Sou solidário com o Michel, mas acho que 50 chibatadas é pouco!
Amigo Rosado, de lá um pontapé nas canelas ao magano pela honestidade!
Que a reparação seja rápida!
(08-08-2017 às 07:55)LoneRider Escreveu: [ -> ]Sou solidário com o Michel, mas acho que 50 chibatadas é pouco!
Obrigado pela solidariedade!

Honestidade nestas situações é coisa rara hoje em dia!

(08-08-2017 às 07:55)LoneRider Escreveu: [ -> ]Sou solidário com o Michel, mas acho que 50 chibatadas é pouco!
Amigo Rosado, de lá um pontapé nas canelas ao magano pela honestidade!
Que a reparação seja rápida!
Pelo menos a honestidade! O Sr. é daqueles que nos gosta de acordar num dia de folga ao som das obras!

(08-08-2017 às 11:49)nunomsp Escreveu: [ -> ]Honestidade nestas situações é coisa rara hoje em dia! 
Lá isso é verdade!...dentro do azar até tive sorte no "Cabresto" que provocou a coisa!
Tiago, antes assim.... haja quem assuma as suas responsabilidades.
Há vários anos, também me aconteceu algo parecido.... ainda tinha a CB Two Fifty.
Fui visitar uma prima, e a mota ficou na rua, paralela ao passeio em frente ao prédio dela, entre carros estacionados longitudinalmente.
Mais tarde, ao sair do prédio, reparo de imediato que parecia que a mota não estava no mesmo sítio.
Ao chegar junto dela, dou então conta que a mota tinha caído ao chão. Claro que me ocorreu logo o que tinha acontecido. A fazer a manobra tinham-me mandado a dita ao chão e depois ainda a tinham levantado e ido embora. Mas nem papel nem nada... até que uma senhora, numa janela do rés do chão me chama e diz "olhe o Sr. ali da mercearia mandou-lhe a mota ao chão!" (estão a ver o jeito que dão as velhas coscuvilheiras que passam o dia na janela?

).
Lá meti pés a caminho da mercearia. Estava lá uma mulher (que percebi depois que era a mulher do dono da mercearia). Abordei-a sobre a situação de me terem mandado a mota ao chão e me terem dito que tinha sido o Sr. aqui da mercearia... e a mulher rapida e surpreeendentemente começou logo aos gritos "Mandar a mota ao chão.... isso é mentira! Ninguém mandou mota nenhuma ao chão! Blá, blá, blá....." e com uma expressão ttoalmente denunciadora da culpa. Só lhe disse então que tinha uma testemunha e que ia de imediato para a esquadra apresentar queixa.
Saí da mercearia e poucos metros depois ouço chamarem-me. Era então o homem que por sinal até estava lá na mercearia "lá atrás" e que tinha ouvido a conversa. Lá me pediu muita desculpa e prontificou-se a assumir o erro. A coisa acabou a resolver-se a bem, com ele a pagar os estragos respectivos.