(16-11-2017 às 00:12)carlos-kb Escreveu: [ -> ]Era interessante era ler um texto com o mesmo tema, mas teu, e igualmente escrito na primeira pessoa. 
Quanto coloquei o texto acima nunca mencionei que seria aquela a minha opinião, ou que concordava em absoluto ou parte do mesmo.
Acho, porém, que há ali algumas generalizações a que devemos atentar. Provavelmente algumas daquelas opiniões são as mesmas que muitos outros que por essas estradas povoam.
Ali no meio de tanta opinião, embora mal se distingam, há algumas preocupações que muitos que andam de MOTA também sentem.
Quanto a mim, não tenho capacidade para conseguir elaborar um texto com tamanha qualidade

Isto é tema de pano para mangas.
Se bem que a Srª refere ai um ou outro ponto com alguma pertinência, muitos outros são o reflexo da falta da experiência.
O trânsito é uma selva....
O texto faz-me pensar. Agora que ja ando de mota tb posso opinar como gente grande!
Enfim é a excitação de querer dizer algo de quem anda de mota a pco tempo, se calhar depois do primeiro tralho vende a mota e finge que nunca teve uma!

Até que achei piada ao texto.
Continua que chegas lá. Só não podes pensar que estás a utilizar uma duas rodas como se fosse meio de transporte somente para o trabalho.
A mota, para quem gosta, é mais do que isso, é amá-la exactamente como ela é, o que nos dá, aonde nos leva... é um misto de diversas emoções, principalmente a adrenalina e a mudança repentina de temperatura corporal.
Se os óculos não encaixam ou as calças (bikini?) são frias, compra uma viseira escura, veste umas ceroulas. Mota também é saber improvisar.
Coco Chanel em mota... não me parece.
Mas gostei do texto.
Quando tirei a carta, o instrutor dizia-me em tom de piada, nunca conduzas atrás de mulheres e gajos com chapéus na cabeça... ainda hoje fujo detrás deles, nunca se sabe... nunca se sabe e eu sei-o, infelizmente.