de tudo, em que os veículos por construção, eram também muito mais deficitários em matéria de segurança e sistemas de protecção.
Entretanto os veículos evoluíram brutalmente para melhor nestes campos (emissões e segurança)... mas o limites de velocidade das vias mantiveram-se estagnados. 
É normal. A Honda quando fez a VFR1200 já sabia que o lugar dela era nos museus. Como tal, fizeram-na com o máximo de qualidade para aguentar muito tempo parada sem ganhar ferrugem e não custar muito em manutenção.
(15-11-2018 às 14:43)dmanteigas Escreveu: [ -> ] (15-11-2018 às 12:59)carlos-kb Escreveu: [ -> ]Epa... mas esta preocupação em torno da questão das emissões poluentes de veículos e protecção ambiental é matéria recente (de quando se começou a falar da problemática dos gases de efeito de estufa e aquecimento global)... e no caso específico português, por exemplo, o limite de 120 Km/h em AE, data de há muitas décadas atrás, de um tempo em que nem sequer se tinha qualquer tipo de preocupação pelas emissões poluentes... e acima de tudo, em que os veículos por construção, eram também muito mais deficitários em matéria de segurança e sistemas de protecção.
Entretanto os veículos evoluíram brutalmente para melhor nestes campos (emissões e segurança)... mas o limites de velocidade das vias mantiveram-se estagnados. 
É normal. A Honda quando fez a VFR1200 já sabia que o lugar dela era nos museus. Como tal, fizeram-na com o máximo de qualidade para aguentar muito tempo parada sem ganhar ferrugem e não custar muito em manutenção.
Que não vale um chavo já nós sabemos, mas pelo menos dispensa afinação de clicks de suspensões cada vez que se pega nela.

(15-11-2018 às 15:35)vindaloo Escreveu: [ -> ] (15-11-2018 às 14:43)dmanteigas Escreveu: [ -> ] (15-11-2018 às 12:59)carlos-kb Escreveu: [ -> ]Epa... mas esta preocupação em torno da questão das emissões poluentes de veículos e protecção ambiental é matéria recente (de quando se começou a falar da problemática dos gases de efeito de estufa e aquecimento global)... e no caso específico português, por exemplo, o limite de 120 Km/h em AE, data de há muitas décadas atrás, de um tempo em que nem sequer se tinha qualquer tipo de preocupação pelas emissões poluentes... e acima de tudo, em que os veículos por construção, eram também muito mais deficitários em matéria de segurança e sistemas de protecção.
Entretanto os veículos evoluíram brutalmente para melhor nestes campos (emissões e segurança)... mas o limites de velocidade das vias mantiveram-se estagnados. 
É normal. A Honda quando fez a VFR1200 já sabia que o lugar dela era nos museus. Como tal, fizeram-na com o máximo de qualidade para aguentar muito tempo parada sem ganhar ferrugem e não custar muito em manutenção.
Que não vale um chavo já nós sabemos, mas pelo menos dispensa afinação de clicks de suspensões cada vez que se pega nela.

E quase que aposto que também não perde parafusos, afinal Honda é Honda.
Mas eu como quero tirar uma pós graduação em mecânica, tenho uma Tracer para andar sempre a mexer nos clicks e uma Benelli para andar sempre a apertar parafusos
(15-11-2018 às 15:45)dmanteigas Escreveu: [ -> ]E quase que aposto que também não perde parafusos, afinal Honda é Honda.
Não compreendo como é que apostas tão bem nuns temas (conforme citação) e depois apostas noutros tão mal (como o caso das motas que tens na garagem).

Voltando ao tópico...
Tudo o que é por debaixo dos 200 é devagar.