10-08-2018 às 15:50
Fiquemos todos boquiabertos de admiração, por um segundo! Afinal não foi apenas a Volkswagen que falsificou testes de emissões nos seus veículos... e nem as marcas de motociclos escapam! É caso para dizer que a montanha pariu um rato.
![[Imagem: 23615187_770x433_acf_cropped.jpg]](https://imageproxy-observadorontime.netdna-ssl.com/800x,q85/https://s3cdn-observadorontime.netdna-ssl.com/wp-content/uploads/2018/08/09120156/23615187_770x433_acf_cropped.jpg)
Os fabricantes japoneses de veículos motorizados Suzuki, Mazda e Yamaha admitiram usar dados falsificados de emissões e consumo de combustível nos seus novos veículos depois de o governo local ordenar a revisão de procedimentos. O ministro japonês dos transportes informou na quinta-feira (hora local) que os três fabricantes admitiram condutas impróprias nas inspeções.
As irregularidades surgiram depois de 23 fabricantes japoneses de carros e motos terem sido intimados a reexaminar os seus procedimentos em julho, depois dos casos dos dados falsificados da Nissan e da Subaru. A Suzuki assumiu que quase metade das suas 12.819 inspeções a novos carros envolveram irregularidades nas suas três fábricas.
Com menos frequência ocorreram irregularidades nos dois outros fabricantes, segundo o ministério: em 2,1% das 335 motos inspecionadas nos últimos dois anos na Yamaha e 3,8% dos 1.875 veículos inspecionados na Mazda nos últimos quatro anos.
Depois do comunicado oficial do governo, o presidente da Suzuki Motor, Toshihiro Suzuki, já pediu desculpas aos clientes e parceiros de negócios da companhia por causarem problemas. O responsável indicou que havia falta de formação do pessoal nas equipas de inspeções e que a disciplina estava ausente das fábricas.
A Nissan e a Subaru admitiram este ano, como outros fabricantes em todo o mundo, que tinham falsificado dados sobre as emissões poluentes. Em 2016, a Mitsubishi tinha reconhecido que também tinha falsificado dados sobre o consumo de combustíveis nas suas inspeções, o que provocou uma forte crise na empresa e que resultou na sua compra pela Nissan.
Fonte: Observador
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Os fabricantes japoneses de veículos motorizados Suzuki, Mazda e Yamaha admitiram usar dados falsificados de emissões e consumo de combustível nos seus novos veículos depois de o governo local ordenar a revisão de procedimentos. O ministro japonês dos transportes informou na quinta-feira (hora local) que os três fabricantes admitiram condutas impróprias nas inspeções.
As irregularidades surgiram depois de 23 fabricantes japoneses de carros e motos terem sido intimados a reexaminar os seus procedimentos em julho, depois dos casos dos dados falsificados da Nissan e da Subaru. A Suzuki assumiu que quase metade das suas 12.819 inspeções a novos carros envolveram irregularidades nas suas três fábricas.
Com menos frequência ocorreram irregularidades nos dois outros fabricantes, segundo o ministério: em 2,1% das 335 motos inspecionadas nos últimos dois anos na Yamaha e 3,8% dos 1.875 veículos inspecionados na Mazda nos últimos quatro anos.
Depois do comunicado oficial do governo, o presidente da Suzuki Motor, Toshihiro Suzuki, já pediu desculpas aos clientes e parceiros de negócios da companhia por causarem problemas. O responsável indicou que havia falta de formação do pessoal nas equipas de inspeções e que a disciplina estava ausente das fábricas.
A Nissan e a Subaru admitiram este ano, como outros fabricantes em todo o mundo, que tinham falsificado dados sobre as emissões poluentes. Em 2016, a Mitsubishi tinha reconhecido que também tinha falsificado dados sobre o consumo de combustíveis nas suas inspeções, o que provocou uma forte crise na empresa e que resultou na sua compra pela Nissan.
Fonte: Observador