20-11-2017 às 09:49
Ou, por outras palavras, preparem a carteira porque precisamos de mais dinheiro para as festas e festarolas.
(...)
“Há ainda muito a fazer” para a redução da sinistralidade rodoviária, assinalou, realçando também que, no âmbito dos acidentes mortais, há “um dado claro”, que aponta para os sinistros com motos, “em particular das de grandes cilindradas” e na faixa etária “entre os 45 e os 50 anos”.
Por isso, vai ser lançada, brevemente, uma “ampla campanha” de sensibilização especialmente dirigida aos condutores de motociclos e nos distritos mais afetados por este tipo de acidentes, relevou José Artur Neves, sem divulgar mais pormenores sobre esta matéria.
O governante atribuiu ainda o aumento do número de acidentes rodoviários à “evolução económica” do país, já que o “consumo de gasóleo aumentou” e “houve mais tráfego nas estradas”, embora tenha frisado que “isso não é desculpa” para haver mais mortalidade."
(...)
E assim facilmente se percebe que a raiz do problema está nas motas a gasóleo.
Nada que não se resolva com mais umas taxas, multas, coimas, contribuições extraordinárias, adicionais aos impostos já existentes, inspecções, reinspecções, etc.
Resumindo, morram para aí à vontade mas antes deixem cá o guito todo.
Observador
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“Há ainda muito a fazer” para a redução da sinistralidade rodoviária, assinalou, realçando também que, no âmbito dos acidentes mortais, há “um dado claro”, que aponta para os sinistros com motos, “em particular das de grandes cilindradas” e na faixa etária “entre os 45 e os 50 anos”.
Por isso, vai ser lançada, brevemente, uma “ampla campanha” de sensibilização especialmente dirigida aos condutores de motociclos e nos distritos mais afetados por este tipo de acidentes, relevou José Artur Neves, sem divulgar mais pormenores sobre esta matéria.
O governante atribuiu ainda o aumento do número de acidentes rodoviários à “evolução económica” do país, já que o “consumo de gasóleo aumentou” e “houve mais tráfego nas estradas”, embora tenha frisado que “isso não é desculpa” para haver mais mortalidade."
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E assim facilmente se percebe que a raiz do problema está nas motas a gasóleo.
Nada que não se resolva com mais umas taxas, multas, coimas, contribuições extraordinárias, adicionais aos impostos já existentes, inspecções, reinspecções, etc.
Resumindo, morram para aí à vontade mas antes deixem cá o guito todo.
Observador

